domingo, 30 de dezembro de 2012

2013 de luz


Se tem uma coisa que a tempos aprendi,
é que não tem companhia pior do que a escuridão.
Quando tem uma chama de luz, por menor e mais fraca que seja, no nosso caminho
parece que "ainda existe esperança sabe?".
Por isso, não tem o que eu não deseje mais numa virada de ano como esta do que luz.
Luz para iluminar minhas ideias, escolhas e decisões.
Luz para iluminar meu caminho e passos.
Luz para iluminar minha família.
Luz para esse mundo tão nublado aí fora.
Luz para nossos representantes políticos que muitas vezes erram mais do que acertam.
Luz para nossas crianças e jovens para que sejam pessoas do e para o BEM sempre.
Luz para as famílias. Como andam na escuridão as famílias no nosso mundo... :(
Planos para 2013? Alguns que já começam a ser esquematizados.
O maior deles? Ser mais feliz fazendo o que eu faço. SER MAIS FELIZ.
Parece bobagem essa busca minha pela felicidade mas de fato, não tem sido fácil encontrá-la.
2013, dá uma forcinha ae tá?!
Bju MARI
:D

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Uma parte solar de mim


Tem parte de mim que deixa de ser "nublada" (facin, facin)...basta estar na companhia certa.
Um caso típico de "ensolação" em mim é a nossa galerinha carioca.
Pocha, mas nem se fôssemos vizinhos acho que nos daríamos tão bem ou nos queríamos tão bem.
Sabe quando o "santo bate" ? Então, é este o caso.
São pessoas MARAVILHOSAS, que fazem da vida uma festa sempre.
É gente do bem e PARA o bem. Gente que não tem tempo ruim.
Minha maior lamúria quanto a eles é a distância mesmo.
Demora um bucadin pra gente se vê... mas quando encontra: "a parada é cardíaca!" - rs.
Bom, neste fim de ano gostaria de deixar registrado meu carinho enorme
e consideração total pelos responsavéis certeiros de muitos momentos solares na minha vida.
Momentos de muito riso, quase nenhuma preocupação, de aventuras e muito amor.
Família escolhida é muito, muito mais que família dita.
Vocês todos são a prova viva disso.
Levo todos sempre no meu coração.
"Não é TXIAAAAAAAAAAAAAAAAAAGO?!"
Mari
:)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

REbobinando a fita de 2012


Eta que chegamos ao fim de mais um ano.
E este ano foi "babado", rs.
Estava aqui, como sempre faço nesta época, relendo todos os post´s... e percebi que :
"vôte" que ano depressivo! (rsrs).
Tudo bem, admito que minhas crises estiveram mais latentes que nunca,
mas não posso deixar de reconhecer que este foi de longe o ano das maiores vitórias,
das melhores viagens, dos sonhos se concretizando e de novos sonhos surgindo.
Foi um ano de desafios e de muitas "provas".
Foi um ano de "Testes".
Foi uma no que me exigiu paciência muitas e muitas vezes.
Ah, e deve ter sido o ano em que mais pensei na minha vida.
Sim, isso mesmo, pensar.
É sério, se eu escrevesse ou falasse TUDO o que passa pela minha cabeça nas 24hs
do dia, sinceramente, não haveria papel suficiente, rs.
Foi o ano da "casa nova" e o ano do Velho Mundo.
Foi ano da Colonoscopia e das visitas mil.
Foi o ano das lágrimas.... não sei mesmo como não desidratei!
Acho que ando cada dia mais sensível
(e olha que nem gosto de me sentir assim, mas é incontrolável).
Resumindo: ô ano viu?!
Bom, para terminar, o MELHOR do ano, sem sombra de dúvidas - após rebobinar toda a fita -
foi o post em que eu dizia que desejo do fundo das minhas forças ser uma das dançarinas da Beyoncé.
(Na verdade disse que queria ser a própria, mas vamos combinar que aí não é sonho, é ilusão né?!).
Gente, vocês não imaginam como já morrrrrrrrrrrrrrrrrrrri de rir relendo isso.
Eu sou deste planeta? Claro que não né?
(hauhauhauhauhua dançarina da Beyoncé, tsts só eu mesmo...).
Bom, aí como presepada pouca não tem graça, fiz uma montagem da realização desta louca vontade
(esta que está aí acima) para "fechar" o ano com chave de ouro.
"Beyoncé gata, você é que é feliz, e espero que saiba bem disso!".
Sendo assim meu povo, vou indo lembrando a todos que hoje é dia de FESTA no céu e na Terra né? Dia do aniversariante dos aniversariantes: Jesus!
Tem data mais feliz que esta? NÃO!
Feliz Natal a todos nós e que Deus esteja nos nossos corações alimentando nossa fé cada dia mais.
Um abração, Mari.
:)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Naufraga eu?

Tenho me sentido como uma naufraga.
É.
Meu navio me conduziu que foi uma beleza... mas ai eu desci e ele zarpou.
Na praia, eu resolvi nadar mar adentro. Nadei até o fim das forças.
No meio da imensidão do mar achei uma "táboa de salvação".
Desde então, mesmo pequenenina, esta tem sido minha garantia de sobrevivência.
Ao longe, a direita, vejo o navio grande, pomposo...com uma chaminé que indica produção frequente. Suas luzes o diferem da escuridão da noite.
Tantas são as pessoas que dariam tudo para alcança-lo... poucos conseguem.
Tenho consciência plena do privilégio de ser um tripulante/passageiro dele e de que
nem sempre será fácil voltar a vê-lo.
Sei também que eu, daqui da minha táboa, posso dar umas boas braçadas e com fé embarcar sem muitos problemas.
Não sei se devo...
Por outro lado, a esquerda, também posso ver a praia.
A praia, a terra firme.
Terra do desconhecido, das possibilidades.
Terra das vivências e das experiências múltiplas que podem trazer tudo...ou nada.
Não estou naufraga por que naufraguei.
Estou náufraga por que preferi.
Preferi passar um tempo comigo mesma, reavaliando-me.
Sonhando.
Dormindo.
Indo.
As vezes desejo tanto que a correnteza me leve para bem longe...
ou que a Ariel me sequestre para as profundezas das águas onde eu possa viver o novo.
Vivo naufraga dividida entre as águas do dever e do querer.
Águas que me pertubam o sono. Me pertubam a calma.
Até quando aqui permanecerei? Não sei.
O sol tem me feito queimaduras, tem incomodado.
Sinto que Ariel não virá e as correntezas estão distante desse oceano de marolinhas.
Terei de pular em pouco tempo e nadar para um lado, mais uma vez sem olhar para trás.
(Mesmo sabendo que mais uma vez terei que guardar meu coração numa caixinha e jogar a chave beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem longe).
Tenho tendências a naufrágios...
MARI
:/

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Sou jovem para ser velha? Ou velha para ser jovem?




              Recentemente a cantora Sandy lançou uma música que acho que deve ter feito depois de observar-me muitos dias, rs.
(O lado bom da música, francamente, foi saber que alguém no mundo vive também meus dilemas e parece me entender).
              A música fala extamente do que tenho sentido, CADA VEZ MAIS, nos últimos anos: serei eu uma alma velha que "baixou" num corpo jovem? (as vezes acho que é exatamente isso).
              Esse "dilema" tem crescido gradualmentemente. Sinto como se já tivesse vivido tantas coisas, como se já pudesse me responsabilizar por tarefas, funções ou atividades que "normalmente" alguém da minha idade não faria. E não é falta de humildade ou arrogância não, a questão não é essa. É uma coisa quase inexplicável, de outro "cosmos" sabe? Quase de "outra vida".
              O problema, é que as pessoas olham pra minha aparência e me dizem justamente o contrário: "Você? Então... muito nova. Pouca experiência, desculpa!".
 Minha vontade é responder na lata: "CLARO que tenho pouca experiência COMPROVADA: ninguém me deixa mudar isso alegando sempre a mesma coisa, a tal juventude!" (fico pensando daqui a 20 anos... vão dizer o que? "Desculpa, muito velha!" - oh mundo cruel!).
E ai, lá vem os amigos tentar consolar dizendo: "ah Mari, pensa assim: pelo menos você não tem filhos, nem família. No fundo você não precisa, teu pai te sustenta...".
            Meu AMIGO, quer me IRRITAR? Venha com essa "conversinha"  de "teu pai te sustenta" pra cima de mim viu? 
           É CLARO - e infelizmente - que meu pai AINDA me sustenta, afinal "sou nova e sem experiência" para trabalhar em determinadas funções. TODAVIA, meu pai me "sustenta" por que é meu pai mesmo - sim, por que a 4 anos sou legalmente maior de idade e ele não tem mais obrigação de o fazer. Além disso, meu pai me "sustenta" por que tem que o fazer, não é por que é zilionário não. E outra, se meu pai tem alguma coisa hoje, é por que trabalhou desde os 13 anos de idade saindo do "oco do mundo" pra onde está hoje (que realmente, se comparado de onde ele veio, é muita coisa e me orgulho muito dele por isso). Porém, isso não significa que EU TENHO isso ou aquilo. Afinal, ISSO OU AQUILO é dele, e não meu. Fruto de anos de trabalho DELE, e não meu. Deve ser usufruido por ele, e não por mim. Sim, isso mesmo.
           Logo, eu PRECISO trabalhar sim. Eu preciso me sustentar SIM.
          Sou perfeitamente capaz, normal e PRECISO - assim como qualquer pessoa desse mundo - responder pela minha vida em TODOS os sentidos. Então meus "amigos", não venham me dizer que eu "não preciso" só por que não sou mãe solteira ou não me meti num casamento impensado.
          (...) Se a gente parar para pensar é até contráditório esse mundo... quer dizer que a pessoa é irresponsável (de certa forma) e por isso merece mais chance do que aquela que andou "sempre na linha"?! É... acho que já não sei mais viver neste mundo...
          Enfim, só sei que estou cheia do monte de desculpas que o mundo tem me dado querendo fazer com que eu simplesmente ACEITE que sou "novinha" ou que "eu não preciso".
          Quem não precisa que se acomode. Quem não precisa que sugue seus pais até o último fio de cabelo branco deles. Quem não precisa que fique tranquilinho em casa, esperando sua "herança" chegar. Agora, EU, euzinha aqui, preciso sim, e estou DEFINITIVAMENTE decidida a correr atrás, mesmo tendo o mundo me rejeitado pela enésima vez ou não. E tenho dito.
MARI
ps. E como diria o Thiaguinho: "vai novinha, vai novinha...vai que eu ver! Vai novinha, vai novinha...mostra o teu poder!"

domingo, 18 de novembro de 2012

Sofrendo de juventude...


