Aquela que sempre cultivou o hábito da escrita diária no papel... agora divide com vocês os íntimos pensamentos na rede. Sejam bem Vindos!! Mari
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Ta no meu direito ok!?
Minha legislação pessoal diz:
"Mari querida, preste atenção, tá no seu direito:
- rir quando tiver vontade, e somente para quem desejar.
- ficar séria quando achar necessário.
- evitar a conivência e a conveniência.
- ser franca, antes com você mesma.
- engolir SOMENTE os "sapos" estritamente essenciais.
- não tolerar cobrança e gente "pegajosa" ou possessiva.
- honrar pai e mãe.
- não roubar, matar ou desejar homem/mulher do outro.
- exercitar a observação e a desconfiança, principalmente se o sujeito for humano.
- ser inteligente: aprenda, há pessoas com quem simplesmente não vale a pena discutir.
- calar-se. Muitas vezes o silêncio é a melhor resposta.
- não fingir que sente, deseja ou quer bem se não é verdadeiro.
- ser apenas educada. Ser forçosamente simpática e amorosa é proibido.
- ser comprometida com tudo e todos com os quais deu sua palavra - seja lá para o que for.
- seguir cegamente seus valores e educação.
- manter a honra pessoal e de sua família, em todas as situações."
E assim sigo.
Incomodou-se. Ótimo, procure outra que possa ser o que não posso.
Ou melhor, procure outra para ser o que não QUERO ser.
Sim, é isso mesmo: EU PODERIA até ser o oposto disso tudo MAS não QUERO.
Simples assim.
Afinal, algumas coisas não se discutem. Nem estão. Elas são.
Mari
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Também não sou "gênia", assim como você!
Este ano ministrei uma
capacitação para os professores do PRO-JOVEM/URBANO
em João Pessoa. O tema? O recurso das artes plásticas no
cotidiano de nossas aulas.
A discussão foi bacana, mas
caía sempre no mesmo “ponto comum”:
“Não faço nada disso, não tenho
criatividade!”.
Aí, eu, a capacitadora,
respirava fundo... sabe por que?
Porque essa conversinha, a meu ver, é a saída dos
acomodados.
Afinal, quem de nós é gênio?
Aqui neste mundinho, você
conhece alguém que é a reencarnação do Da Vinci?!
Certamente não!
Sendo assim, logicamente,
dinamizar uma aula – e usando recursos
pouco usuais como os das artes plásticas (ainda mais se você é professor de
Matemática, por exemplo) – é um GRANDE desafio para QUALQUER professor.
QUALQUER UM – que não seja reencarnação de ninguém, rs.
A diferença entre todos nós,
chama-se INTERESSE, DISPOSIÇÃO E BOA VONTADE.
(aquilo que os acomodados chamam de falta de aptidão, de falta de
habilidade e como último recurso, falta de tempo – afinal, por que uns têm
tempo e outros não?!).
Que este post seja claro: não
estou aqui dizendo que TODOS meus colegas são assim,
mas não tenho nenhum receio em afirmar que conheço
aos montes aqueles que fazem
esse “estilo”: “pegador de garapa, o vulgo garapeiro”
(garapeiro = expressão popular
que designa sujeito que gosta de “pegar
carona no navio alheio”).
Veja meu caso:
“Nossa, é demais como você é
criativa. Você faz por isso, por que é “natural” no seu caso. Você tem
habilidade!”
Sinto lhes informar que meu
caso, como o de 90% daqueles que apresentam alguma dinamicidade vez ou outra em
suas atividades docentes, é fruto de nada mais do que interesse.
ÓH!
É sério. Não há mistério nem
segredo.
O passo a passo?
Compre um livro e leia.
Converse com outros colegas da
área e peça detalhes de trabalhos interessantes que eles fazem em seus lócus de
trabalho.
Perca tempo pesquisando sites
de escolas, blog´s de tumas/alunos, blog´s de demais professores do país.
Converse com sua turma,
descubra os interesses dela – afinal com
a turma interessada e envolvida TUDO funciona.
Enfim, PERCA TEMPO.
Perca noites.
Pesquise.
No final, misture tudo, adapte
a ideia – logicamente às suas possibilidades, recursos e circunstâncias – e experimente.
