terça-feira, 6 de maio de 2014

Focada


Não sou perfeita, sou humana. E erro, muito.
Mas neste momento resolvi conduzir minha vida de uma maneira assertiva
acreditando piamente que estou no caminho da verdade e do bem.
Pensando somente nisso (em ser reta, justa e correta) resolvi traçar planos, metas, para minha vida.
(coisa que não é de hoje que venha fazendo...)
O que mudou foi o foco e a determinação em firmar bem os passos e a "mira" no meu objetivo.
Nada me desviará.
Sei bem onde quero chegar e estou decidida.
Agora, tudo está milimetricamente traçado na ponta do lápis.
Meu futuro depende SÓ DE MIM.
O presente, eu já ando percebendo, será essa eterna meleca azeda até que eu alcance os primeiros objetivos, mas, PACIÊNCIA...
(essa será a palavra de 2014, paciência)
e AÇÃO.
Chega de sonhar, e pior, de se lamentar da "lonjura" da distância da concretização de tudo.
Tá longe? Muiiiiiiiiiiiito! Não consigo nem enxergar "embaçado" tudo o que preciso,
mas não tem problema, vamos seguir firme até que lá longe,
no horizonte, o primeiro sinal de esperança comece a despontar.
Sempre fui assim: tenho dificuldade em tomar importantes decisões,
mas depois de tomadas,
ah, meu amor, não volto mais atrás. (salvo circunstâncias raríssimas...).
Tá decidido. E não está sendo nada agradável.
Estou feliz? Não. Definitivamente não.
Mas estou satisfeita. Estou no caminho certo.
Nem sempre o que é certo, o que é preciso, é tranquilo e "gostoso".
O desconforto, o desequilíbrio é necessário para aquisição de novas posturas e conhecimentos,
como bem diria o educador Jean Piaget.
Desequilibrarei e aos poucos, assimilarei (emos) todas as novas "fases" e adaptarei (emos) tudo com maior maturidade.
Vygotsky - outro grande educador - via em todo ser humano um potencial de crescimento, de aprendizagem.
O que nos separa disso, segundo ele, é apenas uma zona de desenvolvimento proximal.
Acho, que resolvi me jogar nela. Me jogar de cabeça.
Acredito no meu potencial, sei onde posso chegar e estou disposta a "desequilibrar"
no presente em prol da acomodação e futura aprendizagem que o processo todo possa me (nos) trazer.
Vai ser fácil? Não.
Vai ser rápido? Não.
Vou (vamos) sobreviver? Sim.
Avante.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Enojada...


A gente estuda tanto, se prepara tanto...
sabe, e no fim de tudo, você cai num mercado que, sinceramente, não precisa de nós.
Precisa é de um desses colegas - alguns que nem licenciatura possuem -
que fazem tudo a qualquer preço e hora.
Pronto, no final das contas, é ISSO o que conta e interessa.
(...)
É duro demais ser jogada no salão quando o que toca é o samba do criolo doido
e o que você treinou a vida toda foi o clássico dos clássicos.
É completamente desorientador o meramente e simplesmente correto ser tido
negativamente como "rigor" exagerado.
Rigor exagerado? Pocha... não sei se choro ou se rio com uma afirmação dessas.
(...)
Minhas convicções e valores educacionais andam muito muito abalados e sinceramente tenho estado triste - no sentido literal da palavra - o suficiente para não me animar ou esperançar com nada mais.
Que triste trabalhar assim. Que triste viver assim.
É nisso o que, aparentemente, minha carreira tem se transformado em 2014: numa tristeza.
A conclusão de que as conversas são só conversas, as promessas são só promessas
e as teorias são só teorias são uma realidade devassadoramente constatada a cada novo dia de trabalho
e tem um se tornado um fardo muito muito muito sofrido de levar.
Até quando meu Deus...
Mari
 :/

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Por hora acabamos - apesar de desejar que nunca terminemos.

Algumas coisas na vida são.
Outras estão.
De tantas outras estima-se, espera-se...
mas, por circunstâncias da vida, não estão, nem serão tão cedo...
Sim, por que uma coisa é a "expectativa sobre" ou o que "deveria ser"
e outra bem diferente é o que DE FATO tornou-se.