Vocês já leram o livro "Tempo de esperas" do Pe.Fábio de Melo?
Não lhes digo nada além de: leiam. Todo mundo deveria lê-lo.
No livro, o personagem é "acusado" sabiamente de "sofrer de juventude",
um mal muito comum no nosso tempo.
Pocha, depois desse livro fiquei mais aliviada por que enfim pude me diagnosticar:
ok, ok eu admito sou uma "sofredora de juventude" assumida.
Faço TUDO ao mesmo tempo e não sossego enquando não fizer TUDO com excelência
(ou pelo menos se não trabalhar duro para tudo nesse sentido).
Além disso, QUERO TUDO, QUERO MAIS, QUERO NOW!
As vezes me sinto como uma senhora de 85 anos,
como se soubesse que não viverei muito mais e que tenho que correr atrás
e alcançar tudo o que desejo por que me resta pouco tempo.
Me policio, me direciono... foco.
E não me desvio. Por nada.
E muitas vezes, não alcanço. Aí a vida vem e me diz:
"calma minha filha, você ainda vai ter que esperar um bucadinho...".
Ultimamente tenho feito um pedido especial aos céus:
ter a paciência e tranquilidade suficiente para entender que o tempo de Deus
é diferente do meu.
É diferente do tempo desse mundo louco que nos cobra tantas
coisas ao mesmo tempo e agora, já!
Tenho tentado me cobrar menos, e me chatear menos por não estar onde eu desejo ou
por não viver o que eu sonho para mim.
(AINDA! Ainda não estar lá. AINDA não viver isso ou aquilo).
Essa tal patologia da "juventude" é um carma com o qual tenho tentado conviver.
Mas é difícil, muito difícil.
Por exemplo, o nosso carro foi batido (conforme vocês podem ver na foto) a 3 meses,
TRÊS MESES! Sim, acreditem!
E até hoje não saiu da burocracia do seguro+oficina+Detran e blá blá blá.
Agora me digam: não é indignante? Não é revoltante? Não é inquietante?
Algumas - ok, a maioria - das situações da minha vida não seguem o ritmo do meu pensamento
e das minhas necessidades, e é um tormento "lutar" contra elas todas e não me afetar, não me entristecer.
E atualmente, não me frustar, me decepcionar e esmurecer.
Deus me dê paciência. Deus me dê tranquilidade.
Mas principalmente, Deus alimente minha fé para não desistir,
não descrer de um mundo tão surreal como o nosso.
Sinto que tenho me tornado a algum tempo uma pessoa mais triste, e isso não é bom.
Mari
:/

sábado, 17 de novembro de 2012

Falta uma corzinha na minha vida?


Já comeu comida destemperada?
Pior, sem sal?
(Affe maria morro de pena dos que não podem comer temperos ou sal.
Coitados dos que sofrem com pressão alta...
Não consigo nos imaginar sem as especiarias das Índias...).
Minha vida tem de tudo e acontece tanta coisa...
mas eu vivo assim, com esta sensação constante de que vivo em "tons pastéis".
Como se faltasse vibração, emoção.
Como se faltasse sal, faltasse estímulo.
Como se faltasse sabor na minha vida.
E tanta gente olha de fora e diz
"você não tem tempo para nada, você faz coisas demais!"
ou então "Não leve isso tão a sério, faça como todo mundo, só faça. Não se mate...".
Pocha, talvez esse seja meu mal, levar a vida muito a sério.
E levo mesmo. Me comprometo demais com o que assumo.
Se você me chamar para lhe pentear os cabelos ou para trabalhar na sua empresa irei com o mesmo comprometimento a ambos.
E mais, ficarei até sem dormir pensando em uma forma inovadora, diferencial de fazê-lo para assim, ser diferencial até num simples desinlinhar capilar.
Mas o que acontece é que, por mais que eu faça... não encontro o retorno que espero.
E nem é do retorno financeiro que eu falo - apesar disso pesar muito.
É outro tipo de retorno.
É aquele retorno de satisfação, que lava a alma e que faz todo e qualquer esforço valer a pena.
Um retorno que incentiva, que instiga e que impulsiona a fazer sempre melhor.
Um retorno que tira de nós o melhor de nós mesmos e faz com que a gente descubra novos limites do nosso corpo e principalmente, da nossa mente.
De nossa capacidade inventiva, intelectual e profissional.
Enfim... não encontrei este retorno até hoje, nem de perto.
E as vezes me culpo por esperar cores para minha vida vinda do mundo, dos outros.
Cada vez mais aprendo que para sair do tom "pastel", EU é que tenho escolher o tom neon e usá-lo sem temor.
Eu é que tenho que pintar tudo de forma impressionista, determinada, assertiva e marcante.
Eu é que tenho de escolher a paleta e pintar a minha vida.
E se falta cor, a gente mistura as primárias e chega onde se quer.
MARI
Ps. este post saiu assim como uma "tosse". Inesperada e involuntariamente. Saí escrevendo o que veio da cabeça, passou pelo coração e saiu rapidamente dos dedos para o teclado. Tomara que não esteja parecendo louca demais.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Fugir com o circo? Let´s go! (rsrs)


Pochaaaaaaaa quanto tempo meu povo.
Ando para variar sem parar. Minha trilha?
"não para, não para, não para não!".
Ando buscando tanta coisa, e mais que isso...correndo atrás delas.
Ando buscando novos ares, novos suspiros... ando buscando novos voôs sabe?
Ando cansadona das compainhas que não acrescentam e só nos cobram, cobram, cobram...
Ando cansada "dos amigos" que só querem usar da gente e de nossas habilidades...
Ando cansada dos ambientes "conveniêntes" nos quais está sempre tudo "lindo e maravilhoso"...
Ando cansada da falta de desafios e de novas aventuras.
Ando cansada de não ter estímulos e de me sentir frustada coma vida que venho levando.
Juro, estou no estado de literalemente "fugir com o circo" sabe?
As vezes acho que deveria ter nascido pássaro. Aí eu estaria sempre de passagem nos lugares onde me sinto bem. Lugares que me fazem bem.
Afinal, este negócio de criar raiz só tem me feito "quebrar a cara".
Quem sabe de "cigana" eu não seria mais feliz?
Mari.
:/

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Vida que segue...

Depois que voltei de Portugal, muita coisa aconteceu.
De mais significativo? Acabei o mestrado.
E enfim, venci esta etapa da minha jornada.
1)Agora sou "mestra". ("Mestra dos Magos", eu acho...rs).
2)Voltamos definitivamente para casa e seguimos fazendo
os 1258797 milhões de reparos que a casa ainda precisa.
3)Voltei às escolas e estou de novo acumulando muitas frustações...
4) Terminei uma amizade.
5) Voltei a escrever meu diário.
Mas o principal de todos os acontecimentos: conclui definitivamente que sou de outro lugar,
BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEm longe deste aqui onde vivi todos estes anos da minha vida.
Tenho muito mais o que dizer, mas estou definitivamente sem tempo.
Em breve, volto por aqui.
MARI
:D

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Uma Mari mais portuguesa com certeza.


Gente, voltei de Portugal ("A" VIAGEM) faz mais ou menos um mês.
Eu tenho tanto, tanto o que contar. Tanto o que dizer.
E quero muito ser útil a qualquer outra pessoa que, como eu, queira viajar sozinha e precise de informAção. Os blog´s na internet para mim foram praticamente de ÚTILIDADE PÚBLICA.
E, chegando lá TODAS as informações que neles consegui eram reais e seguras.
foi impressionantemente últil, fantástico e gratificante perceber isso.
No fim deste mês, defendo minha dissertação.
Estou com os nervos a flor da pele e sem cabeça para mais nada.
Passando isto, me comprometo a começar a postar tudo o que vivi nesta viagem
e o que mais vivi depois que aqui cheguei.
Por enquanto, fica aqui minha pose reflexiva do alto da Torre de Belém,
a coisa mais linda do mundo!
MARI

terça-feira, 3 de julho de 2012

Loucura, loucura, loucura.


Gennnnnnnnnnnnnte do céu, é tanta, mas tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo
que tô quase pedindo um "tempo" pra respirar, recuperar o fôlego e "ok, ok, vamos lá!".
Esta foto é a CARA DA MINHA SEMANA (que, vamos combinar, ainda está só começando...).
Ando carregando e equilibrando funções e ações mil para poder dar conta das atividades na obra,
na casa de jagua, com a dissertação, com a viagem, com o pré-viagem e enfim, com tudo o mais o que isso tudo acarreta né?
Enfim, junte a isso um início de crise de sinusite "daquelas", ambos os dedos polegares e indicadores cortados de tanto colocar tomada e interruptor nas paredes, um sono atrasado, que somado, deve dar uma semana inteira e uma casa que tem por tema:
"a essa casa tem goteira...pinga ni mim, pinga ni mim".
A pobrezita da minha mala vai ficando pra segundo plano e desse jeito já viu né?
Em breve vou dispondo de mais atualizações da loucura da minha vida.
MARI
:D

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Smile


As coisas não andam de verdade tão propensas a sorrisos, BBBBBBUT, é assim que estou.
A nossa casa de jagua está um pé d´agua danado.
Não há cômodo sem goteiras e até as paredes dão choque. Enfim, caos total!
A casa da reforma, ainda não posso dizer que "está minimamente pronta para nos receber" pois em casos básicos continuamos sem portas, interruptores/tomadas e torneiras.
As contas duplas - por que temos mantido as duas casas - tem tirado o resto de paz que nós tínhamos
e assim, resumindo, eu deveria estar mas triste que feliz, mas não é o caso.
Na verdade só tenho motivos pra sorrir:
Casa desmoronando e cheia de goteiras e contas duplicas que não param de chegar?
ÓTEMO, apressa nosso retorno a casa da reforma.
Casa da reforma incompleta? ÓTEMO, apressa as resoluções para que ela enfim seja concluída.
E além disso, profissionalmente as coisas tem se encaminhado sem muitos problemas, o que já é um sucesso. Agora, parece que tenho podido respirar em paz assitistindo uma finalização tranquila.
E, por fim, há a viagem. Ah, a viagem... viagem SONHADA everyday e em everywhere, rs.
Agora já não conto os dias, mas as horas.
Deus contenha minhas lágrimas de emoção, por que só de pensar nos lugares em que estarei já encho os olhinhos de água. Com certeza, será emoção do começo ao fim.
Lencinhos pra que te queri heim!?
E eu fico como?
SMILE do começo ao fim do dia! rs
MARI

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A vida passa tão depressa...