Garanto, não doi.
E sabe o que não doi também?
Chamar outros colegas para ajudar, para colaborar, para pesquisar junto, para
COMPLEMENTAR a ideia original e fazer daquilo de fato sucesso.
Sabe por que a maioria dos
professores “esforçados” – e não gênios
– não gostam de “compartilhar” suas ideias?
Por que em muitos aspectos
tornam-se até egoístas mesmo? – e aqui
infelizmente admito que posso me encaixar.
Por que é muito MUITO chato
você ter um trabalhão extra e entregar tudo pronto, assim de “mão beijada” a
alguém que vai usar tudo e ainda fazer sucesso.
O problema é ver o sucesso do
colega? Não.
O problema é ver o sucesso do
que colega sem vê-lo trabalhar para isso.
É isso que me incomoda.
Colegas esforçados,
interessados e cheios de boa vontade, quando fazem sucesso – e podem reparar, vivem fazendo – dá até
gosto aplaudir e dizer por aí:
“aquele lá, eu conheço, merece demais tudo o que tem!”.
Mas os garapeiros, gaiatos, que vivem de “pegar carona no navio” alheio,
esses me incomodam profundamente.
Afinal, não somos gênios,
assim como vocês.
#FicaDica
MARI.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Mudar ou Não... eis a questão!
Atualmente ando convivendo com mulheres de "dilemas" diferentes.
Uma jovem,
que se agarra a outra pessoa como se não houvesse mais ninguém no mundo.
Uma de meia idade,
que se agarra a uma convenção social, o casamento, como se a vida dependesse disso
e
uma idosa,
que se agarra às lembranças do passado e faz do presente uma única, eterna e torturante espera pela morte.
Cada uma com sua "cruz"... são todas elas infelizes.
Há muito tempo não vejo em seus olhos, brilho ou energia para viver.
Para alguma delas a situação é COMPLETAMENTE concreta e imutável? Não. Não mesmo.
Mas sabe, a vida tem me ensinado muito sobre o poder
da acomodação, do conformismo e da aceitação.
Muitas pessoas, como estas mulheres, parece que - francamente - simplesmente acostumaram-se
a ser infeliz, não ter direito a sorrir e nem de ser livre completamente.
É triste ver como muitas pessoas já nem conseguem dimensionar ou perceber o "grau" de humilhação, falta de respeito e, principalmente,
A FALTA DE AMOR PRÓPRIO, com os quais convivem cotidianamente.
"- ah, é por que não é com você!
Vem cá sentir na pele. Duvido vê-la fazendo diferente se estivesse em meu lugar!".
Duvida?
Comigo não seria assim. Nunca será. E sabe por que?
Por que acredito, cegamente, no poder benéfico - sempre benéfico e positivo - da MUDANÇA.
Mudar é fácil? CLARO QUE NÃO.
(se tudo der MUITO certo, haverão no mínimo "turbulências" e alguns arranhões...)
Mas, fala sério, o que são turbulências e arranhões perto de alguém que leva uma "semi-vida"?
É o próprio Jesus que vem nos ensinar: sejamos ou frios ou quentes. Mornos, jamais.
Acomodar-se com o sofrimento, aceita-lo por que "é minha sina" ou "por que Deus quis" é desculpa.
É desculpa para não enfrentar a situação e a tomada de providências sobre ela.
As vezes, é preciso admitir que erramos, que não deu certo.
É triste, é doloroso, é penoso mas é preciso.
Esse, a meu ver, é o primeiro passo.
Mas ter consciência crítica sobre a situação, apenas, não a faz diferente.
O segundo passo precisa ser dado: é preciso mudar. E para isso, é preciso decidir.
Reflita MAS decida. E não exite: AJA!
Toda mudança trará consigo um período de transição, de reacomodação - lógico.
Todavia, ainda sigo acreditando que toda mudança é possível.
E não é preciso muito: Admita.Reflita.Decida.Aja!
É bem como ilustra a imagem: agir diferente não significa que estejamos excluídos do mundo, que não estejamos aprendendo, não estejamos seguindo ou que estejamos sendo menos felizes do que os demais só por que não "seguimos a correnteza" ou "porque vão pensar isso ou aquilo".