Se, COMO DIZ O DITADO, "um não quer dois não brigam",
não faz algum sentido pensar que "se um não quer dois não amam?!".
Algum sentido ninguém pode negar que faz.
Como é difícil construir - tentar pelo menos - uma relação com alguém que simplesmente
NÃO QUER se relacionar com você.
Como é difícil conviver com a EXPECTATIVA do mundo sobre essa relação que
deveria (convencionalmente) existir de maneira fraterna, amorosa e frequente.
Como é difícil fazer SOZINHA uma relação acontecer.
Dessa forma ela torna-se um fardo. Torna-se um peso. 
Um peso grande, insuportável, que decidi: não aguento, NEM VOU, mais carregar.
Não é desistência -  pois tenho esperanças que um dia, amanhã, ano que vem, daqui a 20 anos... -
talvez isso possa mudar sabe? Mas hoje, hoje não posso mais seguir assim.
Estou infeliz e me sentindo cansada de carregar o peso da responsabilidade de um fracasso constante
numa relação na qual só eu manifesto interesse.
Cansei. E é um cansaço quase físico.
Cansei também de ser (implicitamente na maioria dos casos) forçada a manter laços e ações
que representem o carinho, atenção, respeito, consideração e cuidado por uma relação que OS
OUTROS esperam que existam mas que, na verdade, se existiu (pelo menos de 10 anos para cá)
foi aos frangalhos, na "marra". 
Não há, visivelmente, reciprocidade entre nós dois. 
Não há, amor. É triste, mas não há, admitamos sinceramente.
Cansei. E não estou nem um pouco interessada em "construir ou regar amor" junto a alguém
que simplesmente não quer - declaradamente
minha presença junto a sua vida, seus amigos ou cotidiano.
Não estou interessada em manter uma relação com alguém que só lembra de mim em situações isoladas
nas quais sou "explorada" para algo que lhe é útil emergencialmente e ponto final.
Imaturidade? Inobservância? De quem: sua? Minha?
Não sei.
Deveria eu, a "sensata", a "salvadora" da pátria, remar contra a maré 
e não abrir mão da possibilidade de sermos - concretamente - o que se espera de nós?!
Talvez. E é esse talvez que não em fará agora trancar essa porta a 7 chaves. 
Por hora, a fecharei, apenas, e disso não tenho dúvidas. 
Fecharei com a consciência tranquila de que hoje, e até aqui, 
fiz o que achei possível para tornar tudo "normal". 
Dei vários passos, carreguei a "missão" sozinha nas costas por nós 2 durante o tempo que pude. 
Agora, chega. Não mais.
A partir de hoje determinei: 
se um dia você quiser transformar essa relação um ônus para todos nós, ótimo. 
Serei muito feliz em reavê-la e fazer dela,
junto com você, aquilo que SEMPRE DEVERÍAMOS ter sido.
Caso contrário anuncio:
Uma relação é algo que precisa ser desejado e realizado por dois lados predispostos a tal intento.
Relações não devem ser fardos, devem ser fonte de segurança e paz. 
Todas as minhas assim o serão, a começar pela nossa.
Enquanto fardo ela for, resolvi larga-la e sentar bem em cima. 
Não vou mais levar o peso de um fracasso e de uma expectativa não correspondida. Chega.
Por hora acabamos - apesar de desejar que nunca terminemos.
MARI.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Que pena...


Ando cercada de pessoas que dão pena. Apenas, nada mais.
Essa frase, essa imagem assim... veio SUPER a calhar.
De um lado sinto-me arrodeada de gente que acha que por que viveu mais que eu,
me entende. tsts. Ledo engano.
É uma gente que pensa que está SEMPRE certo.
É uma gente que não parece nem um pouco preocupado em tentar entender o outro, e
que por isso mesmo nunca para para pensar que "pocha, o problema pode ser eu não?!".
De outro lado, tenho enfrentado batalhas semanais contra uma gente que de fato e com certeza me dá MUITA pena.
É uma gente que, aposto, nem sabe o por que... mas resolveu não me possibilitar dar asas para voar.
A dor que sinto tem sido similar a de quem tem uma parte do corpo presa o tempo todo...
entendo o João Gibão...
Tenho procurado Deus em todas as coisas, sempre.
Tem sido tão desgastante... Deus me dê forças.
Mari

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Juventude Transviada...


