domingo, 21 de julho de 2013

Mulher ou rato?!

Como é que pode ainda existir mulheres que em pleno século XXI
se prendem a um marido ou a um casamento se submetendo
e se humilhando num grau tal que parece que não conseguem
mais enxergar as situações indignas em que se encontram?
Que dependência é essa?
As crianças (e mesmo que fossem crianças, o que já não o são)
não vão perder o pai se a mãe resolver que não aceita mais viver
sob o julgo da falta de confiança, de respeito e de amor de um marido
que só a usa para as convenções sociais.
Que tipo de relação de vitrine é essa?
Pocha, me revolto!
A gente luta tanto por nossos direitos e no final das contas, tantas, muitas de nós, parece que sinceramente, gostam de ser tratadas como se não tivessem sentimento como se fossem um porta retrato para se exibir na "sala de visitas".
E pior, aceitam "a sina" de estarem ficando "velhas" e servirem explicitamente e literalmente para bengalas dos velhos maridos que nem na velhice deixarão de explora-las...
Triste, revoltante!
Aviso aos Homens (não todos graças a Deus):
Se portem com honra. Cumpram suas palavras. Assumam seus compromissos.
Se não o puderem mais fazer, OK.
Todavia, os desfaçam com a mesma honestidade com que os começaram.
Sejam homens, oras!
Me dói muito olhar pra um homem e ver nele um estúpido. Um bicho.
E encontro com muitos sempre.
Eu não aceito isso. Não aceito.
Antes vivo só, mas não me submeto a humilhação e a desamor.
Eu entendo um casamento como um pacto, um acordo de respeito dos dois lados.
Se assim não o for, vira submissão e prisão.
Eu não quero isso pra mim. Não entendo como alguém o possa querer.
‪#‎FicaAquiMeuProtesto‬.



quinta-feira, 18 de julho de 2013

" me espera aê! "


Meu "trem", assim como os de muitos de vocês, corre (e sempre correu) em velocidade máxima.
E eu fico como nisso tudo? Correndo!
Correndo desesperadamente atrás dele, sempre.
Confesso que acho que pelo menos "atleta amadora" já me tornei, rs.
Mas tá dificíl viu? Cansa.
Parece até que o danado é queniano: corre adoidado e não o alcanço nunca.
:(
O início da "corrida", ao que me lembro, começou com empenho no Ensino Médio.
Eu odiava a escola, sofria nas suas engrenagens e me debatia diariamente
para dar conta do currículo de exatas e saúde para os quais nunca tive aptidão alguma.
Pensava comigo mesma:
"Meu Deus, para que aprender isso tudo?
Por que o processo de aprendizagem - que deveria ser um prazer - tem que ser um tormento, uma repulsa, um sofrimento?"
Era sofrimento diário para mim e para a família que ora ficava decepcionada, ora brava,
ora impaciente, ora conselheira e ora esperançosa de me fazer concluir tudo "sã e salva".
Assim, além do desgosto pessoal que eu carregava com relação à escola,
tinha o desgosto que eu carregava pela chateação constante que eu estava causando a minha família, que seguramente não merecia. A escola era uma das melhores da cidade e paga a custo de empenho deles. Não era justo que eu lhes "desgostasse".
Mas não conseguia reverter a situação.
Até que um dia entendi que era preciso dar ainda mais de mim e terminar a escola nos prazos previstos para que eu "pulasse" aquela fase de "nuvem negra" e pudesse fazer uma faculdade
do meu agrado, na qual eu estudaria somente o que me interessasse e faria assim do estudo uma alegria.
Foi assim que conclui o 3º ano do Ensino Médio, adquiri minha "carta de alforria escolar"
e passei imediatamente no vestibular para História - minha matéria favorita.
Segui correndo atrás do meu "trem" - que agora trocara a roupa da escola pela da História.
No curso logo percebi que, ao contrário do que pensava, minha "corrida" não estava terminando
só por que enfim eu estava onde gostava, estava era recomeçando...
"correr" continuava sendo preciso.
Corri atrás de grupos de estudos, corri atrás de monitorias, de bolsas de pesquisa até que consegui chegar... e achando que tinha "chegado" fui novamente pensando:
"posso parar de "correr" achei meu lugar, está tudo certo".
Sei...
Acabei o curso e vi que NADA estava certo, a incerteza ainda imperava.
Resultado: segui "correndo" e assim entrei no mestrado.
No mestrado, iludida, alimentei a esperança de que saindo dele, enfim,
alcançaria "meu trem" e a minha "corrida" teria fim - uma vez que eu passaria
a ser passageira no meu destino e deixaria de correr atrás dele.
Mero engano.
Findou-se o mestrado e as incertezas que já existiam no final da graduação avolumaram-se:
"Já tenho o mestrado e por que meu "potencial" de corrida não me faz alcançar o trem?"
E esta inquietação segue, segue, segue...
Agora estou na etapa da "corrida" chamada "concursos".
Uma etapa, confesso, das mais difíceis.
Você se vê velha, em casa, cheia de potencial, querendo a todo custodeixar de ser "estudante"
e alçar vôos no mercado de trabalho mas, porém, todavia, contudo, entretanto "o trem" parece que
só aumenta e aumenta a velocidade.
E a "corrida" vai ficando mais puxada, exigindo cada vez mais forças de um "atleta"
que, sinceramente, já está cansando - de correr também, mas principalmente
de acreditar que vai chegar.
É... é nesta fase que eu estou, a etapa chamada: "descrença".
Só tenho vontade de gritar: "tá bom chega, não quero mais brincar!".
Mas não é tão fácil assim.
(...)
"Ô trem, dá um tempo. Quebra, freia.
Pelo menos desacelera, que seja... me espera. Me espera."
MARI
:/