Afinal, você vive para os outros ou para você?!
Será que não é mais cômodo ser "a vítima" do que tomar as rédeas da situação?
Até quando as migalhas do outro, do mundo ou do passado - que tanto lhe maltratam, visivelmente - serão suficientes para que você siga numa vida cinza e despropositada?
Alguém pode amar, querer bem ou admirar e querer estar junto de uma pessoa que não se valoriza, se respeita e principalmente, que NÃO SE AMA?!
(...)
É possível viver neste mundo e ser feliz. Acredite.
Eu acredito. Há sempre o que mudar. Tudo pode ser melhor.
CORAGEM.
MARI
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
O que serei?
Sou da História.
Em 90% do tempo, confesso, estou no passado.
Estou tentando conhecer o passado entendê-lo.
Estou em busca do passado e de suas nuances para projetá-lo no presente.
Na maioria do tempo, me lamento por não estar no passado, por não poder ter vivido-o e sentido-o "na pele" sabe?
Mas, também admito que perco algum tempo preocupada com meu futuro.
Assim, indago ao vento: "O que serei?".
Ou seja, não é raro me pegar pensando em onde, como, com quem e o que estarei fazendo eu em 5, 15 ou 50 anos...
Assim, indago ao vento: "O que serei?"
(...)
Convivo com poucos idosos "de fato" (aqueles com mais de 80 ok?!).
Uns poucos, os avós por exemplo, vieram em alguns aspectos de realidades próximas
e em outros não.
Todavia, o que ando observando no geral, é o fato de como é sem propósito a rotina, o dia a dia da maioria dos idosos.
E estou falando da falta COMPLETA de propósito mesmo.
O que observo é que a partir de determinada época da vida eles simplesmente acordam para ir dormir - sem mentira nenhuma e simples assim.
Logo, se lhes perguntarmos:
"- o que o senhor(a) fará hoje?!" ou "- tem alguma programação?"
eles certamente dirão que não.
E, pasmem, não estou falando em sair "para passear" nem nada.
Estou falando em molhar um jardim, assistir um filme na TV,
ajudar um neto com o jantar ou sei lá, dobrar os lençóis da cama sabe?
Coisas assim: BÁ-SI-CAS.
Pois é, constato, cada vez mais abismada, que para a maioria deles, a medida que os anos passam
mais eles "deixam de viver". Mas é deixar de viver mesmo.
Eles simplesmente acordam sem propósito nenhum, nem pros próximos 15 minutos.
...e que tristeza é uma vida sem propósito!
Temo MUITO esse destino - que só pode, é claro, levar à depressão não?!
Rezo à Deus que possa me fazer, mesmo na velhice,
uma pessoa ativa e cheia de vida independente da idade.
Uma pessoa com propósito de fato.
(não deve ter coisa pior...)
MARI
:/
Em 90% do tempo, confesso, estou no passado.
Estou tentando conhecer o passado entendê-lo.
Estou em busca do passado e de suas nuances para projetá-lo no presente.
Na maioria do tempo, me lamento por não estar no passado, por não poder ter vivido-o e sentido-o "na pele" sabe?
Mas, também admito que perco algum tempo preocupada com meu futuro.
Assim, indago ao vento: "O que serei?".
Ou seja, não é raro me pegar pensando em onde, como, com quem e o que estarei fazendo eu em 5, 15 ou 50 anos...
Assim, indago ao vento: "O que serei?"
(...)
Convivo com poucos idosos "de fato" (aqueles com mais de 80 ok?!).
Uns poucos, os avós por exemplo, vieram em alguns aspectos de realidades próximas
e em outros não.
Todavia, o que ando observando no geral, é o fato de como é sem propósito a rotina, o dia a dia da maioria dos idosos.
E estou falando da falta COMPLETA de propósito mesmo.
O que observo é que a partir de determinada época da vida eles simplesmente acordam para ir dormir - sem mentira nenhuma e simples assim.
Logo, se lhes perguntarmos:
"- o que o senhor(a) fará hoje?!" ou "- tem alguma programação?"
eles certamente dirão que não.
E, pasmem, não estou falando em sair "para passear" nem nada.