Fala sério, qual o problema da juventude do século XXI?
Mais uma vez estampam-se os noticiários com um caso de aluno do ensino fundamental que invade a escola e sai matando (dessa vez a facadas) friamente quem encontra pela frente - colegas ou não de sala, professores e funcionários.
Onde? Nos EUA. 
Nesse país esses casos até são comuns. Eu, já nem me choco tanto. 
O que vem deixando preocupada a é minha curiosidade que reacende
 a cada novo caso desse de violência norte americana:
"por que o jovem daquele país é tão violento? 
Por que age com tamanha frieza contra aqueles que,
muitas vezes, fazem mais parte de sua vida do que sua própria família?!"
Sempre fico pensando nestas questões... 
será que nos EUA essa situação de tamanha violência entre os seus jovens
já não deve ser tratado como um caso de "segurança pública"?!
(...)
Bom... mas o que me fez vir aqui escrever e desabafar 
foi mesmo um sentimento que tem cada vez mais tomado conta de meus receios profissionais  - sim por que sou professora, educadora por ofício:
"que papel a escola brasileira 
(meu lócus de trabalho que POR ACASO tem a finalidade de EDUCAR a juventude do meu país tendo a mim como um dos principais ATORES neste sentido)
tem desempenhado na vida desses jovens? 
Por que eles estão cada dia mais agressivos com os colegas, com seus professores, com gestores e profissionais? 
Por que depredam cada vez mais os patrimônios escolares (paredes, cadeiras, áreas comuns)  e seus próprios materiais (livros, cadernos, estojos)? 
Por que tudo o que representa e significa alguma relação com o universo escolar é tratado pelos nossos alunos de forma, crescente, tão negativa e agressiva?".
Isso tudo de fato me assusta, me preocupa. 
Mas principalmente, me entristece.
Entristece-me por que essa minha observação é referente a universos múltiplos, logo, infelizmente, a meu ver, e diante das minhas experiências,
é uma situação generalizada: 
não importa se escola pública ou privada pequena/grande.
A reflexão que me persegue é: 
"por que a escola, e tudo o que a envolve, é visto de maneira tão negativa pelos alunos? Por que designam a ela agressividade e violência quando deveriam alí depositar - no mínimo - interesse?".
Acredito (inclusive me incluo, como educadora escolar, nesse nicho) 
que esses problemas são frutos de inúmeros fatores que associados têm resultado nessa situação toda.
Mas não posso deixar de me entristecer ao perceber que entre esses fatores há a nítida percepção de que os alunos muito pouco ou NUNCA se identificam com a instituição/ambiente escolar.
Sim, por que se houvesse o mínimo de identificação e, consequentemente, de zelo, cuidado, interesse - e quiçá carinho - pela escola MUITO de tudo isso não existiria.
Como não trazer um tanto dessa "culpa", para mim - educadora escolar? 
Devo estar fracassando como educadora neste sentido...
não consigo contribuir significativamente  para que estes alunos se identifiquem com o ambiente escolar, com seus fazeres, com o aprender que ele pode lhes proporcionar...
Apesar de acreditar que a "culpa" não é de um só sujeito, penso que todos nós atores escolares,precisamos estar preocupados e empenhados nessa causa:
a da significação da aprendizagem.
Esse é o segredo do sucesso escolar a meu ver.
Essa sim é a grande vilã dessa situação: a significação da aprendizagem. Aliás, a falta dela.
Assim, o aluno, que não entende o porquê vai à escola, 
nem por que precisa adquirir aquele monte de conteúdo muito menos para que boa partes serve, só pode mesmo se "revoltar" contra essa obrigatoriedade de passar a maioria de sua infância e adolescência frequentando um espaço que lhe impõe um monte "insignificâncias". 
Resultado? Violência - agora cada vez mais - física e depredativa contra tudo o que represente isso.
O problema, claro, vai MUITO mais além da insignificância dos saberes escolares:
- essas crianças e jovens são no máximo alunos, pouquíssimos descobriram o prazer de ser estudantes.
- muitos moram em casas, mas não possuem lares.
- a família deles é completamente desestruturada e esfacelada. São expostos cotidianamente a situações que nem muitos adultos resistiriam incólumes.
- a referência de respeito e autoridade praticamente não existe.
- os conceitos de limite e dever estão em extinção. 
- não possuem infância de fato, brincando e interagindo saudavelmente com outras crianças e assim socializando e dividindo saberes, brinquedos, situações e interesses.
Some-se a isso tudo um mundo que apresenta, principalmente via mídia e eletrônicos, 
TUDO a TODOS descomedidamente. 
A violência e o desrespeito são ideias disseminadas subliminarmente e muitas vezes explicitamente. 
E o que para mim, causa maior temor:
falta, no mundo "moderno", Deus no coração das pessoas
O ateísmo cresce na velocidade da luz e junto com ele
o destemor, a valentia desmedida, o atrevimento e o sentimento de que "nada temerei", “posso tudo”...
Por isso, quando encontro algum aluno que possui uma religião, me alegro. Alegro-me profundamente (independente de qual religião seja) por que sei que alí existe orientação, rumo, existe um "por que" e um limite para suas ações e desejos. 
As coisas estão difíceis e acredito, infelizmente,  ainda podem piorar demais.
Só me pergunto até quando vamos ficar, no máximo, analisando-as.
Quando vamos começar a elaborar planos de ação e APLICA-LOS a fim de resolver isso tudo?
Empurrar esses problemas com a barriga não vai resolvê-los. 
Culpabilizar "a" ou "b" e esperar que outros resolvam também não vai melhorar a situação.
É preciso agir. E rápido.
A juventude está transviada e vai piorar. 
Cabe a nós todos, e também a escola, aceitar ou virar o jogo.

