quarta-feira, 7 de julho de 2010

SiNsALaBiN

AbRaCadAbRa, sINsAlAbIn, e PlIn!
É assim que 99% de vocês passam por aqui pelo blog!
Como misteriosos "anônimos incógnitos" ( BuUuUuu )
e se não fosse meu contador,
poderia ficar mesmo achando que escrevo ao vento.
Meu intuíto com o blog é esse mesmo a que ele já se presta:
me deixar dizer e concretizar em palavras tudo o que sinto, penso ou passo.
Atualmente passo tanto tempo na frente do computador,
e foi natural a transição do diário de papel para o virtual.
Logo o blog é um espaço primeiramente meu dedicado a mim.
Mesmo assim, não vou dizer que não fico "triste" quando posto
e ninguém se manifesta.
Mas em compensação em um dia receber quase 50 visitas,
mesmo que silenciosas, talvez queiram dizer alguma coisa.
Fico grata mesmo com o silêncio, minha mãe sempre me diz
que o silêncio muitas vezes diz muito mais que mil palavras.
Acho que muita gente gosta de internet justamente por isso:
pra saber de tudo, pra bisbilhotar MESMO e passar assim,
com um "saco na cabeça", sem identidade, sem ser.
Internet pra mim significa também saber de tudo, mas,
estando EXPLICITAMENTE em todos os lugares que passo,
dizendo ao visitado
"olha estive aqui porque gosto de vir saber de você!"
É, a democracia e suas artimanhas tem dessas...
De qualquer forma, pra você que está sempre por aqui, gracias.
Seja sempre bem vindo.
E se for possível, seja um curioso educado, faça um comentário!
rsrs
Já pra você que bisbilhota sempre isso aqui
(e acha que eu nemmmmmmm suponho sua presença, tadinho (A),
gracias por tanto tempo dedicado em saber da minha vida,
vocês são mesmo hilários.
Logo eu, que ultimamente
ando com o saco na cabeça pra não ver tanta coisa, pra sumir...
Ah, se tivesse o tal "pó do pirlinpinpin"...
"...me leve pra bem longe daqui!"
PLIN!
MARI
:[

segunda-feira, 5 de julho de 2010

OCA

Do que eu sinto mais falta?
Acho que do palco, e de tudo o que ele me representa.
Sinto falta do ritual.
De acordar no dia da apresentação com dor de barriga.
De prender o cabelo minuciosamente fio a fio.
De sair pro teatro sem dar uma palavra, poupando todos os fôlegos.
De me encontrar no camarim. De me maquear, me vestir.
Da zuadinha da sapatilha quebrando o breu e arranhando o linóleo.
De espiar a platéia pelo furinho da cortina e procurar a mamãe.
De parar num cantinho da cochia e perceber no movimento dos outros,
a correria: "ATENÇÃO PESSOAL, CINCO MINUTOS!"
De sentir que eu estou alí, que faço parte, que estarei em cena.
De ficar no breu total quando as luzes se apagam após o terceiro sinal,
e de escutar a cortina abrir e sentir o impacto do primeiro contato com o público.
Do que eu sinto mais falta?
Da sensação que não dá pra explicar...
de em nada pensar,
de deixar o movimento sair, fluir, de voar.
Deixar a energia correr feito louca pelo meu corpo
como uma formiga ultra-acelerada, descontrolada.
De fazer o carão, me montar, fazer a pose e vestir o personagem.
De ser livre, ser todas em uma só.
Não sou eu, dar vasão as outras de mim.
Como estou saudosa, como me corroe.
OCA.
Uma carcaça vazia, invadida por lembranças que só me atormentam:
"eu estou afastada, eu preciso estar lá, faz parte de mim".
Ah, como que queria ser duas.
Assim, faria da minha vida aquilo que eu PRECISO que ela seja com uma
e com a outra, faria somente o que eu QUERIA que ela fosse.
Porque vida é mais cruel quando se é adulto?
Só quando adulta é que percebi que a realidade deixa tantos
desejos quase ridículos, e faz a arte passar na prática, a ser luxo.
Não sei até quando aguentarei viver nesse jejum, nessa ausência, nesse dilema...
e se assim viver -o que é bem provável - aguentarei viver na frustação,
na lamentação, no sonho do que não foi, do que teria sido?
Aguentarei viver pra sempre assim?
Sem conseguir ver uma cena mais trabalhada na TV,
um peça, uma apresentação de dança... e me debulhar em lágrimas e tristeza?
Mas, aguentaria viver de arte? Triste enrascada. Encurralada.
Aliás, ultimamente não em fale em DANÇA, ou em BALLET ou em nada do gênero.
Não estou podendo, não estou.
OCA.
MARI
;(

O que te oprime?

Oprimida?
Não. Esprememida.
Reprimida?
Não. Suprimida.
Iludida?
Não. Desiludida.
O que te oprime? O que te reprime?
O que te limita? O que sufoca?
As vezes sinto como me faltasse ar.
Como se eu não fosse daqui, como se tivesse sido
anexada, relocada, transferida.
Me sinto um cisco no olho entande?
Me sinto arrastada, levada, capturada...
Onde deveria estar? Porque estou aqui?
Ontem num filme:
" encontre seu destino, mire-o e não se desvie
o rio da vida o levará até ele"
Não sei se não encontrei meu destino,
se ando me desviando do rio ou se nem me achei no meu próprio rio ainda...
Tenho vontade de me mudar, de morar assim, láaaaaaaaaaaaa longe
num lugar bem diferente onde tudo seja novo
e não conheça nada, nem ninguém me conheça.
Um lugar onde eu não me sentisse uma exceção.
Tô numa fase E.T., sorry!
MARI
:/

sábado, 3 de julho de 2010

A osciladora!

