Mudar é feio? É errado?
Eu acho que não.
Mudar é simplesmente humano.
A gente vive e as nossas experiências constantes vão fazendo de nós constantemente novas criaturas.
O que não muda nunca, são nossos princípios, nossos valores, nosso caráter.
Para mim, isso NUNCA muda.
No mais, hoje você pode detestar sorvete de pistache e amanhã conhecer uma nova forma de fazê-lo e se apaixonar... por que não?!
Hoje você pode adorar um pagode mas amanhã você começa a frequentar um curso de música clássica e descobre que aí sim é "sua praia".
Além disso, acredito que vivemos fases, sempre.
A fase da "pegação", a da "rebeldia", a da "carência", a das "dietas mil", a da "fã da MTV", a da "implicância com tudo", a da "implicância com nada"... enfim, somos pessoas de fases.
As fases não nos fazem volúveis, variáveis e inconstantes. E nos fazem também...
Mas isso pode ser administrado positivamente desde que saibamos reconhecer as benesses de cada momento vivido sem arrependimentos ou lamentações e, mais que isso, seguir TRANQUILAMENTE sem levá-las consigo já que agora estamos num "novo tempo".
Viver um "novo tempo" não significa que os anteriores foram ruins e piores, foram outros. Só isso. Ponto.
Tudo passa, tudo muda. Então vivamos cada minuto como se este não fosse mais voltar - até por que não vai mesmo, sinto informar, rs.
E, o mais importante:
no presente, por favor, não faça com que NEM as lembranças (aquilo que MAIS vale do que foi vivido) das fases anteriores fiquem... não faça com que elas sejam forçosamente esquecidas.
(Por que do que se viveu, são elas que ficam, pra sempre. E ainda bem, já que - no geral - são das positivas que mais lembramos....)
Olha...há tanta gente que no presente se torna amargamente insuportável, que acaba conseguindo fazer com que até as lembranças positivas das fases passadas que se têm sobre e com ela sejam forçosamente deletadas... o que é triste.
Por fim, ratifico: se você passou, como um fase, na vida de alguém que fique nela, que permaneça PELO MENOS como uma lembrança saudosa, boa de se lembrar...
Mari
:)
Aquela que sempre cultivou o hábito da escrita diária no papel... agora divide com vocês os íntimos pensamentos na rede. Sejam bem Vindos!! Mari
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Mas por que?!
Se você, como eu, assistia Castelo Ratimbum na infância vai se lembrar do perguntador Zequinha.
Para TUDO ele tinha seus 1001 "por quês".
A galera enchia o saco e gritava depois do enésimo questionamento: "porque sim, Zequinha!".
Claro, o Zequinha é um bom exemplo de uma fase determinada de nosso desenvolvimento cognitivo ainda na infância - já dizia o construtivista Piaget - mas me pergunto por que é que a gente deixa essa "fase" passar...
Filosofar é mais simples do que parece.
A tal "atitude filosófica" incentivada por Sócrates deveria ser muito mais praticada por nós... questionar, duvidar, procurar saber o "como", o "por que" das coisas, das pessoas, de tudo...
(claro, ser questionador e crítico mas sem ser completamente descrente de tudo. Afinal um descrente além de ser uma pessoa triste - literalmente - é também alguém insuportável...).
"Por que sim" não pode ser resposta para bastar nossas inquietações.
Esse conformismo, essa passividade, esse "assim tá bom" ou ainda o "tanto faz", "o que a maioria quiser"... essa APATIA para vida, para o futuro, para o HOJE, o AGORA... não pode, não dá.
"Por que sim" NÃO ué?!
Mari
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Iniciativa
Acabo de ver uma palestra na Tv.
O palestrante começou assim:
"Um voluntário, por favor um voluntário".
A platéia estava LOTADA. Ninguém se habilitou né? Aí ele...
"gente, não é possível que não exista ninguém pra ser meu voluntário..."
