Aquela que sempre cultivou o hábito da escrita diária no papel... agora divide com vocês os íntimos pensamentos na rede. Sejam bem Vindos!! Mari
domingo, 17 de março de 2013
Em Havana...
Agora, em Havana/Cuba são 9hs da manhã.
Ai Jesus, que vontade louca - ainda mais que ontem - de estar neste lugar.
De respirar seus ares.
De andar pelas suas ruas.
De visitar seus mercados.
De comer uma bobagem qualquer na rodoviária.
De sair a noite seguindo os sons - que devem ser os melhores - por onde me levarem.
De sentar na areia da praia e fechar os olhos para ouvir o vento, ouvir as ondas...
De dançar, dançar a famosa "salsa cubana".
De entrar numa padaria e ficar ali quietinha olhando a vida acontecer, passar.
E provavelmente, depois de toda essa experiência, me sentir como sempre a melhor e mais
sortuda criatura do mundo, por poder viver isso tudo.
Por poder pisar naquele chão, por poder tocar aqueles muros, por poder sentir aquele vento no
meu rosto... mas principalmente, por poder estar ali.
Havana querida, sonho tanto em te conhecer. Espera por mim.
Mari
:)
quinta-feira, 7 de março de 2013
Ainda ontem...
Ainda ontem a gente era só um bando de criança
brincando de "fazer de conta" no teatro e sendo feliz.
Quando tempo faz isso?
Pocha, uns 10 anos no mínimo. Ou mais.
O Tempo é mesmo engelhoso, nos "espalhou" todos.
Mas essa foi de verdade, umas das "turmas" mais queridas que já tive.
Sempre me lembro de "Em busca da valsa perdida" e sorrio sozinha,
lembrando de que até certificado de associação de yoga nós temos devido
a apresentação no Ouro Branco...
Sinto falta do teatro. De como me sinto fazendo-o.
Sinto falta de vcs, daqueles que "entram na brincadeira" comigo e me faziam
fazer tudo aquilo que normalmente não se faz - até yoga, rs.
Saudades - hj dia bem nostálgico.
Ainda ontem... ontem.
MARI.
PS. grande bju aos amigos Marcelo, Lara, Cleide - de quem nunca mais tivemos notícias, Luciana, sua irmã, Clínio e Michele.
brincando de "fazer de conta" no teatro e sendo feliz.
Quando tempo faz isso?
Pocha, uns 10 anos no mínimo. Ou mais.
O Tempo é mesmo engelhoso, nos "espalhou" todos.
Mas essa foi de verdade, umas das "turmas" mais queridas que já tive.
Sempre me lembro de "Em busca da valsa perdida" e sorrio sozinha,
lembrando de que até certificado de associação de yoga nós temos devido
a apresentação no Ouro Branco...
Sinto falta do teatro. De como me sinto fazendo-o.
Sinto falta de vcs, daqueles que "entram na brincadeira" comigo e me faziam
fazer tudo aquilo que normalmente não se faz - até yoga, rs.
Saudades - hj dia bem nostálgico.
Ainda ontem... ontem.
MARI.
PS. grande bju aos amigos Marcelo, Lara, Cleide - de quem nunca mais tivemos notícias, Luciana, sua irmã, Clínio e Michele.
domingo, 3 de março de 2013
De cabeça virada
As vezes a minha cabeça é como um liquidificador.
Todo dia é como se eu "lotasse" a coitadinha de mil e uma coisas,
e no fim do dia eu tratasse de dar uma chacoalhada forte misturando tudo.
Mais ou menos como tartaruga que tomba e fica virada, com o casco no
chão e sem perspectiva de conseguir sozinha sair dali, da para entender?
Pronto, tá criado o problema.
Era assim que minha cabeça estava a muito tempo, completamente virada.
(...)
Virada fiquei por longo tempo.
Mas hoje eu tô sentindo uma coisa tão estranha, é como se alguém tivesse
me desvirado e colocado do "lado certo" sabe?!
Por que eu nunca consigo lembrar durante as tempestades que elas sempre passam?
SEMPRE.
Por que que eu esqueço que no meu caso o TEMPO sempre foi meu "santo" remédio?
(...)
É incrível como a palavra tem poder.