Estou falando em molhar um jardim, assistir um filme na TV,
ajudar um neto com o jantar ou sei lá, dobrar os lençóis da cama sabe?
Coisas assim: BÁ-SI-CAS.
Pois é, constato, cada vez mais abismada, que para a maioria deles, a medida que os anos passam
mais eles "deixam de viver". Mas é deixar de viver mesmo.
Eles simplesmente acordam sem propósito nenhum, nem pros próximos 15 minutos.
...e que tristeza é uma vida sem propósito!
Temo MUITO esse destino - que só pode, é claro, levar à depressão não?!
Rezo à Deus que possa me fazer, mesmo na velhice,
uma pessoa ativa e cheia de vida independente da idade.
Uma pessoa com propósito de fato.
(não deve ter coisa pior...)
MARI
:/
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Não me ame...
É meio complicado começar um ano constatando que velhas práticas não mudam...
por exemplo, parece que nunca vai mudar a sensação que eu tenho de que TODO
mundo sempre dá um jeito de se meter na minha vida...
Ah, que saco!
Já ouviu falar em privacidade? E em respeito ao espaço do outro?
Já ouviu falar em "querer ficar sozinho"? E em respeitar a opinião/jeito do outro?
Não, muita gente nunca ouviu falar disso.
É incrível como entram no meu quarto a toda hora,
como não perguntam se estou ocupada ou se vou me ocupar...
é incrível como mexem e tiram as coisas do lugar.
como têm SEMPRE um bom conselho ou solução para um "defeito" ou "problema" meu...
(ALIÁS, é incrível como muitas vezes parece que só tenho defeitos e problemas...).
É incrível como só veêm defeitos...
"isso podia ser assim"
"se fizer isso naquilo vai ficar ótimo".
E o melhor (ou pior)... é que sou educada DEMAIS pra dizer:
"não perguntei, nem quero saber da sua opinião",
"seu cabelo está bem pior, por que você não dá um jeito nele
antes de ficar procurando o que falar do meu?!"
" será que eu tenho que trancar a porta à chave
para que você entenda que NÃO QUERO ver ninguém?!".
Ah tudo bem, sou egoísta, sou auto-suficiente, masoquista
(gosto e alimento a solidão ou o sofrimento)
e tudo o mais negativo que você quiser, não tem problema.
Afinal, fala sério, quantas vezes invadi seu quarto do nada e não sai?
Quantas vezes encontro com você e fico apontando mil e um defeitos?
Quantas vezes fico querendo que você seja, neste momento,
aquilo que eu quero ou que eu esteja fazendo?
Pocha... eu não sou assim. Eu não me meto com você nem com seu espaço...
então faz favor de ir catar coquinho e me deixar em PAZ!
Eu não perturbo você E você me esquece. Pode ser?!
Ah, e além de tudo, ainda tem a mania de querer controlar
o que eu penso ou o que eu sinto em situações "x" ou "y".
Pocha eu penso, eu sinto... fim.
Eu não tenho um botão "desligar" para certos pensamentos ou sensações.
Eu podia perder meu dia apontando ou dizendo tudo o que eu acho de você...
mas eu tenho preferido gastar o dia aproveitando-o do seu lado
e não medindo-o, avaliando-o, acusando-o, criticando-o...
(...)
É como se eu não tivesse o direito de estar cansada, de estar triste, de estar chateada,
de querer ficar sozinha, de não ficar rindo atoa...
Pocha, sou humana - a maior parte do tempo.
Esse personagem feliz, contente, sociável, amiga e sorridente 129% do dia foi VOCÊ que criou ou que espera de mim... sinto muito desapontar, mas não sou eu.
"ah, mas faço tudo isso por que te amo"...
ok, ok... então finge que "não me ama" e para de querer que eu seja o que VOCÊ quer que eu seja
(ou esteja).
Não me ame, mas me respeite e procure me entender... talvez NÃO ser amada seja a solução.
MARI
;/
por exemplo, parece que nunca vai mudar a sensação que eu tenho de que TODO
mundo sempre dá um jeito de se meter na minha vida...
Ah, que saco!
Já ouviu falar em privacidade? E em respeito ao espaço do outro?
Já ouviu falar em "querer ficar sozinho"? E em respeitar a opinião/jeito do outro?