MARI

quarta-feira, 12 de março de 2014

E sua vida segue sem Deus...

Sei logo quando uma pessoa não crê em Deus.
Até seu olhar é diferente.
Ela nada teme, nada respeita. É presente apenas.
Para esse tipo de pessoa nada a retém no passado e o futuro, a ninguém
- nem a Deus, claro - pertence, rs.
São pessoas, geralmente, cheias de si e que carregam deliberadamente o "rei"
do seus egos na barriga sem nenhuma timidez ou receio.
São seguríssimas de si e nada respeitam.
Para tais pessoas, não há nada ou ninguém que lhes seja superior no MELHOR e PRINCIPAL
dos sentidos: como Aquele que as guia, as perdoa, lhes tem misericórdia, lhes oferece sempre a mão, só pensa nos vossos "bem" e, sabiamente, NUNCA as deixa sozinhas.
Não.
Para essas pessoas, Deus - ou qualquer ser/coisa superior  - não existe.
Além disso,
para essas pessoas, nós, os crentes - independente da religião seguida, somos ALIENADOS,
seres menores, pejorativamente analisados e criticados como aqueles que "se deixam iludir" cegamente por crenças infundadas ou não comprovadas. Por dogmas impostos e difundidos.
Somos os homens e mulheres, soldados de uma fé que nos faz "lavagem cerebral" dia e noite.
Mas nós crentes sabemos: fé não se discute, fé não se prova ou comprova. Fé não se explica.
Fé se sente, acredita. Mas, nem todo mundo tem essa sensibilidade ou disposição...
Francamente? Tenho pena desses homens e mulheres descrentes, são "homens de pouca fé".
São nitidamente, aqueles que a tudo e todos desafiam, os que não respeitam nem escutam opiniões diversas.
São os que riem das diferenças e que ironizam a diversidade de crença,
pensamento ou direcionamento/filosofia de vida daqueles que preferem seguir com Deus.
São pessoas céticas que se dizem tão sábias... mas, que na verdade, são as criaturas mais cegamente dogmatizadas e alienadas por sua "descrença" explicitamente assumida
- nossa, e como eles têm necessidade de gritar sua falta de fé e de dar "patadas" nos "religiosos".É uma superioridade interessantemente agressiva e opressiva. Não vejo superioridade ou acerto nisso...mas enfim...
No geral, os descrentes são crentes sim: nas suas verdades absolutas.
Nos seus dogmas particulares.
Nas suas radicalidades circunscritas em seus fundamentalismos estreitos que, mais do que qualquer coisa, depois do choque, só me causam pena.
Pena sabe de que?
Do tempo que perdem rejeitando a Deus e suas maravilhas.
Sim, por que Deus segue pacientemente na soleira da porta destes descrentes todos, esperando
uma chance de entrar.
É pena... pena mesmo, que alguns morram, sem nunca descerem de seus pedestais balizados numa arrogância sem fim...e suas vidas vai seguindo sem Deus.
Não por que este último deseje, mas por que somos todos livres arbitrariamente
para escolhermos nossos caminhos.
Nós somos as nossas escolhas.
E até escolher não Segui-lo só cabe a nós mesmos.
(e até essa escolha, foi Ele quem nos deu. Nisso, eles e suas certezas absolutas não pensam...
mas sabem se colocar em situações de desespero e me dizer:
"se vc crê mesmo em Deus, e se o teu Deus é tão bom e justo quanto você diz, peça a Ele por mim, estou precisando...").
Sugiro que assistam o filme "O Ritual" com Alice Braga e Antony Holpkins.
Este filme aponta bem a discussão aqui sugerida: a necessidade e a força da fé.
Triste fim dos descrentes.
MARI