Foi no domingo de S.João. Acordamos com uma daquelas ligações que ninguém quer receber sabe?
Era o aviso de que D.Mariinha tinha falecido.
D.Mariinha era alguém da família, apesar de não ser da família de sangue.
Eu convivia com ela muito mais do que com muita gente da "família".
Era uma espécie de vozinha do coração. Alguém que mesmo na sua quietude, vai fazer - e já faz - uma falta enorme para todos aqueles com os quais convivia.
Com certeza a casa de Tia Gracinha estará para sempre mais silenciosa e sua ausência será presença constante.
O enterro no interior é uma coisa chocante. Para mim, é quase um trauma.
Faz tudo parecer ainda mais dolorido.
Desta vez foi assim também, mas teve menor alcance por que conseguimos agilizar as coisas e assim, diminuir o sofrimento de todos.
Neste velório especificamente - em menos de 2 meses este é o 3º velório do qual participamos aqui em casa - me fez ver como a vida é passageira.
Me fez ver como eu estou ficando velha.
Me fez ver como tudo, tudo, tudo passa.
Me fez ver que a vida é só uma, e preciso vive-la intensamente.
Estou muito triste. Me sinto meio derrotada para a vida sabe?
É como se ela estivesse me vencendo...ela vai passando, seguindo seu rumo, levando as pessoas queridas e eu... parece que eu fico aqui meio paralisada só assistindo e nada fazendo.
Me sinto com um peso terrível nas pernas, como se não pudesse me mover.
É como se eu estivesse presa em mim mesma mas tendo que assistir tudo acontecer na minha frente sem nada poder fazer.
Eu gostaria tanto de fazer tanta coisa, de trocar de lugar com tanta gente... mas é como se meu corpo não respondesse aos meus comandos e eu simplesmente fico, enquanto tudo passa...
Sinto que lá vem mais uma das minhas "crises"...
Deus receba dona Mariinha no céu e a cubra de luz.
Aos meus amados Tia Gracinha, Tio Humberto, By, Bertão, Negão, Dudu, Naná,
Tia Galega, Tia Aldenora, Clarinha e Aninha, meu abraço apertado de carinho sempre.
Amo vocês e os levo sempre comigo. Agora e sempre.
MARI

sábado, 23 de junho de 2012

Transformando sonho em realidade


Vocês sonham muito? Pocha, eu sonho viu?
Talvez seja até um defeito...eu sonho demais.
Claro, como ser pragmatíssimo e quase sempre extra-racional, trato sempre de deixar meus pés bem juntinhos ao chão né? Mas ainda assim, sonhar para mim é possível.
E para mim não adianta só sonhar.
Sonhar não tem graça se não for para correr atrás e virar realidade né?
E olha que de "correr atrás" eu ando até entendida, rs.
E quando a gente sonha sobre como deve ser nossa casa, nosso canto...tem coisa melhor do que fazer virar realidade exatamente da forma como sonhamos? TEM SIM!
É tornar realidade, mas com nossas mãos!
Nossa, eu tenho um UBER orgulho de dizer: "isso ai, fomos nós que fizemos!".
Diga ae: "Ficou massa? Ficou legal? Então, fui eu que fiz, com minhas mãos e ninguém tem igual."
Nooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooossa é meu maior orgulho:
sonhar e fazer acontecer pelas minhas próprias habilidades e aptidões.
Ah, mas tem que assumir os riscos também né?
Se der certo ou errado, foi TUDO feito por mim, foi tudo por MINHA culpa.
E isso não tem preço.
E cá estou eu aqui mais uma vez com minha "indepêndencia exagerada"...mas fazer o que né?
É o jeito "Mari" de ser... paciência.
A colocar a mão na massa? Aprendi também com mamis né?
A prova está ai na foto da nova parede do quarto dela.
Ela sonha, ela sabe exatamente como quer, então ela vai lá e faz.
Mami bomba né? Sou UBER orgulhosa de suas habilidades de !Lulu que fez!.
Trabalho muito para quando crescer ser igual a ela!
Bom São João gente!
Mari
:D

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Santa Burocracia


Por que será que para quem é honesto e faz tudo certinho as coisas são tão complicadas?
Olha, deve ser por isso que as pessoas fazem tantas coisas erradas,
por que o sistema só dificulta tudo!
Nossa Senhora, me dê muita paciência, por que é muita autorização, assinatura, ficha preenchida,
e blá blá blá só pra poder entregar tudo certinho como deve ser, assim, preto no branco.
Painho outro dia dizia: "vivo no tempo errado. Não nasci para usar cartão e verificar extrato. Não nasci para olhar caixa de e-mail. Não nasci para ser refém de celular!"
Puts, é exatamente isso.
Realmente somos pai e filha mesmo, pois somos até nisso parecidos: somos de outro tempo.
MARI
:/

terça-feira, 19 de junho de 2012

O tempo passa?

Olha, eu sou do tempo de uma propaganda bem antiga que tinha um single pegajoso
que dizia assim: "o tempo passa, o tempo voa...".
Affe Maria, que mentira! O tempo não passa não, SE ARRASTA!
Principalmente pra mim neste último mês.
Ah, como eu queria ter uma máquina do tempo e acelerá-lo para daqui a uns 15 dias para frente!
Por que será que para as coisas que fazemos à força ou para aquelas que não gostamos,
o tempo é lerdinho, lerdinho... mas para aquilo que queremos ou gostamos muito,
tudo passa assim, num ZAP ligeiríssimo e a gente nem vê?!
:(
Meus dias tem sido de pesquisa INTENSA sobre os meus destinos.
Tenho descoberto que nos dias de hoje, para os que vão a um destino novo ou numa "viagem-aventura" - como é meu caso, não há instrumento melhor que a internet. Ah, "santa" internet!
Já li tanto e de tudo um pouco, que francamente, me sinto como se já estivesse lá.
Me sinto como se conhecesse o local e isso é MUITO estranho!
Conheci tantas pessoas, histórias e blog´s de viagens SENSACIONAIS!
Minha vontade era passar o dia a lê-los e nada mais...
Enquanto isso, os dias se arrastam fazendo da espera para o GRANDE DIA uma tormenta sem fim.
A ansiedade cresce, por mais que eu faça de tudo para não alimenta-la.
Passa tempo, passa.
Mari
:D

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Minha música, sempre.

Eu Sei
(Sara Tavares)
Se eu voar sem saber onde vou
Se eu andar sem conhecer quem sou
Se eu falar e a voz soar com a manhã
Eu sei...

Refrão
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Só deus sabe o que virá
Só deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim

Se a tristeza é mais profunda que a dor
Se este dia já não tem sabor
E no pensar que tudo isto já pensei
Eu sei...

Refrão

Na incerteza de saber
O que dizer, o que querer
Mesmo sem nunca pensar
Que um dia o vais pensar
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Idiota eu? Sim, senhor.


Ninguém é idiota sabe?
Mas eu acho que tem gente que realmente pensa que eu sou.
Sabe quando você sente e vê nitidamente que a pessoa te acha uma grande babaca, mesmo que ela faça esforços monstruosos para não te demonstrar isso?
Tadinha, quanto mais se esforça, mais demonstra.
Ontem, ai ai, isso foi mais uma vez declarado (implicitamente, claro).
É como se eu pudesse ler seus pensamentos...
" meu Deus, em que século ela vive? Quanta baboseira, pirralha sem noção..."
Pois então declaro abertamente: tudo na vida é relativo, bebê.
Você tem o direito a pensar e achar o que quiser de mim, ok.
Nada posso contra isso.
O que possoo mesmo, é seguir sendo a idiotona aqui, APESAR de você.
Dá pra entender?
Quem garante que eu é que sempre te achei uma grande babaca, e mesmo assim convivi que foi uma beleza com você?!
É...até a idiotice alheia é relativa.
Se a gente parasse de julgar os outros por serem diferentes da gente, talvez as pessoas fossem mais interessantes.
Existem coisas chamadas valores sabe?
Para alguns, podem ser grandes idiotices. Mas, para mim não.
Os meus valores, não podem - simplesmente não podem - ser mudados. #Fato
Então, você espere que eu mude de roupa, que eu mude de cabelo, que eu mude de hábitos alimentares...mas de valores? Humhum, ai não vai dar não.
Continuarei a completa idiota infantil, careta, ultrapassada e todo adjetivo pejorativo afim...
Porque as pessoas se incomodam tanto com "os idiotas"?
No fundo penso que fôssemos tão idiotas assim, talvez não se importassem tanto.
Idiota eu? Sim, senhor.
Idiota você? Faça favor...
Mari

terça-feira, 12 de junho de 2012

Vivendo feito Ostra


Tenho me sentido uma ostra.
Outro dia vi uma reportagem na tv...
cultivar ostras e fazer delas brotar pérolas, é uma arte e exige paciência.
Se daqui sairá uma pérola, eu não sei (É querer demais viu?!...), mas que ando virando ostra, ando.
Eles mergulham as bichinhas bem fechadinhas muito fundo e depois de um ano de esquecimento,
voltam lá na esperança de que elas tenham produzido uma pérola bem bonita.
Abrir a ostra depois de um ano isolada na profundidade do mar, é uma arte. Não é fácil.
Na minha vida de "ostra" acho que fui lançada a um mês na profundidade do oceano,
e pelo visto, ficarei por aqui - e queria mesmo ficar só aqui quietinha - até que um ano se passe.
Minha vontade era entrar dentro de uma ostra dessa, e dormir...dormir profundamente, e só acordar
um ano depois com uma "pérola" que fizesse principalmente a mim mesma bem feliz.
Também ando lendo. Lendo muito.
Andei lendo sobre "anos sabáticos" e como estão cada vez mais "na moda".
Gostaria muito, muito mesmo de tirar um "ano sabático" e ir, simplesmente ir.
Gostaria de ir pra qualquer lugar, sem rumo, sem prazo, sem meta. De ir.
Estou mesmo precisando ir, e chegando lá, encontrar comigo mesma.
Faz tanto tempo que eu me procuro, tanto tempo...
Preciso que minha vida de "ostra" me leve até lá.
MARI

domingo, 10 de junho de 2012

Haverá esperança?