Aí - depois de uns 5 min - um cara, assim meio tímido, levantou. O palestrante respondeu:
"venha meu filho, não tenha medo!"
(toda a plateia ria esperando o "mico" que o tal voluntário ia "pagar" quando o palestrante disse...)
"por ter se candidatado a meu voluntário (abrindo a carteira) você ganhou 100 reais!"
(e pagou MESMO ao rapaz o dinheiro. Este sem jeito, e meio incrédulo, voltsou ao lugar em entender direito o que aconteceu...).
E o palestrante concluiu:
"a iniciativa é uma qualidade muito valiosa e rara nos dias de hoje. Ninguém tem coragem de se arriscar, de ousar, de inovar. Todo mundo tem receio de "ser o primeiro" seja nas relações pessoais, de trabalho ou nas demais áreas de nossas vidas. Ficar parado fazendo o que você já faz e o que todo mundo sabe que você é capaz é pouco. É preciso ter coragem e se não souber fazer, se candidate, pelo menos, à aprender.
Iniciativa meus amigos, pensem nisso. Afinal, quem gosta de estátua é pombo!".
Putz, PERFEITO!
Fiquei muito muito muito reflexiva sobre o que esse cara fez e, principalmente, sobre o que ele disse.
Inércia.
Paralisação.
Conformidade.
Já era. (em todas as áreas da nossa vida).
PS. lembrei de você - meu leitor "especial" - viu? Afinal, como diria "UP- Altas Aventuras":
"A aventura está lá fora!". Vamos?!
Mari
:)
O palestrante começou assim:
"Um voluntário, por favor um voluntário".
A platéia estava LOTADA. Ninguém se habilitou né? Aí ele...
"gente, não é possível que não exista ninguém pra ser meu voluntário..."
Aí - depois de uns 5 min - um cara, assim meio tímido, levantou. O palestrante respondeu:
"venha meu filho, não tenha medo!"
(toda a plateia ria esperando o "mico" que o tal voluntário ia "pagar" quando o palestrante disse...)
"por ter se candidatado a meu voluntário (abrindo a carteira) você ganhou 100 reais!"
(e pagou MESMO ao rapaz o dinheiro. Este sem jeito, e meio incrédulo, voltsou ao lugar em entender direito o que aconteceu...).
E o palestrante concluiu:
"a iniciativa é uma qualidade muito valiosa e rara nos dias de hoje. Ninguém tem coragem de se arriscar, de ousar, de inovar. Todo mundo tem receio de "ser o primeiro" seja nas relações pessoais, de trabalho ou nas demais áreas de nossas vidas. Ficar parado fazendo o que você já faz e o que todo mundo sabe que você é capaz é pouco. É preciso ter coragem e se não souber fazer, se candidate, pelo menos, à aprender.
Iniciativa meus amigos, pensem nisso. Afinal, quem gosta de estátua é pombo!".
Putz, PERFEITO!
Fiquei muito muito muito reflexiva sobre o que esse cara fez e, principalmente, sobre o que ele disse.
Inércia.
Paralisação.
Conformidade.
Já era. (em todas as áreas da nossa vida).
PS. lembrei de você - meu leitor "especial" - viu? Afinal, como diria "UP- Altas Aventuras":
"A aventura está lá fora!". Vamos?!
Mari
:)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Ah, o cavalherismo...
Convivo diariamente, a muitos anos, com a questão do cavalherismo...
e estes dias andei pensando sobre a linha extremamente tênue que o separa
da "frescura" ou da "indiferença".
Afinal, até onde esperar cavalherismo de alguém é frescura demais?
Ou
Até onde a falta de cavalherismo pode ser vista apenas como "ah, é desajeitado tadinho..."
e não como real indiferença mesmo?!
Difícil questão não é?
Sou uma das grandes defensoras dos direitos e deveres iguais para homens e mulheres MAS,
também sou muito muito muito adepta do cavalherismo - se possível nas 24hs do dia.