É incrível como ser escutada, de verdade tem poder.
É incrível como reconhecer no outro alguém que quer realmente seu sossego,
seu melhor, tem poder.
(...)
Faz falta sentir nos outros um pouco de sentido, de exemplo.
Se fosse mais fácil ver "rumo" nas pessoas talvez eu me direcionasse melhor
nas minhas "viradas".
Mas exemplo, tá difícil.
Entretanto, esta semana, percebi que ainda tenho esperança.
"É preciso olhar, mas, ver."
ps. O post pode estar meio "virado" mas minha cabeça já não está tanto,rs.
MARI.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Livre, completamente.
Sabe... hoje eu SEI que carrego um peso.
E tenho cada vez mais certeza disso quando olho bem essa foto.
Afinal, cadê essa criatura ae?
Onde foi que eu deixei ela no meio do caminho?
Essa menina ae, era tão gostosa - no sentido literal. E sabe por que?
Por que era leve, era riso, (só riso), era livre. Completamente.
Eu escutei tanto quando era criança:
"aproveita essa vida boa de criança, ser adulto é chato!"
mas sabe como é criança, tudo o que se quer é ser adulto.
Para que? Para quando se for adulto só querer a todo momento voltar,
voltar a ser criança.
E, sendo criança, ser de novo crente e sonhodora de impossíveis.
Ver tudo sempre com tamanha naturalidade e facilidade.
E principalmente, não precisar ser nada, se procurar, se encontrar
principalmente por que NÃO precisa-se ser nada além de você mesmo.
Assim, não carrega-se nada além de uma mochila nos dias de aula,
ou a toalha nos dias de praia onde o vento, já nesta época, sempre foi
meu querido, querido, querido amigo.
MARI.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Minha "anormalidade natural"
Na minha vida, tudo sempre é assim:
cheio de curva, de subida, de depressões... uma geografia de prova de maratona com obstáculos.
Eu já devia estar acostumada, mas sempre me deparo com a mesma sensação de que
"posso mas não sei se consigo".
Tenho esperado a vinda de um insetinho na minha vida... ultimamente as vezes eu acho que estou vendo ele lá no horizonte, mas as vezes acho que é só uma impressão
- como uma miragem num oásis.
Até nisso eu sou E.T?
Por que é que todas as músicas, poemas e criaturas normais cantam, declamam e sentem
(bom ao menos externam efusivamente) a sua chegada com tanta rapidez e naturalidade?
Será que é por que o tal inseto tem se multiplicado na velocidade da luz e "tem pra quem quer?".
(...)
Bom, pra mim, não teve ainda, e não sei analisar se isso é bom ou ruim.
Se deve ou não ser assim, sabe Deus.
O que eu não posso, nem espero - por que seria até incoerência da minha parte -
é querer que comigo aconteça tudo "naturalmente" uma vez que, convenhamos,
a última coisa que sou é "natural".
Sendo assim, na minha "anormalidade" devo achar esta espera/demora "natural"?!
Bom, pensando assim...
O que já posso dizer com certeza é que desejo que o inseto resolva se chega ou não.
Que me mande um e-mail que seja, rs. Que dê sinal de vida.
Que me encha de esperança ou que me cubra de realidade.
O impasse, a espera é o que me mata.
MARI.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Evoluimos?
Teve gente que não dormiu vendo o Carnaval.
Mas eu tenho certeza que teve gente que não pregou o olho, feito eu,
pensando no que teria levado o nosso líder maior (dos católicos),
o Papa Bendo XVI, a renunciar.
Passei a noite pensando se deveria ficar angustiada
ou conformada na vontade de Deus.
E ai, para completar a tristeza, venho ao face e me deparo com gente LITERALMENTE mal educada e sem respeito NENHUM ao que que lhe é diferente,
fazendo pouco daquele que para MUITOS é o representante de Deus na Terra.
Como é que a gente pode ter esperança num mundo melhor com gente
que continua agindo desse jeito e pior, achando bonito?
Evoluimos?
Desenvolvemos?
Eu acho, infelizmente, cada vez mais que não.
Que o Deus de TODOS nós, inclusive dos descrentes, nos tenha misericórdia
agora e no dia do juízo.
Por que vamos precisar.
Mari
:(
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