Olha, vou vivendo e pensando e pensando...
nunca pensei que eu fosse querer tanto conhecer ao vivo este local da foto sabe?
Ultimamente, não tenho tido muito tempo livre pra planejar este momento -
o que é até bom porque assim, as expectativas serão menores - mas sempre encontro
5 minutinhos no fim do dia, quando me deito...ai, fecho os olhos e me vejo caminhando
nesta praia, tirando uma foto bem nesta casinha.
Me vejo vivendo o que eu nunca nem conseguiria imaginar aqui deste lado do mundo.
Me vejo diferente, bem diferente, MUITO diferente.
Me vejo bem, me vejo feliz.
É demais esperar a felicidade? É demais querer que "daqui pra frente tudo seja diferente?"
Será? Será que estou esperando demais?
Se é demais ou não, sei que é o que tem me alimentado: esperanças.
Esperanças de que tudo será no mínimo diferente, o que pra mim, já será bem melhor.
Tardezinha de domingo produtiva pra pensar e sonhar essa viu?
Por que como diria o Cumpadre Washington: "sonhar, nunca é demais".
MARI
:D

domingo, 3 de junho de 2012

Diagnóstico: independência exagerada!

"FICA A DICA
 A independência exagerada, faz de você, uma pessoa isolada.
É como se vivesse em uma redoma de vidro. Onde ninguém consegue tocar.
E isso é Péssimo!!!
Se engana quem acha que pode viver só, sem ajuda de ninguém!
Atitudes e limites, devem andar juntas!
By Jobinho Costa ....:)"
O post de hoje, como puderam ver, começa com uma "filosofia de facebook" do meu
colega Jobinho Costa que involuntariamente prescreveu meu diagnóstico: independência exagerada.
Sim, admito, sou assim. Eu não ESTOU assim.
Eu Sou assim: exageradamente independente.
Fui criada assim e me conduzi assim a vida inteira.
Logo, esse comportamento é inerente a mim, é tão natural como se eu tossisse ou espirasse.
Isso sou eu.
Independentemente de qualquer coisa, muito consciente das escolhas que sempre fez.
Mari

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Foi imoral!


Olha o meu estado hoje quando cheguei em casa depois do DIA INTEIRO tentando
enfim fazer funcionar uma mera transferência pelo Banco do Brasil?! (FOTO ACIMA)
Meu amigo, e olha que estou "empacada" no Banco para fazer esta BENDITA transferência
desde o dia 17 desse mês, quer dizer, praticamente 15 dias e nada.
Hoje foi o dia viu? Nunca tive que respirar tão fundo e me controlar tanto.
Aguentei piadinha, olhares, grosseria e principalmente uma má vontade do caramba DOS FUNCIONÁRIOS dessa instituição.
Agora, isso por que sou cliente desde sempre e não estava pendindo um favor não,
estava somente querendo fazer uma operação com MEU dinheiro e ainda pagando
taxas ALTÍSSIMAS. Ainda assim, quase que não tem fim minha odisséia.
E aos que querem se aventurar em fazer uma transferência internacional pelo Banco do Brasil
em João Pessoa sugiro logo: NÃO FAÇAM!
Ninguém sabe fazer, tem má vontade e fazem tudo parecer como se você tivesse importunando a vida deles. Arrumem outro jeito de fazer esse dinheiro chegar ao destino, sei lá, amarrem num pé de pombo, talvez seja mais fácil.
obs:Para completar a "desgraçada" perdi a carteira com TODOS os documentos.
Mas ai, Deus que está sempre comigo, fez um anjo acha-la e me devolve-la EXATAMENTE como ela estava.
Ainda existe honestidade neste mundo.
Ainda existe gente do bem. Graças a Deus.
Olha, que dia viu? Que dia!
MARI

segunda-feira, 28 de maio de 2012

É um tesouro a nossa amizade!


"Não há memória em que ela não apareça.
Nem lembrança em que ela não esteja.
Tanto nos dias tristes e felizes,
foi com ela que eu ri e chorei.
Se está longe, eu a sinto por perto,
nunca ninguém vai nos separar.
Ela sabe TODOS os meus segredos,
é um tesouro a nossa amizade."
Mãe, de verdade, o que eu lhe disse hoje reeintero:
"...juntas somos mais fortes, unidas venceremos!".
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
MARI
:D

sábado, 26 de maio de 2012

Fazendo tempestade


Foi tudo assim, de repente.
E agora entendo o que  o "Tio Ali" queria dizer quando olhava fundo nos olhos da Jade
na novela O Clone e falava: "nunca, nunca faça nada de cabeça quente!".
Digo tudo isso por que passei por uma GRANDE nesta semana viu?
Possivelmente vivi o dia mais conflituoso e desnorteado da minha vida.
Tudo por que? Por que? Por que acreditei piamente no que meus olhos me mostraram.
Aí, fiquei em choque, paralisada. Fiquei arrasada. Fiquei decepcionada.
Fiquei simplesmente em pânico. Chorei, chorei muito.
Mas, ainda bem, me lembrei do Tio Ali sabe? "calma...ainda não faça nada. Respire, durma.
Depois, observe e investigue. Averigue o que apurou, ai sim, HAJA!".
DI-TO E FEI-TO!
Enxuguei as lágrimas, dormi. Esfriei a cabeça.
Observei, investiguei e apurei fatos.
E não é que tive resultados surpreendentes? Caraca, era tudo um TRISTE ENGANO!
Coisa tipo de novela sabe? Coisa que se eu contar, ninguém acredita.
Coisa de roteiro Hollywoodiano.
Coisa tão doida que me arrancou as lágrimas do mês, me deixou sem comer, me fez perder
o ânimo. Perdi o resto do dia e o sono.
Como me sinto agora? Aliviada claro! A tragédia não existe, por Deus!
Por outro lado, me sinto também envergonhada, afinal, mesmo que por 1 dia só,
acreditei naquilo que vi. Acreditei tanto que me pertubei, sofri.
E se as pessoas envolvidas na questão soubessem  no que acreditei, afe... as magoaria tanto, tanto. Criaria um pandemônio sem tamanho.
Aprendi: 1) Nem tudo o que parece é e 2) Não basta ver, é preciso enxergar.
Deus sabe o que faz. Me fez ser paciente e esperar. E não me precipitar. Colhi bons frutos.
Passado o susto - talvez o maior da minha vida - só sei de uma coisa: antes de criarmos uma
tempestade num copo d´agua, vamos esperar pelo menos a chuva dar sinal que estar pra cair né?
MARI
:D

quarta-feira, 23 de maio de 2012

AVISO: Mulher solteira NÃO procura!


Estes dias estive com umas pessoas que MAIS uma vez reforçaram minha tese
sobre o "falso desenvolvimento feminista" das últimas décadas...
Por que SEMPRE entre as primeiras frases de uma conversa que alguém tem
comigo vem uma pergunta do tipo: "e o coração?", "e o namorado?", "e casa quando?".
Minha vontade é responder na lata: "Não tem namorado, muito menos casamento.
Meu coração como sempre bate independente de QUALQUER coisa. E não tem nem namorado
nem casamento simplesmente porque EU NÃO QUERO. ok?".
Caraca véi, em que década de fato as pessoas estão vivendo? A de 1910? Talvez a de 1930?
"Evoluimos", "Desenvolvemos", "Somos independend woman´s". SERÁ?!
Não sei não, não sei mesmo.
Por que ao que me parece as coisas não mudaram muito (pelo menos quando se fala de relacionamentos...)
As mulheres podem até não admitir - mas principalmente as jovens como eu - fazem da "caça"
ao "macho man" uma prioridade 24hs das suas vidas.
Vivem de olho nos homens, seja na padaria, na escada rolante, no trânsito ou até nas escolas de seus filhos...afinal, "nunca se sabe, "o cara" pode estar em qualquer lugar".
Muitas vezes eu acho até doentio sabe?
Pocha, não dá para olhar para o outro como uma pessoa de vez enquando?
Penso que das duas uma: ou  estas mulheres "modernas" são huber carentes e não sabem mesmo
suprir isso se não atrelando-se a uma figura masculina mesmo que "só por diversão, por que eu sou "moderna" (ou por que "solteira sim, sozinha nunca") OU por que não tem nada mais interessante
para fazer das suas vidas do que no fundo, ficar lembrando do quanto poderia ser muito melhor
a vida se um "macho man" estivesse do lado delas (nem que seja por um noite).
Nestes casos, francamente, apesar do discurso de muitas do tipo "eu que sou demais, eu faço deles
gato e sapato, aproveito geral e depois mando passear!" o que eu tenho observado é bem o contrário. Elas fingem superioridade e gritam fazerem parte da moda do "descartável" na qual "vai um, vem oito. Uso um e jogo fora!" MMMMMMMAS, na minha opinião, são vítimas de si mesmas, coitadas. São "superiores" mesmo? Será?
Quem é que está usando quem neste mundo? Hum...não sei, viu?
Acho que do jeito que as coisas estão, ninguém tem "moral" para falar de ninguém.
As pessoas tem se "usado" coletivamente, e desculpa, mas é com isso que eu não me acostumo.
Bom, de concreto, o que posso dizer mesmo é de mim. Estou solteira, e NÃO estou "a procura".
Não quero um namorado. Não quero me casar. Nada disso nunca foi nem ainda é prioridade (até agora. O que não significa que no futuro isso possa mudar. Nem significa que mudando, eu entre
na "moda dos descartáveis". Por que eu AINDA acredito que possa existir casamento ou namoro sem "descartavismo", se é que vocês me entendem).
E pocha, me respeitem por isso. Isso é coisa minha, da minha vida. Que saco!
E mais, podem deixar as mentes maliciosas e maldosas de lado, não sou gay nem tenho disfunções hormonais ou qualquer outra "anormalidade" que me impeça de ser uma "devoradora insaciável".
(aproveito para dizer que não tenho nada contra os gays ou os casados. De verdade, os respeito muito.
Os respeito justamente por que acredito que TODOS nós devemos ser respeitados por nossas escolhas, e não ficar sendo eternamente cobrados por aquilo que simplesmente não somos).
Só por que as demais mulheres vivem loucas atrás de um par de calças a todo instante ou lugar,
ou porque se lamentam por que estão sozinhas ou ficam contando quantos meses fazem que o fulano as deixaram ou coisas afins, não significa que EU SOFRA disso tudo.
Estou bem sozinha, de verdade. Sempre estive. E até agradeço a Deus por isso. Não tenho essa falta,
esta necessidade louca de precisar de um homem do meu lado pra ser feliz. Não mesmo.
E pocha, me respeitem.
Eu nunca disse a ninguém "Ah, para com isso! Fica sozinha!" ou "Tá carente heim? Vai se tratar!".
Nunca. Eu simplesmente respeito as necessidades e escolhas alheias por que aceito que os outros
não são NEM PRECISAM ser iguais a mim. E cabe a mim conviver respeitosamente e em paz com os outros apesar de nossas escolhas e diferenças.
Pocha, é um saco isso, de verdade: "cadê o namoradão?"- MORREU! - eu tenho vontade de dizer!rs.
É como a bebiba sabe?
"-vai beber não Mari? Ah, mas só um golinho...deixa de ser boba!".
Tipo, "meu amigo, quer se enbebedar? BOA SORTE! Mas não me enche o saco pra ir na sua onda! Por acaso alguma vez já te enchi a paciência para que você não bebesse?!".
E outra coisa, não tenham pena de mim, tenham não.
Só porque eu não faço coleção de porres e de "peguetes", não significa que eu não sou feliz, que eu
não aproveito a vida ou que sou "pura, santa, ingênua, carola e infantil".
Me adjetivem disso tudo, por outros motivos, e não por que não bebo ou estou solteira. Não por isso.
Só por que eu vivi uma experiência, não significa que eu não possa saber o que ela significa ou exatamente como ela funciona. De verdade? Tolos daqueles queacreditam nisso.
Enfim, no final das contas, eu sei que a "anormal" - e não a errada, o que é BBBBBBBBEM DIFERENTE - sou mesmo eu e por isso mesmo as pessoas se espantam:
"Você não bebe? NADA?! Sério?!" ou "Não namora? Mas nem "fica" por ai? Tadinha...".
Mas quer saber? Não me incomodo mesmo com isso. Com minha "condição".
Se me incomodasse não a exporia com tanta naturalidade aqui ou em qualquer outra conversa que tenho com as pessoas. Assumo mesmo minhas particularidades e escolhas. E se os outros não sabem
lidar com isso, que pena, ou me excluam de suas vidas ou aprendam a viver com as diferenças.´
(Particularmente, recomendo a segunda opção, é o que tenho tentado fazer a minha vida inteira.
Afinal, quem é igual a mim? Quem é igual a você? Quem?).
Mulheres do meu Brasil, por que não pensar um pouco sobre tudo isso?
"Desenvolvemos" mesmo?
Por que andamos tão carentes?
Por que precisamos TANTO do outro, ou de usar outro ou de se deixar ser usada por outro, para sermos felizes?
Onde vamos parar desse jeito? Eu não sei, mas confesso que tenho medo do que o futuro nos reserva.
E mais uma vez repito: sou mesmo uma experiência do passado enviada para observar o presente, e não vejo a hora de ser abduzida de volta para o meu tempo, para o meu mundo.
MARI.