Vocês oscilam muito?
Acho que nasci no signo errado, no fundo deveria ser de balança.
Num período eu até consigo esquecer meus "gueri-gueri"´s todos,
mas num outro, assim de repente, me bate uma fraqueza sabe?
É bem típico dos meus períodos menos frenéticos, quando não
estou quase pirando fazendo 2100326 coisas ao mesmo tempo.
Um canseira de ser sempre forte, de ser sempre firme...
a mais animada, a mais empolgada, a que mais escuta, a responsável,
a séria, a que mais aconselha, a que dirige, a que isso a que aquilo...
cansa muito essa "casca" toda.
E tem que rir, tem que ser simpática, que ser social,
que ser jovem como são so jovens ou então é velha, muito velha...
Só o pobrezinho do meu travesseiro
(que de umas 2 semanas pra cá coitado...)
sabe mesmo quem é essa daqui...
suas angústias, suas lamúrias, suas dúvidas,
suas fraquezas, suas fragilidades, seus medos e suas ansiedades.
O problema é que não dá, quando encontro uma brecha
e começo a desabafar, lá vem: "deixa de ser desesperada!"
"você diz isso mas eu passo por coisa muito pior escuta só..."
" veja o lado positivo, você reclama demais!"
Por tantas vezes não consegui sair das primeiras frases,
alimento desde os 12 anos diários intermináveis,
onde eu falo falo falo falo e pronto.
Pelo menos instantaneamente vomitar aquilo tudo me deixa
mais calma. Como se eu dividisse tudo com um paciênte ouvinte amigo.
Esse sim, nunca me diz que sou desesperada, ou que "choro de barriga cheia".
Um ouvinte, atenção.
Não tô muito a fim de nada ultimamente, somente de dormir.
Dormir sem sono mesmo, pois a muito a sonolência já foi consumida.
Dormir.
MARI
:/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Game Over

Pocha, estou mesmo em tristeza profunda viu?
Que sacanagem essa nossa eliminação!
E o pior, é que realmente acho que dependia só da gente mesmo!
A Holanda foi muito guerreira, nem depois de seus gol´s
diminuiu o gás e por isso foram os melhores até o fim.
Mereceram.
O nosso jogodares pelo amor de Deus, desde o primeiro jogo mostraram-se
nervosos e com o psicológico vulnerável demais,
assim fica realmente complicado.
Enfim, fiquei triste demais,
chorei e me senti arrasada com o resultado do jogo.
Torci até o último minuto como todos os brasileiros acredito eu,
mas não era mesmo nosso ano.
Confesso que já estava cansada do mal humor
e da falta de gentileza do nosso técnico.
E que invejava muitas vezes a grande vibração do Maradona
a cada gol da Argentina e de seu pelo menos "aparente" carinhoso
relacionamento com toda a equipe.
Enfim, nos resta mesmo é 2014.
Se nosso país não ficar só no comercial, e investir de verdade
espero que enfim esse danado desse HEXA nos chegue.
Pra completar minha tristeza acabei de chorar meus rios de lágrimas
quando GHANA perdeu por um triz do Uruguai.
Pocha, eles não mereciam.
Torci demais, mas não deu pra África.
Como podem ver, não estou muito boa de torcida.
:/
MARI

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Brasileirinhos com brasilidade




Esse post é bem rapidinho só para constar
meus queridos primos modelos
que se passam pra todos os "ensaios"
que invento! rsrs
Dessa vez o tema foi : "Brasil rumo ao hexa!"
Foram tiradas e produzidos por mim em Patos/PB em junho 2010
Bju pros meus queridos Dudu, Thaynah e Mateus!
Bju gente
MARI
:D

terça-feira, 29 de junho de 2010

Treme Custelinha

Meninas, ontem no jogo do Brasil foi da vez que fiquei com mais medo
da reação da minha amadíssima e querisíssima Custelinha
(nossa "filha mais nova" aqui em casa).
Nunca vi a pobrezinha se tremer tanto!
Cheguei a pensar que ía ter um trelele mesmo, affe Maria!
Sabiam que os cachorros tem uma audição 4 vezes mais aguçada
que a nossa?
Os nossos gritos e nossos fogos de artifícios soltados durante
as comemorações de cada gol do Brasil significa pra pobre Custelinha
um sofrimento sem fim, coitada.
Seus olhilhos de aflição e seu coração quase saindo pela boca me deixaram
também bastante preocupada.
Ela até arrumou um novo refúgio: debaixo do sapateiro do meu pai.
(Deve ser o lugar mais isolado da zuada por ela encontrado).
Nós que amamos nossos bichinhos devemos sempre estar atentos
aos sinais que eles nos dão.
Esse treme treme dela é sinal de que não está se sentindo bem,
e precisamos evitar isso.
Me disseram que é bom colocar um algodão nos seus ouvidos
e afasta-los o máximo da bagunça dos jogos.
As vezes sinto como se as palavras viessem assim, na pontinha da língua
dela, como se dissesse " aí, vamos parar com essa zuada toda?!".
Acho que eu caía durinha pra trás! Pense aí...rsrs!
Vou indo galera, minha greve na facul acabou hoje
e amanhã tô sentindo que o "Cancão vai pegar fogo".
MARI
:D