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Em que mundo nós estamos?!


Vou te contar, as vezes acho que os EUA não tem problema interno nenhum.
Juro! Só pode!
Não é incrível a capacidade daquele país de se meter na vida dos demais?!
IN-CRÍ-VEL!
Estes americanos só podem ser uns desocupados de "carteirinha"
ou então só podem viver no "paraíso na Terra".
(...)
Depois das últimas denúncias contra os EUA,
confesso que pensei um tantinho antes de escrever sobre eles aqui né?
(vai que me grampeiam?!)
Ah, Mas quer saber? Pode grampear, "clipar","colar", "fichar" e "marcar" que
a verdadezinha é essa mesmo: "- não vou nem nunca fui com a cara de vocês!"
Sim, vocês americanos (a maioria, claro), que vivem de querer impor vossa
cultura consumista na marra ao Ocidente e pior, ao Oriente.
Vocês americanos, que não dão "ponto sem nó" e que não estendem um dedo
se não for para cobrar o braço inteiro de juros depois.
Vocês americanos, que não sabem aceitar e respeitar a opinião alheia
(principalmente se esta for diferente da vossa).
Vocês americanos, que TODO SANTO DIA despejam de 1500 maneiras -
midiáticas ou não - vossa ideologia da "boa vizinhança".
Vocês americanos, que "se acham" tanto que até se denominam "americanos"
(como se a América fosse só vossa!).
(...)
De fato estou cansada de ver um país e sua política "sambar" na cara dos demais quando bem entender.
Fiquei profundamente irritada com a postura de alguns países europeus que fecharam seus espaços aéreos quando havia a possibilidade de uma avião transportar um "inimigo americano".
Qual é? E se transportasse?
Que mal o cara fez além de denunciar a-pouca-vergonha-descarada dos americanos que (agora comprovadamente) bisbilhotam a vida do mundo todo?!
E a gente tem que aceitar isso assim, pianinho?
Tem até que fechar nossos espaços aéreos a uma pessoa que os denunciou?
Onde estão nosso orgulho, soberania, direito a privacidade e respeito?
Onde está nosso "sangue na veia"?
Até quando assistiremos passivamente que alguém nos diga
 - mesmo que veladamente - o que faremos
ATÉ COM NOSSOS ESPAÇOS AÉREOS?
Em que mundo nós estamos? EM QUE MUNDO?
Só pode ser o fim mesmo se aproximando...
ps. é por isso que digo, podiam ter mil defeitos, mas essas qualidades ninguém tira do Fidel, do Chavez e do cabra macho do Irã (que me fugiu o nome agora):
firmeza, patriotismo, coragem e COERÊNCIA!
Não se faz "cabra machos" como em outrora. Infelizmente.
MARI
:(