sábado, 19 de maio de 2012

Com açucar e com afeto


Coisa boa é ser realmente lembrado com carinho, mesmo quando faz um tempão que nos vemos.
Ontem mesmo, atendi o telefone despretenciosamente e escutei uma vozinha querida lá do outro lado:
"Mari, gata, quanto tempo! Vamos nos ver!?"
Tem coisa melhor? Mas foi um "quanto tempo, vamos nos ver" assim, querido sabe?
Sem cobrança, sem "dedão na cara", sem tempestade em copo d´agua, sem cabelo em ovo sabe?
Foi um "quanto tempo, vamos nos ver" assim, como se dissesse:
"faz muito tempo que não nos vemos nem nos falamos mas nada mudou, e ai, vamos nos ver?".
Pocha, era tudo o que eu precisava ouvir e ter, uma pessoa normal. Simples assim.
Ai, me lembrei dessa lembrancinha - tipo sugestão #maisqueperfeita - para se dar a alguém querido num momento especial - ou não, só pra dizer que lembrou mesmo do outro, simples assim.
Bom, é o seguinte:
1º você separa um vidro, lava e deixa sequinho.
2º depois você decora a tampinha a seu gosto e imprime um novo rótulo e a receita sugerida.
3º aí você vai depositando no vidro as quantidades exatas da receita que você escolheu e FIM.
A receita - CA-LA-RO - deve ser uma que você sabe que a pessoa que receberá gosta.
(tipo a preferida)
Assim, é só ela misturar tudo, acrescentar os produtos perecíveis e colocar pra assar.
Tem coisa melhor do que receber uma demonstração carinhosa literalmente
"com açucar e com afeto" pensada e feita especialmente pra você? NÃO!
É isso gente, se sentir querido - principalmente quando mais se precisa - não tem preço.
MARI.
:D
obs: post dedicado a fofis da Thamyres Maximo do blog www.sobretudo.blog.com/ que me ligou
ontem e me fez mais feliz só em ouvir uma voz amiga do outro lado da linha.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Necessarismo" x "Interessantismo"


Estava sendo adulta e não me preocupando com as atitudes diárias infantis para
"chamar de atenção" MMMMMAAS, a foto acima que encontrei nesta manhã,
foi mais forte que eu, rs, e por isso escrevo e divido isso aqui com vocês.
Ah, e vou logo avisando: "Caraca véi, vai cuidar da tua vida! Finge que eu morri! Não é possível que você não tenha nada, nada, nada mais interessante pra fazer do que ficar pensando em mim 24hs por dia. E pior, ficar se expondo diariamente por isso. Isso é obsessão heim? Isso é doença! Vai se tratar!"
Enfim...
Olha ai, mais uma declaração minha necessária, e não "interessante".
Não entendeu? Calma, eu explico!
(But, before: Foto #MAISQUEPERFEITA viu?)
Então,tem gente que bateu literalmente a caçuleta  e anda esbaforido pela internet se expondo, coitado, e só mostra o quanto precisa de ajuda.
Essas pessoas não foram educadas para ouvir o que precisam, assim, elas gostariam de escutar somente o que é "interessante" e conveniente.
E voltando no tempo, eu admito, sempre andei falando mais o que era necessário do que interessante. #conveniênciazero!
E ai conclui: "por isso que existe tanta mágoa e ressentimento, por que eu nunca alimentei o "interessantismo" e sim "necessarismo".
É uma pena para os batedores de caçuleta ne?
Sim, por que mágoa e ressentimento só fazem mal para aqueles que os alimentam, então, esse "esperneado" todo deve ser consequência da reação química daquele monte de coisa negativa que eles mesmos alimentam sobre os outros, coitados.
(coisa que TODO MUNDO vê, por mais que os batedores de caçuleta neguem, já que eles se expõem EVERYDAY na internet por causa disso).
Só posso dizer que eu tenho pena né?
PE-NA. É tudo o que me restou.
MARI
:/

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O tempo não para



É verdade, tempo não para, e, é mesmo de longe, é o melhor remédio para tudo.
Estava eu ontem de noite com uma dificuldade imensa de dormir.
E ai neguinha, é um tal de rola pra cá, rola pra lá...
nas noites como estas, eu naturalmente correria e pegaria um livro pra lê.
Assim, adiantaria a leitura e de quebra traria o sono de volta em dois tempos.
Mas ontem não foi assim (primeiro porque todos os meus livros estão encaixotados
o que me deixa DO-EN-TE e segundo por que estava com um tre le le no olho).
Meu olho esquerdo estava bonzinho, mas o direito tava vermelhão e lacrimejava,
tadinho, sem parar. Deu dó do coitadinho. "O que é que tanto lhe afligia?" - eu pensei.
Aí conclui - pra você vê o que a falta de sono não faz, rs - que até com os nossos
olhos a gente pode aprender não né?
Acho que eles representam direitinho nossos "direitos" como pessoa sabe?
É muita viagem mas vejam só: devemos ser como os meus olhos estavam ontem,
é preciso deixar a lágrima cair e ficar vermelho de xorôrô - no caso dele
começou por que bati uma ponta do lençol mesmo, rs - mas, não se pode
deixar de, ao mesmo tempo, acreditar que a vida sempre segue e devemos encara-la
sempre firmes, fortes e com os olhos bem abertos, dando sempre nosso melhor - por
mais feridos que estejamos.
Diga ae? Noite mal dormida = filosofia pior do que boleia de caminhão, rs.
Mas o melhor, foi ( além de acordar com o olho mais clarinho e bem resolvido do que nunca)
logo cedo me deparar com essa imagem (a que postei aqui)
"pronto, é exatamente o que eu queria dizer!" - eu pensei.
Todo mundo tem o direito de chorar e ficar triste, mas não deve nunca fazer disso -
por causa nenhuma - a única coisa do seu dia.
O tempo não para e como os escoteiros, é preciso estarmos sempre alerta, mesmo tristes.
Afinal, quem fecha os olhos, deixa de ver os próximos passos, as cenas dos próximos capítulos
(que vamos combinar, são sempre as melhores né?!rs)
Então, ficamos combinados: se é pra lacrimejar e fechar os olhos, fecha só um. Porque o outro
tem que seguir de olho no caminho, enquanto o primeiro vai se recuperando. Blz?!
Snif, snif.
MARI
:?)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Stronger