Não, muita gente nunca ouviu falar disso.
É incrível como entram no meu quarto a toda hora,
como não perguntam se estou ocupada ou se vou me ocupar...
é incrível como mexem e tiram as coisas do lugar.
como têm SEMPRE um bom conselho ou solução para um "defeito" ou "problema" meu...
(ALIÁS, é incrível como muitas vezes parece que só tenho defeitos e problemas...).
É incrível como só veêm defeitos...
"isso podia ser assim"
"se fizer isso naquilo vai ficar ótimo".
E o melhor (ou pior)... é que sou educada DEMAIS pra dizer:
"não perguntei, nem quero saber da sua opinião",
"seu cabelo está bem pior, por que você não dá um jeito nele
antes de ficar procurando o que falar do meu?!"
" será que eu tenho que trancar a porta à chave
para que você entenda que NÃO QUERO ver ninguém?!".
Ah tudo bem, sou egoísta, sou auto-suficiente, masoquista
(gosto e alimento a solidão ou o sofrimento)
e tudo o mais negativo que você quiser, não tem problema.
Afinal, fala sério, quantas vezes invadi seu quarto do nada e não sai?
Quantas vezes encontro com você e fico apontando mil e um defeitos?
Quantas vezes fico querendo que você seja, neste momento,
aquilo que eu quero ou que eu esteja fazendo?
Pocha... eu não sou assim. Eu não me meto com você nem com seu espaço...
então faz favor de ir catar coquinho e me deixar em PAZ!
Eu não perturbo você E você me esquece. Pode ser?!
Ah, e além de tudo, ainda tem a mania de querer controlar
o que eu penso ou o que eu sinto em situações "x" ou "y".
Pocha eu penso, eu sinto... fim.
Eu não tenho um botão "desligar" para certos pensamentos ou sensações.
Eu podia perder meu dia apontando ou dizendo tudo o que eu acho de você...
mas eu tenho preferido gastar o dia aproveitando-o do seu lado
e não medindo-o, avaliando-o, acusando-o, criticando-o...
(...)
É como se eu não tivesse o direito de estar cansada, de estar triste, de estar chateada,
de querer ficar sozinha, de não ficar rindo atoa...
Pocha, sou humana - a maior parte do tempo.
Esse personagem feliz, contente, sociável, amiga e sorridente 129% do dia foi VOCÊ que criou ou que espera de mim... sinto muito desapontar, mas não sou eu.
"ah, mas faço tudo isso por que te amo"...
ok, ok... então finge que "não me ama" e para de querer que eu seja o que VOCÊ quer que eu seja
(ou esteja).
Não me ame, mas me respeite e procure me entender... talvez NÃO ser amada seja a solução.
MARI
;/
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
E euuuuuuuuuuuuuu gostava TANTO de você!
Mudar é feio? É errado?
Eu acho que não.
Mudar é simplesmente humano.
A gente vive e as nossas experiências constantes vão fazendo de nós constantemente novas criaturas.
O que não muda nunca, são nossos princípios, nossos valores, nosso caráter.
Para mim, isso NUNCA muda.
No mais, hoje você pode detestar sorvete de pistache e amanhã conhecer uma nova forma de fazê-lo e se apaixonar... por que não?!
Hoje você pode adorar um pagode mas amanhã você começa a frequentar um curso de música clássica e descobre que aí sim é "sua praia".
Além disso, acredito que vivemos fases, sempre.
A fase da "pegação", a da "rebeldia", a da "carência", a das "dietas mil", a da "fã da MTV", a da "implicância com tudo", a da "implicância com nada"... enfim, somos pessoas de fases.
As fases não nos fazem volúveis, variáveis e inconstantes. E nos fazem também...
Mas isso pode ser administrado positivamente desde que saibamos reconhecer as benesses de cada momento vivido sem arrependimentos ou lamentações e, mais que isso, seguir TRANQUILAMENTE sem levá-las consigo já que agora estamos num "novo tempo".
Viver um "novo tempo" não significa que os anteriores foram ruins e piores, foram outros. Só isso. Ponto.
Tudo passa, tudo muda. Então vivamos cada minuto como se este não fosse mais voltar - até por que não vai mesmo, sinto informar, rs.
