quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Uma parte solar de mim


Tem parte de mim que deixa de ser "nublada" (facin, facin)...basta estar na companhia certa.
Um caso típico de "ensolação" em mim é a nossa galerinha carioca.
Pocha, mas nem se fôssemos vizinhos acho que nos daríamos tão bem ou nos queríamos tão bem.
Sabe quando o "santo bate" ? Então, é este o caso.
São pessoas MARAVILHOSAS, que fazem da vida uma festa sempre.
É gente do bem e PARA o bem. Gente que não tem tempo ruim.
Minha maior lamúria quanto a eles é a distância mesmo.
Demora um bucadin pra gente se vê... mas quando encontra: "a parada é cardíaca!" - rs.
Bom, neste fim de ano gostaria de deixar registrado meu carinho enorme
e consideração total pelos responsavéis certeiros de muitos momentos solares na minha vida.
Momentos de muito riso, quase nenhuma preocupação, de aventuras e muito amor.
Família escolhida é muito, muito mais que família dita.
Vocês todos são a prova viva disso.
Levo todos sempre no meu coração.
"Não é TXIAAAAAAAAAAAAAAAAAAGO?!"
Mari
:)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

REbobinando a fita de 2012


Eta que chegamos ao fim de mais um ano.
E este ano foi "babado", rs.
Estava aqui, como sempre faço nesta época, relendo todos os post´s... e percebi que :
"vôte" que ano depressivo! (rsrs).
Tudo bem, admito que minhas crises estiveram mais latentes que nunca,
mas não posso deixar de reconhecer que este foi de longe o ano das maiores vitórias,
das melhores viagens, dos sonhos se concretizando e de novos sonhos surgindo.
Foi um ano de desafios e de muitas "provas".
Foi um ano de "Testes".
Foi uma no que me exigiu paciência muitas e muitas vezes.
Ah, e deve ter sido o ano em que mais pensei na minha vida.
Sim, isso mesmo, pensar.
É sério, se eu escrevesse ou falasse TUDO o que passa pela minha cabeça nas 24hs
do dia, sinceramente, não haveria papel suficiente, rs.
Foi o ano da "casa nova" e o ano do Velho Mundo.
Foi ano da Colonoscopia e das visitas mil.
Foi o ano das lágrimas.... não sei mesmo como não desidratei!
Acho que ando cada dia mais sensível
(e olha que nem gosto de me sentir assim, mas é incontrolável).
Resumindo: ô ano viu?!
Bom, para terminar, o MELHOR do ano, sem sombra de dúvidas - após rebobinar toda a fita -
foi o post em que eu dizia que desejo do fundo das minhas forças ser uma das dançarinas da Beyoncé.
(Na verdade disse que queria ser a própria, mas vamos combinar que aí não é sonho, é ilusão né?!).
Gente, vocês não imaginam como já morrrrrrrrrrrrrrrrrrrri de rir relendo isso.
Eu sou deste planeta? Claro que não né?
(hauhauhauhauhua dançarina da Beyoncé, tsts só eu mesmo...).
Bom, aí como presepada pouca não tem graça, fiz uma montagem da realização desta louca vontade
(esta que está aí acima) para "fechar" o ano com chave de ouro.
"Beyoncé gata, você é que é feliz, e espero que saiba bem disso!".
Sendo assim meu povo, vou indo lembrando a todos que hoje é dia de FESTA no céu e na Terra né? Dia do aniversariante dos aniversariantes: Jesus!
Tem data mais feliz que esta? NÃO!
Feliz Natal a todos nós e que Deus esteja nos nossos corações alimentando nossa fé cada dia mais.
Um abração, Mari.
:)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Naufraga eu?