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Santa Ignorância



Ah mas eu doidinha pra escutar umas pérolas de ignorância sabe?
Umas ignorâncias ditas assim: para fazer meus ouvidos arderem
e minha língua queimar a ponto de não aguentar ficar calada (como todo mundo SEMPRE faz)
só para CERTA criatura escutar, uma vez na vida, uns desaforos que precisa.
Não é IN-CRÍ-VEL como anos de estudo e de "cidade grande" não fazem NE-NHU-MA diferença, nenhuma, SE VOCÊ NÃO TEM EDUCAÇÃO?!
Some-se à educação o respeito, a sensibilidade e a elegância.
Pronto, voalá o segredo do sucesso - o qual TODOS deviam "correr atrás" não?!
É, nem todo mundo entende assim...
Além disso, ao contrário do que a teoria tem me ensinado, NEM SEMPRE
(a maioria das vezes vale salientar) os anos vividos significam mesmo aquisição de maturidade. Têm significado velhice. Literalmente.
Triste sina daqueles que simplesmente envelhecem mas esquecem de amadurecer.
(...)
Ok, confesso que detesto escrever o que sinto sem antes deixar as ideias e as palavras descansarem, amadurecerem.
Sei que as palavras têm poder. (Se tem...) Mesmo as entrelinhas - estas é que tem mesmo.
Por isso, escrever assim, no calor da ira só faz com que do papel (mesmo virtual) escorra pressa,
raiva e desgosto (só coisa ruim) - que neste caso só faz mal a mim mesma uma vez que quem precisa ler isso aqui nunca o fará.
Todavia, ainda assim, preciso gritarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. Nem que se seja aqui.
Sou humana e fraca. Ainda não tenho a grandeza da sabedoria das esperas...
mas tudo bem, aqui no blog - pelo menos - tenho me permitido ainda assim o ser.
Me permito esse "luxo" humano.
Ah, Jesus... santa ignorância!
#ProntoFalei.
MARI

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A danada da travessia...


Construir e alimentar um sonho é fácil...
"Quero ser piloto de avião!"
"Quero comprar um apartamento na Bahia!"
"Quero saltar de Asa Delta!"
"Quero ter aquele emprego"
...afinal, sonhar é de graça e faz MUITO bem.
Saber onde se quer chegar objetivamente, a meu ver, é o princípio de toda valoroza jornada.
O problema, (e que problema) é a danada da travessia até lá.
Ah, as PEDRAS do meio do caminho...
Ah, os BURACOS no meio do caminho...
A travessia, muitas vezes, pode até nem ser tão tortuosa mas pode ser longaaaaaaaa longaaaaaaaaa
e tão longa, a ponto de nos fazer simplesmente perder o foco: "onde mesmo eu quero chegar?"
A esperança é a última que morre? Ah, espero mesmo que seja, por que o foco, vou te dizer
(tadinho) anda bem morto-vivo (a esta altura bem mais morto que vivo...).
Quando digo que meu maior inimigo e concorrente sou eu mesma não brinco, é verdade.
(...)
Acredito que levamos a todos os lados, dentro dos nossos corações, dois bichinhos:
o bichinho positivo, animado, do bem e para o bem
e o bichinho negativo, deprimente, do mal e para o mal.
Durante a vida, e muito devido a nossa educação e as escolhas que fazemos, vamos preferindo
alimentar um ou o outro. Ser bom ou mal, é responsabilidade nossa meu caro.
No meu caso, acho que o meu bichinho do mal "passou na fila do desânimo" umas 2178735287 milhões de vezes antes de ser enviado pro meu coração e estes últimos meses ele tem crescido
que é uma beleza... :(
(...)
Uma pessoa sábia me diz sempre:
" ...não esqueça nunca que isso tudo é a travessia. Ela é longa, mas acaba. Seja firme."
(...)
(Como é bom saber que estou rodeada de poucas, beeeeeeeeeeeeem poucas, mas verdadeiras
pessoas que fazem questão de alimentar meu "bichinho positivo" mesmo quando me falta
ânimo até para isso).
Ah travessia danada, vamos acabar logo com isso?!
MARI
:/

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Não amo por que sou especial. Sou especial por que sou amada.