E, o mais importante:
no presente, por favor, não faça com que NEM as lembranças (aquilo que MAIS vale do que foi vivido) das fases anteriores fiquem... não faça com que elas sejam forçosamente esquecidas.
(Por que do que se viveu, são elas que ficam, pra sempre. E ainda bem, já que - no geral - são das positivas que mais lembramos....)
Olha...há tanta gente que no presente se torna amargamente insuportável, que acaba conseguindo fazer com que até as lembranças positivas das fases passadas que se têm sobre e com ela sejam forçosamente deletadas... o que é triste.
Por fim, ratifico: se você passou, como um fase, na vida de alguém que fique nela, que permaneça PELO MENOS como uma lembrança saudosa, boa de se lembrar...
Mari
:)
Eu acho que não.
Mudar é simplesmente humano.
A gente vive e as nossas experiências constantes vão fazendo de nós constantemente novas criaturas.
O que não muda nunca, são nossos princípios, nossos valores, nosso caráter.
Para mim, isso NUNCA muda.
No mais, hoje você pode detestar sorvete de pistache e amanhã conhecer uma nova forma de fazê-lo e se apaixonar... por que não?!
Hoje você pode adorar um pagode mas amanhã você começa a frequentar um curso de música clássica e descobre que aí sim é "sua praia".
Além disso, acredito que vivemos fases, sempre.
A fase da "pegação", a da "rebeldia", a da "carência", a das "dietas mil", a da "fã da MTV", a da "implicância com tudo", a da "implicância com nada"... enfim, somos pessoas de fases.
As fases não nos fazem volúveis, variáveis e inconstantes. E nos fazem também...
Mas isso pode ser administrado positivamente desde que saibamos reconhecer as benesses de cada momento vivido sem arrependimentos ou lamentações e, mais que isso, seguir TRANQUILAMENTE sem levá-las consigo já que agora estamos num "novo tempo".
Viver um "novo tempo" não significa que os anteriores foram ruins e piores, foram outros. Só isso. Ponto.
Tudo passa, tudo muda. Então vivamos cada minuto como se este não fosse mais voltar - até por que não vai mesmo, sinto informar, rs.
E, o mais importante:
no presente, por favor, não faça com que NEM as lembranças (aquilo que MAIS vale do que foi vivido) das fases anteriores fiquem... não faça com que elas sejam forçosamente esquecidas.
(Por que do que se viveu, são elas que ficam, pra sempre. E ainda bem, já que - no geral - são das positivas que mais lembramos....)
Olha...há tanta gente que no presente se torna amargamente insuportável, que acaba conseguindo fazer com que até as lembranças positivas das fases passadas que se têm sobre e com ela sejam forçosamente deletadas... o que é triste.
Por fim, ratifico: se você passou, como um fase, na vida de alguém que fique nela, que permaneça PELO MENOS como uma lembrança saudosa, boa de se lembrar...
Mari
:)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Mas por que?!
Se você, como eu, assistia Castelo Ratimbum na infância vai se lembrar do perguntador Zequinha.
Para TUDO ele tinha seus 1001 "por quês".
A galera enchia o saco e gritava depois do enésimo questionamento: "porque sim, Zequinha!".
Claro, o Zequinha é um bom exemplo de uma fase determinada de nosso desenvolvimento cognitivo ainda na infância - já dizia o construtivista Piaget - mas me pergunto por que é que a gente deixa essa "fase" passar...
Filosofar é mais simples do que parece.
A tal "atitude filosófica" incentivada por Sócrates deveria ser muito mais praticada por nós... questionar, duvidar, procurar saber o "como", o "por que" das coisas, das pessoas, de tudo...
(claro, ser questionador e crítico mas sem ser completamente descrente de tudo. Afinal um descrente além de ser uma pessoa triste - literalmente - é também alguém insuportável...).
"Por que sim" não pode ser resposta para bastar nossas inquietações.
Esse conformismo, essa passividade, esse "assim tá bom" ou ainda o "tanto faz", "o que a maioria quiser"... essa APATIA para vida, para o futuro, para o HOJE, o AGORA... não pode, não dá.
"Por que sim" NÃO ué?!
Mari
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