Pocha, se eu pudesse escolher assim (como se aparecesse um gênio da lâmpada sabe?)
a profissão ideal, a dos sonhos...eu diria: quero ser show woman.
Assim, a la Beyonce, Shakira e JLo - que cantam, atuam, dançam, produzem e viram no avesso
fazendo arte (literalmente) e se mantendo lindas, fortes, eficientes, centradas e produtivas.
Poder vestir o personagem e tira-lo quando descer do palco,
poder passar uma mensagem positiva pras pessoas
e receber o retorno disso ao vivo a cada show, não deve ter mesmo preço.
Sem falar na sensação indescritível de dançar ao som de uma banda ao vivo, tocando para
você, em sua função...pocha,demais!
E a galera cantando, dançando, se divertindo, sendo feliz - tudo isso graças a este momento
que você e o seu trabalho proporcionam... é você sendo gerador direto de alegria!Massa né não?
Penso que deve ter claro, como todas as profissões, muitos prós e ônus nisso tudo,
mas acho que no fundo, quando se encontra e se faz o que de corpo e alma se ama, os contratempos
são tão pequenos diante da realização pessoal, que tudo vale a pena.
Desse sonho louco (e vamos combinar praticamente IMPOSSIVEL) tento trazer pra minha vida real: força. Força para fazer da minha carreira um sucesso, primeiramente pra mim mesma.
Sucesso...êta coisinha relativa né?
Sucesso profissional no meu caso, não está condicionado ao cargo mais alto das hierarquias nem aos salários astronômicos. Sucesso está completamente ligado, ao meu ver, a realização.
Se a gente é realizado (e pode ser vendendo laranja na feira) somos bem sucedidos.
Por que achamos que podemos sempre mais?
Que seríamos mais feliz se fôssemos mais?
Talvez a felicidade e a realização esteja aqui bem pertinho e a gente na busca por mais
e mais deixe elas passarem assim desapercebidas, coitadas, sem nunca darmos a elas,
a chance que deveríamos.
Atualmente minha maior batalha pessoal - do ponto de vista profissional - é para manter-me
forte na busca (que tantas vezes parece eterna) pela minha realização, pela minha felicidade.
Meu medo, é que esteja no caminho errado, que esteja cega ou que a deixe passar.
Para fugir disso é que tenho atentado para todos os caminhos que me apontam e os observado
como sempre como reais probabilidades.
Assim, agora comigo tem sido : "Isso podia ser um caminho profissional, por que não?!"
Isso, tem ampliado todos meus pontos de vista.
Tem me feito sonhar e acreditar que o sucesso e a felicidade dependem mesmo é da nossa realização e de nossos esforços por busca-los.
Busquemo-los sempre. Força!
MARI

segunda-feira, 14 de maio de 2012

I will survive



Sabe aquela famosa frase: "há males que vem para o bem"?!
Pois é, pense num negocinho verdadeiro!
É triste ter que entender que algumas pessoas passam pelas nossas vidas,
fadadas a serem a penas lembranças boas de um passado que fica cada dia mais distante.
O mundo gira e minhas necessidades mudam conforme a "música toca" sabe?
Deve ser justamente por que eu não sou um rôbo, eu sou gente, e feita de carne e osso.
Aí, a cada ano que passa, meus interesses, meus investimentos e minhas prioridades
acabam sendo adaptadas ao novo momento da vida no qual estou inserida.
Deve ser por isso que meus esforços eram destinados a direções distintas quando eu tinha
5 anos e depois aos 15 e agora mais uma vez aos 25.
A maturidade - a velhice mesmo,rs - me faz querer investir cada vez mais no futuro que eu
sempre sonhei pra mim (acho que desde mais ou menos os 12 anos).
Viver, viver, viver... e não alcançar nossos desejos não é muito animador,
por isso é que tenho voltado todas as minhas energias para alcançar meus objetivos
e assim, ser feliz. Falo isso, por que acredito que minha felicidade está em minhas mãos
e depende só de mim. Quando a sorte sorrir pra mim, eu sei, devo estar pronta, no ponto.
No meu caso, ela só virá com alguns sacrificios aos quais eu estou disposta a enfrentar
enquanto sou jovem, livre e forte o suficiente para não me abater ou desistir.
É triste que aquelas que deveriam ser nossas principais amigas incentivadoras rumo a nossa
felicidade só saibam ver tudo isso do ponto de vista do:
"e eu? Mas e o que eu quero? Agora eu quero uma amiga pra me escutar, me divertir,
me acompanhar. Não quero uma amiga que quer ser feliz num futuro de sabe lá Deus quando"
Pois é, algumas vezes os caminhos se desencontram mesmo, por que os interesses deixam de ser comuns. As prioridades passam a divergir, e ninguém se entende mais.
Pra mim isso significa que os caminhos vão em rumos diferentes, não que a amizade acabou.
Mas quer saber? Se acabar, paciência. Tempos difíceis, é preciso fazer sacrifícios pra se chegar lá.
Eu vou sofrer. Mas vou sobreviver. Já levei cada "tapão" e levantei pro seguinte...esse foi mais um.
Tô levantando, e que venha o outro. Deus escreve certíssimo por linhas tortas.
MARI

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Meu dia foi de trabalho


Dia 01 de maio, neste ano, a trabalhadora aqui passou como? Trabalhando.
Fomos supreendidos com o convite para ir a Comunidade da Maré na
cidade de Bayeux/Paraíba fazer recreação e make up nas crianças.
Resultado? Uma tarde muito animada e com atividades sem parar.
Samya e Marcelo foram comigo e com certeza ajudaram muito na organização
e diversão de todas as crianças.
Ah, e falando nelas, OMG de onde saíram tantas delas?
Era criança que não acabava mais, incredible!
Quanto mais eu maquiava, mais a fila aumentava!
Nem a super organização de "tia Samya" pra dá um refresquinho pra gente ali viu? (rs)
Fazer esse tipo de trabalho pra mim é muito gratificante por saber que posso
fazer diferença no dia de outra pessoa, posso fazê-la mais feliz - e com tão pouco.
Me mostra também como sou privilegiada, afortunada e abençoada.
Me faz dar valor a minha família, minha casa, minha vida e tudo o que eu tenho.
Mas me faz principalmente ver, como eu uso pouco meu potencial  -
como pessoa mesmo - para fazer alguma coisa pelo mundo, pelos outros.
O mundo precisa de muita, muita coisa pra ser justo e melhor, mas não é tão
difícil contribuir para isso. Basta deixar a inércia, a falta de tempo, a "frouxidão"
e o medo de AGIR.
Agir, agir, agir.
Nossa... uma palavrinha tão pequena, mas que faz TODA a diferença.
Vmaos deixar de blá, blá, blá e HAJAMOS.
MARI
:D

domingo, 6 de maio de 2012

Status: em contenção de gastos.


A vida - quando se contêm demais os gastos - não tem mesmo muita graça.
É chato demais vê alguma coisa legal e não poder comprar, vê uma comida deliciosa
e não poder comer, ver um evento bacana e não poder ir.
É chato demais ficar tendo que lembrar a todo instante que VOCÊ NÃO PODE.
Eu posso dizer que sou uma pessoa consumista sim.
Não consigo juntar, juntar, juntar e não gastar meu dinheiro.
Mas isso não quer dizer que eu não tenha sempre uma reserva, coisa que sempre tive.
Só não consigo é juntar por juntar, por que acho que dinheiro tem mais é que ser gasto mesmo.
Juntar só tem propósito em si, quando há um objetivo nisso tudo.
Como é o meu caso. Existe um objetivo a ser alcançado.
E quando se tem uma meta no caminho irmãozinho, aí é comigo mesmo, rs.
O bom disso tudo, é começar a ver que os resultados aparecer.
Para mim, não tem coisa melhor, do que planejar e acontecer.
Vê que as moedinhas começam a acumular e que por isso mesmo, vai ser possível
fazer aquilo que eu queria, ah meu irmão, não tem preço.
Aliás, tem sim, e alto.
O preço é esse ai, deixar de fazer quase tudo. Mas o retorno, vai valer a pena - eu espero.
Dinheiro não devia existir. Apesar dele ajudar a resolver muita coisa,
no fundo ele atrapalha bem mais.
Eu gostaria de trabalhar o desapego total, e me disporia a isso, mas nessa nossa sociedade,
é bem difícil viver assim.
Enfim, dica a dica: trace metas, faça sacrifícios, corra atrás e comemore seus sucessos.
Não há sucesso sem sacrifício. Pra mim então, sempre foi assim.
Pena que nem todo mundo entende isso.
(principalmente aqueles que nasceram com uma botija em casa, o que não é mesmo meu caso)
MARI
:D

sábado, 5 de maio de 2012

Revira-volta!


Olha, aconteceram tantas coisas depois que soube que posso ir apresentar este trabalho num Congresso de História da Educação em Lisboa/Portugal em julho...
1.Desanimei por que ia sozinha.
2.Arrumei companheiras de viagem, super animei.
3.Desanimei com os orçamentos carérrimos que conseguimos.
4.Animei com novas perspectivas de preços menos cruéis.
5.Conheci blog´s e sites de viagens UBER legais!
(como este, www.oguiadeportugal.blogspot.com/)
E agora, desanimei geral: perdi as companheiras de viagem mais uma vez.
Olha, pra variar, mais uma vez as coisas na minha vida sempre tem que ser do jeito menos simples...
Lá fui eu de novo rumo a novos orçamentos e novas animações, mas vou te contar...tá difícil!
Essa viagem está com uma urucubaca grande, só pode ser.
Mas o fato é que agora FIQUEI IRADA, e vou mesmo de todo jeito.
Tem coisa pior do que viajar sozinha? Tem.
Viajar sozinho tem muitos lados negativos? Tem.
Mas olha, por experiência própria, tem muitos lados positivos também, e vou focar neles.
MARI
:D

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Quem pode estar contra nós?!


Olha vou te contar, se eu virar um ser selvagem da floresta
que mora numa gruta no alto da colina, não estranhem.
Se eu virar tipo Mogli, a menina loba, vivendo longe do bicho
homem, não estranhem.
Só estranhem, e muito, se eu deixar de aprender com TUDO o que
acontece na minha vida.
Só estranhem, se eu deixar de acreditar que em Deus, eu tudo posso, MESMO!
Nada, nem ninguém abalará minha fé em Deus, e tenho dito.
MARI
:D

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Juízo na cabeça, pra não fazer besteira...