E tem coisa melhor do que conviver com gente atenciosa, delicada, gentil e sensível
(independente do sexo)?!
Um carinho, UMA ATENÇÃO, um CUIDADO com o outro - ainda mais com aqueles que
"em tese" se ama - não deveriam fazer parte do pacote "eu amo você"?!
Claro, todo mundo é mortal. Haverão os dias e situações de stress, mal humor, impaciência e cansaço nos quais tudo o que se quer é ficar sozinho curtindo nosso amor próprio.
Ok. Entendo mesmo, na boa.
Mas, se forem os momentos e dias de exceção. Sim, por que conviver com alguém que faz do cavalherismo a exceção de fato não é nada cavalheresco...
Ah, o cavalherismo... que falta faz...
Em mulheres também viu?! Ora não...
Como o mundo está doido...
Todo mundo corre para um lado e para o outro e esquece de se relacionar com os demais com o carinho que eles merecem (principalmente se o "demais" for alguém que se ama...)
Ultimamente nos falta tempo para tudo, inclusive para gestos de cuidado, de gentileza, de carinho.
E isso, me incomoda profundamente. Muito.
Pocha, por exemplo...
Esqueceu? Finge que lembrou!
Quebrou? Tenta consertar!
Sujou? Lava!
Está corrido? Ah, mas deixa um recadinho no "bafo" do box do banheiro...
Tá pesado? Ajuda a carregar!
Tá difícil? Se dispõe a escutar.
Quer correr? Dá um jeito de esperar...
Enfim, o cavalheiro não é aquele que compra um colar de diamantes, anda numa Ferrarri ou entope a casa de rosas até o teto sabe?
A gentileza não está no fato de deixar de viver para só pensar em agradar/bajular o outro...
(até por que aí pra mim é "puxa saquismo" mesmo...)
Ser cavalheiro, homens e mulheres, é não ser CAVALEIROS.
Afinal, os outros são gente. Pessoas com sentimentos, e não cavalos
(que também não merecem de jeito nenhum serem tratados com descuido).
Pense nisso...
#FicaAdica
MARI
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Sob outro ângulo...
Se tem uma coisa que escuto repetidas vezes da minha psicóloga
e que aprendi na minha jornada de pesquisadora na universidade
é a olhar as coisas por outro ângulo e outro e outro e outro...
A Historiografia me ensinou que a verdade não existe.
A verdade é temporal, momentânea... e principalmente, ela depende
- como diria meu odiado professor de física da escola, rs -
"do referencial"... é meus amigos, TUDO DEPENDE DO REFERENCIAL.
Todo dia, em cada situação a que me exponho e a cada experiência que vivo,
é disso que me lembro.
A cada vez que converso com alguém e escuto uma "baboseira" sem fim,
fico alí olhando para pessoa, vendo sua boca mexer, suas mãos gesticularem...
mas deixo de assimilar o que ela diz e faço "cara de Monalisa" enquanto penso:
"não é incrível como essa pessoa pensa ASSIM sobre isto?
É o oposto do que eu diria, ou pensaria..."
ou então
"...eu nunca tinha pensado ASSIM, desse jeito, sobre isso...".
Tentar entender a perspectiva dos outros não quer dizer que eu abandone as minhas.
Todavia, entender o olhar, os espectros sobre o qual o outro fala, e vê,
faz das relações humanas algo menos "combatente" e mais complacente.
Entender, claro, não é aceitar.
Entender o outro não é vestir a carapuça do "sou errado sempre, óh céus, como sou ruim", não é isso.
Entender o outro é tentar perceber PRINCIPALMENTE que EU e minha visão, ou ponto de vista,
não somos o CENTRO do mundo.
Quando se entende isso, a vida fica menos pesada - até por que o outro também pode mudar, ou você e suas ideias ou ideais também podem mudar...
afinal, o mundo gira, as pessoas - incluindo você mesmo - crescem, desenvolvem-se...
novas descobertas são feitas na ciência, na religião, na vida...