Tenho me sentido como uma naufraga.
É.
Meu navio me conduziu que foi uma beleza... mas ai eu desci e ele zarpou.
Na praia, eu resolvi nadar mar adentro. Nadei até o fim das forças.
No meio da imensidão do mar achei uma "táboa de salvação".
Desde então, mesmo pequenenina, esta tem sido minha garantia de sobrevivência.
Ao longe, a direita, vejo o navio grande, pomposo...com uma chaminé que indica produção frequente. Suas luzes o diferem da escuridão da noite.
Tantas são as pessoas que dariam tudo para alcança-lo... poucos conseguem.
Tenho consciência plena do privilégio de ser um tripulante/passageiro dele e de que
nem sempre será fácil voltar a vê-lo.
Sei também que eu, daqui da minha táboa, posso dar umas boas braçadas e com fé embarcar sem muitos problemas.
Não sei se devo...
Por outro lado, a esquerda, também posso ver a praia.
A praia, a terra firme.
Terra do desconhecido, das possibilidades.
Terra das vivências e das experiências múltiplas que podem trazer tudo...ou nada.
Não estou naufraga por que naufraguei.
Estou náufraga por que preferi.
Preferi passar um tempo comigo mesma, reavaliando-me.
Sonhando.
Dormindo.
Indo.
As vezes desejo tanto que a correnteza me leve para bem longe...
ou que a Ariel me sequestre para as profundezas das águas onde eu possa viver o novo.
Vivo naufraga dividida entre as águas do dever e do querer.
Águas que me pertubam o sono. Me pertubam a calma.
Até quando aqui permanecerei? Não sei.
O sol tem me feito queimaduras, tem incomodado.
Sinto que Ariel não virá e as correntezas estão distante desse oceano de marolinhas.
Terei de pular em pouco tempo e nadar para um lado, mais uma vez sem olhar para trás.
(Mesmo sabendo que mais uma vez terei que guardar meu coração numa caixinha e jogar a chave beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem longe).
Tenho tendências a naufrágios...
MARI
:/

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Sou jovem para ser velha? Ou velha para ser jovem?




              Recentemente a cantora Sandy lançou uma música que acho que deve ter feito depois de observar-me muitos dias, rs.
(O lado bom da música, francamente, foi saber que alguém no mundo vive também meus dilemas e parece me entender).
              A música fala extamente do que tenho sentido, CADA VEZ MAIS, nos últimos anos: serei eu uma alma velha que "baixou" num corpo jovem? (as vezes acho que é exatamente isso).
              Esse "dilema" tem crescido gradualmentemente. Sinto como se já tivesse vivido tantas coisas, como se já pudesse me responsabilizar por tarefas, funções ou atividades que "normalmente" alguém da minha idade não faria. E não é falta de humildade ou arrogância não, a questão não é essa. É uma coisa quase inexplicável, de outro "cosmos" sabe? Quase de "outra vida".
              O problema, é que as pessoas olham pra minha aparência e me dizem justamente o contrário: "Você? Então... muito nova. Pouca experiência, desculpa!".
 Minha vontade é responder na lata: "CLARO que tenho pouca experiência COMPROVADA: ninguém me deixa mudar isso alegando sempre a mesma coisa, a tal juventude!" (fico pensando daqui a 20 anos... vão dizer o que? "Desculpa, muito velha!" - oh mundo cruel!).
E ai, lá vem os amigos tentar consolar dizendo: "ah Mari, pensa assim: pelo menos você não tem filhos, nem família. No fundo você não precisa, teu pai te sustenta...".
            Meu AMIGO, quer me IRRITAR? Venha com essa "conversinha"  de "teu pai te sustenta" pra cima de mim viu? 
           É CLARO - e infelizmente - que meu pai AINDA me sustenta, afinal "sou nova e sem experiência" para trabalhar em determinadas funções. TODAVIA, meu pai me "sustenta" por que é meu pai mesmo - sim, por que a 4 anos sou legalmente maior de idade e ele não tem mais obrigação de o fazer. Além disso, meu pai me "sustenta" por que tem que o fazer, não é por que é zilionário não. E outra, se meu pai tem alguma coisa hoje, é por que trabalhou desde os 13 anos de idade saindo do "oco do mundo" pra onde está hoje (que realmente, se comparado de onde ele veio, é muita coisa e me orgulho muito dele por isso). Porém, isso não significa que EU TENHO isso ou aquilo. Afinal, ISSO OU AQUILO é dele, e não meu. Fruto de anos de trabalho DELE, e não meu. Deve ser usufruido por ele, e não por mim. Sim, isso mesmo.
           Logo, eu PRECISO trabalhar sim. Eu preciso me sustentar SIM.
          Sou perfeitamente capaz, normal e PRECISO - assim como qualquer pessoa desse mundo - responder pela minha vida em TODOS os sentidos. Então meus "amigos", não venham me dizer que eu "não preciso" só por que não sou mãe solteira ou não me meti num casamento impensado.
          (...) Se a gente parar para pensar é até contráditório esse mundo... quer dizer que a pessoa é irresponsável (de certa forma) e por isso merece mais chance do que aquela que andou "sempre na linha"?! É... acho que já não sei mais viver neste mundo...
          Enfim, só sei que estou cheia do monte de desculpas que o mundo tem me dado querendo fazer com que eu simplesmente ACEITE que sou "novinha" ou que "eu não preciso".
          Quem não precisa que se acomode. Quem não precisa que sugue seus pais até o último fio de cabelo branco deles. Quem não precisa que fique tranquilinho em casa, esperando sua "herança" chegar. Agora, EU, euzinha aqui, preciso sim, e estou DEFINITIVAMENTE decidida a correr atrás, mesmo tendo o mundo me rejeitado pela enésima vez ou não. E tenho dito.
MARI
ps. E como diria o Thiaguinho: "vai novinha, vai novinha...vai que eu ver! Vai novinha, vai novinha...mostra o teu poder!"