Tem passado muita coisa pela minha cabeça ultimamente - ê novidade.
Tenho me auto-avaliado diariamente.
É difícil perceber como sou cheia de falhas, de erros, de orgulho.
É difícil perceber como estou longe de ser quem eu gostaria que fosse.
O que eu gostaria de ser? Ah, tanta coisa.
Gostaria de ser bem mais carinhosa, amorosa. Isso eu quase não sou.
(é preciso de ULTRA intimidade pra esse tipo de coisa no meu caso).
Gostaria de ser menos séria. Isso eu na maioria das vezes não sou.
(é triste levar tudo sempre tão a sério).
Gostaria de ser bem mais "família acima de tudo". Isso eu realmente não sou.
(a exceção é com relação ao meu núcleo familiar, aí sim).
Gostaria de ter mais tempo livre. Isso NUNCA tenho.
(e muito por culpa minha mesmo, me me encho de atividades e compromissos).
Gostaria de ser menos preocupada/ansiosa. Isso tá difícil viu?
(é...por mais que me policie, "criar expectativas" sempre me faz cair do cavalo).
Gostaria de ser menos "ajuizada" - no sentido bom do termo. Ixi...sei não viu?!rs
(as vezes até eu canso de não "sair de mim" uma vez ou outra).
Gostaria de deixar as pessoas se aproximarem com mais facilidade. Isso é muito difícil.
(hoje em dia, pra alguém "chegar junto", rs, tem que ser muito persistente!)
Enfim....gostaria de ser muitas coisas mais, e sei disso.
Trabalho nisso a algum tempo.
É que passam sempre tantas coisas na minha cabeça...tanta coisa.
As vezes acho que eu deveria aprender a meditar, conseguir pensar em NADA no meu
caso seria realmente um santo remédio.
MARI
:D

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Walk and run the Bike!



Depois que mami se aposentou a vida aqui em casa ficou literalmente sob 2 rodas,
e olha vou te contar: ficou de verdade, bem melhor.
Além de gastarmos calorias e de economizarmos no combustível, ainda evitamos
a contribuição para a poluição ambiental.
Isso tudo sem falar da sensação - sem preço - de liberdade garantida. Sentir aquele
ventinho no rosto, soltar as mãos do guidon e descer a ladeira... não tem coisa melhor.
É bem verdade que aqui em João Pessoa, com exceção da orla do Cabo Branco e Tambaú
(onde a prefeitura "tira onda" de ecologicamente correta com os turistas e com a elite pessoense)
não há praticamente condição nenhuma para qualquer ciclista.
Os iniciantes como nós, precisam estar bem equipados e cheios - o máximo que puderem-
de iluminação e pisca/pisca para que um carro ou caminhão não lhe atropele com a
"desculpa" de que não lhe viu.
Resultado? A pagação de mico né? Sim, por que só esse capacete já é hilário.
Aí junte a isso uma monte de luzinha piscando na sua "poupança"...pronto dá certinho...
Enfim, mas não se pode ter tudo na vida né? Querer andar de bike "gatinha" é pedir demais,
antes a nossa segurança né não?
Ainda assim, o investimento vale muito a pena.
Então é isso meu povo, #ficadica: Colocar a bike mais no seu cotidiano, é mesmo um negoção!
Mari
:D

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Tomei um banho" - nova critura sou.

Eu poderia dizer tanta coisa aqui hoje, mas não digo.
Sabe porque? Por que ontem exercitei meu lado assertivo e disse - em
público - uma boa parte do que eu precisava falar a muito tempo.
E sabe o que acontece quando eu cumpro as coisas as quais me proponho?
Eu fico assim, levinha, levinha. Flutuando, rindo.
Me transformo em alguém menos pesada,
menos cansada de carregar o peso de uma hipocrisia velada sabe?
Me orgulho de ser corajosa, de dar voz as minhas insatisfações
(apesar de temer que a maioria das pessoas não entendam).
Isso por que com certeza metade das pessoas que estavam lá me vendo devem ter
confirmado para si mesmas: "é, ela é louca mesmo!",
outra parte deve ter pensado: "essa criatura tá possuída?!"
e os menos cruéis, no mínimo, se perguntaram: "ela está com algum problema pessoal?!".
Enfim, eu não ligo para o que pensam de mim -
até por que, se ligasse, não tinha lá dito o que disse né? rs.
Mas fico triste em ver, como eu vi, gente chorando e no fundo simplesmente aceitando
que nada pode ser feito, que as coisas são simplesmente como são.
Nada, nunca na minha vida, vai "ser simplesmente como é".
Esse compromisso eu assumi comigo mesma a muito tempo.
Eu não posso aceito o erro, a incoerência, a injustiça, o descompromisso o "tanto faz".
Não aceito.
Agora, vamos ver ser de "banho tomado", alguma coisa que foi dita, valeu a pena.
MARI

sábado, 28 de abril de 2012

Trabalhando à bessa


Sigo minha vidinha cheia de ocupações e agenda à mil.
As coisas na nossa obra enfim parece que começam a se aproximar do "the end",
assim, com cerca de 80% adiantado, esta semana me apareceu uma tarefa básica:
cobrir as tomadas de nossa futura casinha.
Logo, elas ficaram como vocês podem ver aí na foto - bastante personalizadas e coloridas.
Uma coisa posso dizer, ninguém vai ter tomadas como as nossas, rs.
Olha vou confessar, não vejo mesmo a hora de voltar para casa.
"OMG faça, por favor, com que voltemos o quanto antes!"
Papi anda de um jeito que só voltando pra casa mesmo (ninguém aguenta mais!).
Os problemas na obra forma mil, e agora temos sofrido com arrombamentos
e assaltos frequentes, o que tem tirado ainda mais do sério nosso papi.
"JC, o que mais falta-nos acontecer?!"
Mudando de assunto...
As providências para a viagem de Portugal, andam também à mil.
Também, com tudo sempre tão caro na alta estação se não corrermos
vamos ter que vender o café pra pagar o almoço literalmente.
Esta semana além de tudo isso, não temos recebido notícias animadoras de Patos/PB.
Existe um pedaço de nossa família bem doente. E com doenças sérias, seríssimas.
Este tipo de coisa, com gente tão amada, nos faz frustados, deprimidos, tristes.
Vê-los sofrendo nos traz sofrimento.
A vida já não tem sido fácil e com eles assim, francamente, só desanima.
Os amigos? Continuam poucos, bem minguadinhos, quasssssssse nada.
É pena, admito. Mas é melhor assim. Em muitos sentidos.
Não gosto de fazer ninguém infeliz, de ser responsável pelo incomodo,
desconforto ou qualquer sentimento negativo/ruim em outra pessoa - já
basta os que proporciono a mim mesma.
Estar sozinha é duro, mas é possível. Sempre tenho reforçado isso.
Vou indo, pra variar, tenho muito o que fazer e o dia está só começando.
MARI

terça-feira, 17 de abril de 2012

EU - Rick Martin

Acabo de devorar o livro do Rick Martin, "ME", que foi lançado em 2008.
O que posso dizer sobre o livro? LEIA!
É tão fácil olhar pro outro, ainda mais pra um artista,
e pensar logo que a vida dele é só alegria e felicidade sem fim 24hs por dia né?
Neste sentido dá pra levar um "tapão" na cara com o livro.
"Sucesso é fruto de disciplina e muito trabalho."
"Silêncio também traz muita reflexão."
"Aceitação é o primeiro passo para a humanidade e igualdade no mundo."
"A verdade vale mais, muito mais, do que qualquer mentira."
"O medo paralisa e aumenta aquilo que pode ser pequeno e simples."
"Doe, compartilhe. Que outra maneira melhor de receber?"
Enfim, atrás do artista, existe uma criatura igualzinha,
em todos os sentidos, a todos nós, e é muito bom também pra nós descobrir isso.
Percebemos mais uma vez, somos TODOS iguais apesar de todas as nossas diferenças.
E aqui fica na minha lista mais um livro que me faz seguir amando as biografias pois
com elas aprendo sempre e mais.
Recomendo a leitura.
E "Kiki, já era sua fã... depois disso, sou ainda mais".
MARI
:D

sábado, 14 de abril de 2012

Academia de maquiagem? Eu quero!

Acabei de ver uma reportagem na TV
sobre uma tal "Academia de Maquiagem" na Itália.
Nooooooooooooooooooooossa, eu quero fazer aula lá!
Diga ae? Seria o sonho de qualquer criatura né?
Atualmente ando vidrada nas tais "caveiras tipicamente mexicanas"
puro Glamour e personalidade não?!
E de repente me deparo com as MAKES das mesmas (como na foto acima),
aí é pra acabar mesmo comigo! Tenho que inventar um evento pra usá-las, rs.
Mudando de assunto...
A vida esta semana foi puxadíssima! Trabalhei adoidado e a biblioteca do CEFET
já é quase meu "segundo lar", rs.
Ah, falando nisso: "gente biblioteca é lugar de SILÊNCIO!!
Pelo amor de Deus, a do CEFET tá mais pra feira da sulanca! O povo conversador!".
Mas, enfim, no final das contas o trabalho duro e duas noites meio em claro deram bons frutos,
porque cumpri com tudo o que havia planejado, e isso pra mim, não tem preço.
As demais coisas da vida seguem... e seja lá o que Deus quiser!
Fiquei, e ainda estou, tão magoada com umas coisas que resolvi nem pensar muito
pra não alimentar nenhum sentimento improdutivo ou negativo sabe?
É isso. Planos próximos? VIAGEM A PORTUGAL!
YUPIIIIIII
MARI

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Yo habla? No, I´m speak!