Nada é eterno.
Nada se cria, tudo se transforma.
Que bom seria se todo mundo pensasse assim: se transformar não se significa mudar.
A transformação traz, acrescenta.
Mas a essência, os valores, o carater devem sempre ser os mesmos
só que acrescidos da sabedoria do tempo, da experiência de vida...
Os ângulos são tantos... é preciso aceitar melhor isso.
Conviver melhor com isso.
Só quando quisermos tirar "os reis das nossas barrigas",
para que o mundo e os outros tenham que ser e agir/reagir conforme nossa vontade,
é que seremos pessoas melhores - até por que "a verdade", como diria Jesus Cristo...
"o que é a verdade"?!
MARI
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Entenda, não sou posse sua.
Entenda de uma vez:
crescer ao seu lado (ou muitas vezes devido principalmente a você)
têm sido e sempre será uma benção em minha vida. Uma honra.
Tê-la junto a mim, contar com você, foi e sempre será um privilégio
do qual eu não desmereço nem desvalorizo nunca, nem o farei.
Sei que fui e sou uma pessoa muito sortuda e iluminada por tê-la comigo.
Entretanto, estar com você NÃO SIGNIFICA que sou você.
Não significa que sou posse sua.
Muito me espanta sua capacidade de "fazer o favor de "livrar-me" disso
ou daquilo", quando isso ou aquilo é um querer ou afazer SEU e não meu.
E desde quando o que é seu interesse tem que ser necessariamente o meu?
E desde quando sua agenda e planos TEM que ser os meus?!
As vezes percebo alguns dizeres e fazeres seus tão intrinsicamente relacionados
ou dependentes de mim, que muitas vezes acredito que você pensa que somos um só.
Mas não somos.
(...)
queria tanto dizer-te isso por tantas vezes...
muitas vezes essa "pressão explícita" em tanto me sufoca...
(...)
Dizer que não somos um e que não sou sua posse,
não significa que te ame, considere ou admire menos.
Significa que você é única e eu também, e AINDA bem disso né?
Assim, juntas somos muito mais.
Que mais feliz e saudável seria se entender isso, para todos nós,
fosse mais fácil e pragmático.
MARI
:/
crescer ao seu lado (ou muitas vezes devido principalmente a você)
têm sido e sempre será uma benção em minha vida. Uma honra.
Tê-la junto a mim, contar com você, foi e sempre será um privilégio
do qual eu não desmereço nem desvalorizo nunca, nem o farei.
Sei que fui e sou uma pessoa muito sortuda e iluminada por tê-la comigo.
Entretanto, estar com você NÃO SIGNIFICA que sou você.
Não significa que sou posse sua.
Muito me espanta sua capacidade de "fazer o favor de "livrar-me" disso
ou daquilo", quando isso ou aquilo é um querer ou afazer SEU e não meu.
E desde quando o que é seu interesse tem que ser necessariamente o meu?
E desde quando sua agenda e planos TEM que ser os meus?!
As vezes percebo alguns dizeres e fazeres seus tão intrinsicamente relacionados
ou dependentes de mim, que muitas vezes acredito que você pensa que somos um só.
Mas não somos.
(...)
queria tanto dizer-te isso por tantas vezes...
muitas vezes essa "pressão explícita" em tanto me sufoca...
(...)
Dizer que não somos um e que não sou sua posse,
não significa que te ame, considere ou admire menos.
Significa que você é única e eu também, e AINDA bem disso né?
Assim, juntas somos muito mais.
Que mais feliz e saudável seria se entender isso, para todos nós,
fosse mais fácil e pragmático.
MARI
:/
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Vai para guerra ou para festa?!
Tem uma pergunta que me persegue desde que tive que escolher minha carreira
por ocasião do vestibular.