domingo, 18 de novembro de 2012

Sofrendo de juventude...


Vocês já leram o livro "Tempo de esperas" do Pe.Fábio de Melo?
Não lhes digo nada além de: leiam. Todo mundo deveria lê-lo.
No livro, o personagem é "acusado" sabiamente de "sofrer de juventude",
um mal muito comum no nosso tempo.
Pocha, depois desse livro fiquei mais aliviada por que enfim pude me diagnosticar:
ok, ok eu admito sou uma "sofredora de juventude" assumida.
Faço TUDO ao mesmo tempo e não sossego enquando não fizer TUDO com excelência
(ou pelo menos se não trabalhar duro para tudo nesse sentido).
Além disso, QUERO TUDO, QUERO MAIS, QUERO NOW!
As vezes me sinto como uma senhora de 85 anos,
como se soubesse que não viverei muito mais e que tenho que correr atrás
e alcançar tudo o que desejo por que me resta pouco tempo.
Me policio, me direciono... foco.
E não me desvio. Por nada.
E muitas vezes, não alcanço. Aí a vida vem e me diz:
"calma minha filha, você ainda vai ter que esperar um bucadinho...".
Ultimamente tenho feito um pedido especial aos céus:
ter a paciência e tranquilidade suficiente para entender que o tempo de Deus
é diferente do meu.
É diferente do tempo desse mundo louco que nos cobra tantas
coisas ao mesmo tempo e agora, já!
Tenho tentado me cobrar menos, e me chatear menos por não estar onde eu desejo ou
por não viver o que eu sonho para mim.
(AINDA! Ainda não estar lá. AINDA não viver isso ou aquilo).
Essa tal patologia da "juventude" é um carma com o qual tenho tentado conviver.
Mas é difícil, muito difícil.
Por exemplo, o nosso carro foi batido (conforme vocês podem ver na foto) a 3 meses,
TRÊS MESES! Sim, acreditem!
E até hoje não saiu da burocracia do seguro+oficina+Detran e blá blá blá.
Agora me digam: não é indignante? Não é revoltante? Não é inquietante?
Algumas - ok, a maioria - das situações da minha vida não seguem o ritmo do meu pensamento
e das minhas necessidades, e é um tormento "lutar" contra elas todas e não me afetar, não me entristecer.
E atualmente, não me frustar, me decepcionar e esmurecer.
Deus me dê paciência. Deus me dê tranquilidade.
Mas principalmente, Deus alimente minha fé para não desistir,
não descrer de um mundo tão surreal como o nosso.
Sinto que tenho me tornado a algum tempo uma pessoa mais triste, e isso não é bom.
Mari
:/

sábado, 17 de novembro de 2012

Falta uma corzinha na minha vida?