Fotos da minha Happy Easter no curso de inglês da ALL,
que por sinal, está me fazendo muito bem.
Sempre achei que era "tapada" pro inglês,
e somado a isso sempre havia minha repulsa aos EUA,
aí já viu né? Nunca aprendi mais que HI ou BYE!
Agora está sendo bem diferente, em 4 meses acho que
tripliquei meu vocabulário e já compreendo bastante as pessoas.
Como é boa a sensação de aprender.
É como se tirássemos uma venda que nos cegava.
Compreender algo que antes era incompreensível é mágico!
O inglês? Continuo não gostando.
Dos EUA? Continuo querendo distância.
Mas uma nova necessidade me fez re-aproximar da língua e me mostrou que
antes entendendo-os, do que ficar eu desentendida.
MARI
:D
obs. A vida é mesmo injusta. Eu é que nunca aprendo.
Se estou magoada? Demais.
Se ainda tenho esperanças com as pessoas? Não.
Meu lugar deve ser mesmo em outro planeta.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Lendo TUDO sobre Austrália

Cinco minutos livres?
Nº 2 no banheiro?
Tempinho pra vê a novela?
NADA DISSO! Tenho procurado fazer meu "dever de casa"
a cada momento "livre" ou de descanso.
Por isso, estou quase vesga de tanto visitar blog´s e sites sobre
a AustrÁlia e a vida dos aussies por lá.
Por esse motivo postei uma das coisas mais "diferentes" que achei
até agora, uma piscina de água salgada -LITERALMENTE - em uma
região próxima a Sydney, na praia de Byron Beach.
Olha, nesta daí eu demoraria anos luz pra ter coragem de entrar,
já que aparentemente me pareceu mais assustadora do que divertida.
Mas, sabe como é, nova Cultura, novas experiências...quem sabe um dia?!rs
Aqui em casa as coisas andam a mil.
A grana bemmmmmmm curta, e a obra enfim está uns 85% concluída.
Fato é que iremos voltar pra casa quando a grana acabar - em muito breve - e
não quando a obra acabar entende?
O que significa que ainda estaremos "em obras"por muitos e muitos meses...
O clima no geral por aqui anda ameno,
mas é só tocar no "bendito" assunto da obra em pauta que pancadas de chuva
e raios/trovões violentos já aparecem ameaçadores no horizonte.
Resultado? Faz muito tempo que não toco no assunto. Do jeito que sair, tá ÓTIMO!
O que eu quero desesperadamente é voltar pra casa, do jeito que tiver.
Estamos todos cansados desses 7 meses de ciganos, com coisas encaixotadas,
com coisas espalhadas, com coisas sumidas, com "provisórios" eternos.
É ruim demais ser passarinho sem ninho, ou melhor, em ninho temporário.
Assim, nem nos instalamos de vez, nem vamos embora em pouco tempo.
E isso, é muito transtorno.
MARI

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tô com medo!

Pocha, é tanta, mais tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo...
Tô com a minha vida e minha caixola divididinha em mil e um pedaços,
cada um deles à mil pensando, resolvendo e organizando as zilhões
de coisas que estão simultaneamente acontecendo.
Esse ano, passarei por tantas mudanças, tantas etapas.
Etapas conclusivas.
Etapas iniciadas.
Etapas inconcluidas, etapas inacabadas.
É dissertação, é obra, é grana curta, é crise existencial,
é crise (grande) profissional, é trabalho aceito no exterior,
é agência de viagens a mil, é um sonho quase (e assustadoramente) tornado-se realidade,
é o (difícil) rebola-daqui-rebola-dali pra ter dinheiro pra tudo isso,
é o abrir mão do lazer e da vida pessoal, social...
é o medo de não dar conta das expectativas alheias,
é o medo de não dar conta de mim mesma,
é o medo de não relaxar, é o medo de não aproveitar,
é o medo de ver a vida passar e continuar uma busca eterna pela minha plenitude
e pela minha felicidade que não chegam NUNCA.
Ah, o medo... tem coisa mais sufocante?
Tem coisa mais paralisante?
A minha sorte é que como já disse, é tanta coisa acontecendo,
que "sinto muito medo, mas não tenho tempo pra você! Deixe recado depois do bip..."
E tem mais.
Diante de tudo isso, resolvi: é a minha vez, é a minha hora.
Se eu não me priorizar, não me cuidar, não me preparar, não me ajudar...
a vida passa, e eu - como sempre me sinto - fico.
Fico vendo os outros sendo felizes, realizados, encontrados...
e eu aqui me buscando, me buscando...
Isso frusta sabe? É como se eu cavasse um buraco a muito,
muito tempo, mas não chegasse a lugar nenhum.
Isso me atormenta dia e noite, noite e dia.
Não tem como colocar em palavras o quando essa busca me angustia,
me oprime, me cobra, me consome... é pra não viver!
Meu maior medo? Não chegar a lugar nenhum.
A melhor maneira de combatê-lo? Indo aos lugares, experimentando, vivendo.
Afinal, parada não se chega mesmo a lugar nenhum.
MARI

sábado, 7 de abril de 2012

Lidando com gente...

Sabe o que é pior de ter que lidar com gente?
É saber que por mais que você faça, ou seja simplesmente você mesma,
as "gentes"vão estar sempre achando que você fez pouco, ou nada fez.
Por isso, que quando digo que sou solitária por natureza, as pessoas não entendem...
As "gentes" vivem querendo quem lhes "ouça", quem lhes "entenda",
quem lhes "acompanhe", quem lhes "aconselhe", quem lhes "anime",
quem lhes "apoie", quem isso ou quem aquilo.
Mas na hora do "vamos tentar entender o coleguinha?"
na hora do "vamos tentar compreender que o coleguinha é diferente de mim,
e que por isso eu não devo ficar esperando que ele haja e reaja SEMPRE como eu agiria?"
na hora do "vamos entender que só porque o coleguinha é diferente de mim, não
quer dizer que ele não me considere, não me ame ou não me queira bem?"
Por que as "gentes" ficam sempre magoadíssimas com nossas reações
ou comportamentos só porque são diferentes dos seus comportamentos e reações?
Nosso mal, vou dizer, é ficar sempre - e praticamente obrigando implicitamente -
os outros a ser como somos.
Carencia demais?
Friesa demais?
Ah, depende. Depende demais.
Depende do seu referencial.
E não esqueça nunca disso.
E no final, quem sofre com isso? TODO MUNDO!
Sofre você - que acha que o outro é frio, é insensivel, não tem coração.
E sofre o outro - que acha que você só pensa sob seu ponto de vista
e não para nem um minuto pra se colocar no seu lugar.
Quem ganha com isso tudo? NINGUÉM!
Por isso mesmo, é que acredito e procuro sempre:
Tolerância...paciência...sabedoria.
É difícil.
Quantas vezes já quis dizer tanta, mais tanta coisa, mas calei.
Calei porque entendi que a pessoa é diferente de mim, e que isso
não quer dizer que não possamos conviver muito bem juntas.
Eu resolvi olha-la do ponto de vista positivo, do ponto de vista do
"meio-cheio".
E aprendi que seus defeitos são pequenos diante de suas qualidades.
Aprendi principalmente que mágoa, rancor e ódio só fazem mal a uma pessoa:
a mim mesma
(uma vez que quem os causou muitas vezes nem sabe disso
e vive sua vidinha "muito bem obrigado" enquanto eu alimentava
minha úlcera fruto dos meus disabores...)
Se nós queremos sempre mudar os outros, querendo e esperando deles sempre
que eles hajam de outra maneira e sejam diferente do que são, então parem e pensem:
É triste mas faz sentido...vai ver nós não gostamos desse outro.
Se gostássemos de verdade não desejaríamos
que ele mudasse tanto. Que ele fosse o que não é.
Todo mundo tem defeitos, inclusive eu - ah, se tenho!
Mas quando a gente gosta, enxerga mais as qualidades do que os defeitos.
Quando a gente gosta, aprende a conviver com os defeitos do outro da melhor forma.
Por que no final das contas, todo mundo se gosta, mas de formas diferentes.
O difícil é entender isso.
As vezes o que pra mim é fazer um esforço tremendo, pra você é o trivial.
O que pra você é o mínimo, o básico, pra mim pode ser superficial, desnecessário.
Enfim... e nem por isso as "gentes" precisam sofrer ou desgostar umas das outras.
É preciso entender as pessoas e passar a conviver com elas a partir daí.
E outra coisa:
(por exemplo)
se pra você o normal é se falar todo dia, pro outro pode não ser.
E assim não sendo, ele não vai estranhar se ficar algum tempo sem lhe falar
e não vai ver mal nenhum nisso. Enquanto isso, você estará magoadíssimo
por que o outro "sumiu" e "não lhe considera" como deveria.
Enquanto que o outro, tadinho, "tá certinho" de que está tudo bem.
"Ta" vendo como as pessoas são diferentes?
É pra isso que existe uma coisa chamada INTIMIDADE que nos permite ser honestos e ter liberdade de ser verdadeiros sem magoar. Aí numa situação dessa você sendo íntimo do outro diria (numa situação utópica):
"- faz 2 semanas que você não fala comigo. Alguma coisa aconteceu?"
"- não. Nada aconteceu. Só estive ocupada com muitas coisas."
"- entendo. Mesmo assim, não gosto quando isso acontece. Gostaria que tivéssemos algum contato sempre, estando um de nós ocupado ou não. É possível?
Isso que pra você parece não ter importância, para mim tem."
"- Tudo bem. Entendo. É possível. Não sabia que para você isso era tão importante.
Vou evitar este comportamento."
Pronto. E assim, muitos "mal estares" estariam resolvidos.
Muitas "impressões erradas" estariam esclarecidas.
Muitos julgamentos precipitados nem seriam feitos.
Se realmente fôssemos 100% honestos, coisa que qualquer relação fraternal deveria ter.
Cada pessoa tem seu ritmo, tem seu tempo.
Eu mesma, tenho o meu. Sou de "lua".
Tenho épocas animadíssimas, ou não.
Tenho épocas depressivíssimas, ou não.
Tenho épocas ocupadíssimas (estas são bem permanentes),
Tenho épocas nas quais a prioridade nº 1 é o trabalho, ou não.
Tenho épocas nas quais a prioridade é a minha família, ou não.
Tenho épocas nas quais a prioridade é a igreja, ou não.
Tenho épocas em que estou bastante próximas dos amigos, ou não.
E isso não quer dizer que sou outra pessoa por causa disso. Não sou bipolar.
Não quer dizer que porque estou num momento só alegria, que sou só isso.
Não quer dizer que porque estou num momento só trabalho, que sou só isso.
ISSO quer dizer que SOU TAMBÉM ISSO.
E se as "gentes" não conseguem entender e lidar com isso,
sinto muito, mas essa sou eu. Sempre fui.
Gostaria de ter poderes mágicos e estar em todas as "épocas" ao mesmo tempo,
e atendê-las SEMPRE à contento.
Infelizmente, isso não é possível, pois sou humana e pecadora.
Só espero que as "gentes" criem menos expectativas quantos aos outros.
Que criem menos expectativas quanto a mim.
Aliás, não esperem nada de mim, assim quem sabe, por isso mesmo
não consigo surpreendê-los positivamente?!
É uma pena que eu não consiga ser tudo o que todo mundo espera sempre,
pois confesso que faço sempre o possível para só levar felicidade e plenitude por onde eu passo.
Mas não posso fazer mais do que faço, de verdade. Seria fisicamente impossível.
Pena maior, é as "gentes" insistirem sempre em me ver "meio vazia",
quando eu trabalho tanto para estar "meio cheia".
Desculpem se não sou tudo o que vocês esperam ou desejam.
MARI
:/