terça-feira, 4 de março de 2014

Combater o bom combate...


Estamos, todo nós, sempre respaldados pela premissa do relativismo.
Afinal, tudo é relativo. E, como diria meu professor de física, "depende muito do referencial".
É incrível como não adianta currículo, estudos, leituras e dedicação...
(O bom mesmo são os cabelos brancos e a pose de que "sabe o que faz"... 
mas, claro, isso também é relativo. rs)
É incrível como não adianta a prática correta e justa pautada na democracia...
(O bom mesmo é lembrar que estamos incluídos num Sistema que nos engolirá...
ah, tivesse eu tomado a pílula azul e não a vermelha heim Matrix?!
mas, claro, isso também é relativo. rs)
É incrível como as coisas são como são e como os discursos e ideias
são discursos e ideias apenas. No máximo interessantes.
(mas, claro, isso também é relativo. rs).
Relativo ou não. As coisas estão. E definitivamente, discordo delas.
(...e quanto a isso não há relativização).
E não é o Sistema que me "ameaça" que pode não me "aproveitar", as vezes penso
muito sobre o fato de EU não querê-lo ou não aproveitá-lo. Simples assim.
Tenho pensado que...
"por que é que o Sistema é que nos testa e não nós a eles?"
"por que eu é que tenho que me enquadrar?"
(e seguir debatendo-me com meus valores, sensibilidades e fé...).
Penso como complicamos tudo...
"quem foi que disse que ser "feliz" é está incluído nisso tudo?
E se a felicidade estiver justamente na distância disso?
E se eu morasse numa casinha na roça, comendo o que eu planto e dormindo sob a luz das estrelas...
eu não seria "feliz"? Por que sim? Por que não?"
(...)
De todas as passagens bíblicas, é essa a que mais - e sempre - "martelou" e "martela" meu juízo:
"...combater o bom combate e guardar a fé. Combater o bom combate e guardar a fé...".
O "bom" e o "ruim", graças a Deus, também são relativos.
Assim, o "bom" combate do Sistema, pode não ser o meu.
E é nisso que eu tenho pensado.
Sofrer e me adequar negando-me ou ficar em paz e buscar o meu caminho, mesmo que "alternativo".
Parecer/Ser isolado não significa estar sozinho.
Cada dia mais, tenho mais certeza disso.
Pare. Olhe. Escute. E depois, não muito depois pois a vida é breve demais para conformismos e incertezas eternas. O risco se corre mesmo em "aparente segurança", vá. FAÇA.
Combata. Mas só os BONS combates.
MARI.