Já comeu comida destemperada?
Pior, sem sal?
(Affe maria morro de pena dos que não podem comer temperos ou sal.
Coitados dos que sofrem com pressão alta...
Não consigo nos imaginar sem as especiarias das Índias...).
Minha vida tem de tudo e acontece tanta coisa...
mas eu vivo assim, com esta sensação constante de que vivo em "tons pastéis".
Como se faltasse vibração, emoção.
Como se faltasse sal, faltasse estímulo.
Como se faltasse sabor na minha vida.
E tanta gente olha de fora e diz
"você não tem tempo para nada, você faz coisas demais!"
ou então "Não leve isso tão a sério, faça como todo mundo, só faça. Não se mate...".
Pocha, talvez esse seja meu mal, levar a vida muito a sério.
E levo mesmo. Me comprometo demais com o que assumo.
Se você me chamar para lhe pentear os cabelos ou para trabalhar na sua empresa irei com o mesmo comprometimento a ambos.
E mais, ficarei até sem dormir pensando em uma forma inovadora, diferencial de fazê-lo para assim, ser diferencial até num simples desinlinhar capilar.
Mas o que acontece é que, por mais que eu faça... não encontro o retorno que espero.
E nem é do retorno financeiro que eu falo - apesar disso pesar muito.
É outro tipo de retorno.
É aquele retorno de satisfação, que lava a alma e que faz todo e qualquer esforço valer a pena.
Um retorno que incentiva, que instiga e que impulsiona a fazer sempre melhor.
Um retorno que tira de nós o melhor de nós mesmos e faz com que a gente descubra novos limites do nosso corpo e principalmente, da nossa mente.
De nossa capacidade inventiva, intelectual e profissional.
Enfim... não encontrei este retorno até hoje, nem de perto.
E as vezes me culpo por esperar cores para minha vida vinda do mundo, dos outros.
Cada vez mais aprendo que para sair do tom "pastel", EU é que tenho escolher o tom neon e usá-lo sem temor.
Eu é que tenho que pintar tudo de forma impressionista, determinada, assertiva e marcante.
Eu é que tenho de escolher a paleta e pintar a minha vida.
E se falta cor, a gente mistura as primárias e chega onde se quer.
MARI
Ps. este post saiu assim como uma "tosse". Inesperada e involuntariamente. Saí escrevendo o que veio da cabeça, passou pelo coração e saiu rapidamente dos dedos para o teclado. Tomara que não esteja parecendo louca demais.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Fugir com o circo? Let´s go! (rsrs)


Pochaaaaaaaa quanto tempo meu povo.
Ando para variar sem parar. Minha trilha?
"não para, não para, não para não!".
Ando buscando tanta coisa, e mais que isso...correndo atrás delas.
Ando buscando novos ares, novos suspiros... ando buscando novos voôs sabe?
Ando cansadona das compainhas que não acrescentam e só nos cobram, cobram, cobram...
Ando cansada "dos amigos" que só querem usar da gente e de nossas habilidades...
Ando cansada dos ambientes "conveniêntes" nos quais está sempre tudo "lindo e maravilhoso"...
Ando cansada da falta de desafios e de novas aventuras.
Ando cansada de não ter estímulos e de me sentir frustada coma vida que venho levando.
Juro, estou no estado de literalemente "fugir com o circo" sabe?
As vezes acho que deveria ter nascido pássaro. Aí eu estaria sempre de passagem nos lugares onde me sinto bem. Lugares que me fazem bem.
Afinal, este negócio de criar raiz só tem me feito "quebrar a cara".
Quem sabe de "cigana" eu não seria mais feliz?
Mari.
:/