Um professor no 3º ano do Ensino Médio dizia:
"atenção, escolham bem... vocês vão querer passar o resto da vida acordando cedinho para ir desempenhar essa função? É isso mesmo que querem?"
Desde então eu penso nisso:
"será que acordarei para ir trabalhar sempre feliz com minha escolha?"
Bom, digo "feliz" por que já entendi que "realizada" é utópico demais pra mim...
( completamente realizada eu nunca estarei).
Pocha, mas "feliz", pelo menos "feliz" eu preciso estar...
Se não, como viver?!
Aí, num outro dia, na semana passada, eu acordo pra trabalhar e meu pai pergunta:
" - Saindo para o trabalho minha filha? Vai para guerra ou vai para festa?"
Pronto, fiquei com a questão (re) martelando até agora...
Para guerra ou para a festa?
Para guerra ou para a festa?
(...)
Tem dias que nosso ânimo está pra lá de Marraquesh não é?
Tem dias que cansa ser positivo e viver tendo esperanças.
Não digo de perder a fé, isso nunca.
Mas a esperança, a positividade... nem sempre consigo mantê-las.
É tão difícil alimentar um sonho. Acho que nem um filho deve dar tanto trabalho...
É tanto obstáculo, desvio, buraco e frustação no meio do caminho que francamente,
em alguns dias - como hoje - minha vontade é largar tudo e ir...
ir pra onde o vento me levar e passar a viver como Deus quiser.
Eu sei, eu sei... não está fácil pra ninguém...
mas sabe como é, nossa cruz sempre parece a mais pesada...
Olhar pra frente, olhar pro céu e continuar acreditando naquilo que você
passou a maior parte da vida construindo mas nem de longe ainda te levou a lugar algum
ainda tem sido um dos meus maiores desafios. Afinal, como continuar a sonhar assim?
Para guerra?
Para festa?
Ultimamente tenho vontade é de nem sair da cama.
Mari
:/
por ocasião do vestibular.
Um professor no 3º ano do Ensino Médio dizia:
"atenção, escolham bem... vocês vão querer passar o resto da vida acordando cedinho para ir desempenhar essa função? É isso mesmo que querem?"
Desde então eu penso nisso:
"será que acordarei para ir trabalhar sempre feliz com minha escolha?"
Bom, digo "feliz" por que já entendi que "realizada" é utópico demais pra mim...
( completamente realizada eu nunca estarei).
Pocha, mas "feliz", pelo menos "feliz" eu preciso estar...
Se não, como viver?!
Aí, num outro dia, na semana passada, eu acordo pra trabalhar e meu pai pergunta:
" - Saindo para o trabalho minha filha? Vai para guerra ou vai para festa?"
Pronto, fiquei com a questão (re) martelando até agora...
Para guerra ou para a festa?
Para guerra ou para a festa?
(...)
Tem dias que nosso ânimo está pra lá de Marraquesh não é?
Tem dias que cansa ser positivo e viver tendo esperanças.
Não digo de perder a fé, isso nunca.
Mas a esperança, a positividade... nem sempre consigo mantê-las.
É tão difícil alimentar um sonho. Acho que nem um filho deve dar tanto trabalho...
É tanto obstáculo, desvio, buraco e frustação no meio do caminho que francamente,
em alguns dias - como hoje - minha vontade é largar tudo e ir...
ir pra onde o vento me levar e passar a viver como Deus quiser.
Eu sei, eu sei... não está fácil pra ninguém...
mas sabe como é, nossa cruz sempre parece a mais pesada...
Olhar pra frente, olhar pro céu e continuar acreditando naquilo que você
passou a maior parte da vida construindo mas nem de longe ainda te levou a lugar algum
ainda tem sido um dos meus maiores desafios. Afinal, como continuar a sonhar assim?
Para guerra?
Para festa?
Ultimamente tenho vontade é de nem sair da cama.
Mari
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