 

Tem uma música linda demais que diz assim:
"...ainda que vier noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo!
O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo."
Nunca duvidei da existencia de Deus, nunca. Nem por um segundo.
Posso senti-lo. Me ampara, me conforta, me sossega, me acalma.
Além disso, posso vê-lo. Ok, já explico.
CA-LA-RO que Deus, na sua magnitude e sabedoria incomensuráveis,
não ia simplesmente se materializar e me puxar as orelhas ou colocar no colo
a cada vez que eu por ele clamasse (se não, coitado, ía viver 24hs aqui...rs).
Ele usa de sua grandeza para se fazer presente constantemente na minha vida,
TO-DOS-OS-DI-AS através de anjos com os quais me abençou quando eu nasci:
meus pais.
Já viu seus pais rezando e intercedendo por você?
Já viu seus pais perderem o sono por você?
Já acordou com seus pais ao pé da cama aconselhando e querendo seu bem?
Pois é... além de TUDO o que já fizeram e fazem SEMPRE, nestes últimos dias
tenho sido testemunha (emocionada) de suas manifestações de amor incondicional
sinceras, amorosas... divinas.
Tenho amigos verdadeiros neles, mas me orgulho de dizer que tenho neles
antes de tudo pais irretocáveis.
Sou mesmo muito muito muito muito muito muito muito abençoada e sortuda por
ter sido presenteada com a família iluminada da qual eu faço parte.
Já se sentiu verdadeiramente amado?
Eu me sinto, muito, demais.
Meu Deus, não mereço. Não mereço.
Tudo isso só reforça meu desejo de dar-lhes meu melhor em todos todos todos os sentidos,
por que nada menor do que isso eles merecem.
Peço a Deus que me faça em pensamento e atitudes concretas uma filha reflexo do amor
que recebo todos os dias.
Meus dias em 2013 por um lado têm sido de tantas "noites traiçoeiras" mas eu sei,
eu sinto e vejo que neles "Cristo ESTÁ comigo".
E quando me dizem que minha família é "massa"
ou quando digo que sou filha dele ou dela em qualquer lugar que seja (como hoje no banco)
e vejo as pessoas se "abrirem" em elogios, sorrisos e dizerem que estão com saudades deles,
lhes mandarem beijos e abraços verdadeiros...me sinto assim, orgulhosa
e saio de peito inflado (como saí) me "achando" a mais sortuda das criaturas, reconhecendo
que sou rica demais, demais.
Minha responsabilidade por fazê-los felizes e orgulhosos de mim, por lhes dá satisfação e sossego
só aumenta a cada ano que passa.
Espero um dia conseguir ser a filha que vocês merecem. É só nisso que penso todos os dias.
AMO VOCÊS.
MARI
:)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Cheiro de oportunismo nas entrelinhas...


(SOBRE OS MANIFESTOS POPULARES DOS ÚLTIMOS DIAS)
Movimento difuso, sem foco, sem organização.
Sair por sair, não se sabe bem para onde, nem para o que, muito menos onde se quer chegar.
Não se sabe se grita, se corre, se dança, se dá tchau pra câmera e manda beijo para mãe...
"é festa? Tô bonitinha? Pode paquerar?".
Continuo em casa em observação.
Sou historiadora MAS NÃO estou na rua.
O movimento é tão heterogêneo que não consigo emitir opinião.
Minha maior questão é: "parece mesmo o que é?" Não sei...
Não vou gritar simplesmente. Não dá!
Anexo aqui um texto publicado nas redes sociais pela amiga Barbara Belmont.
Já me tranquilizo um pouco em saber que algumas pessoas também começam a se preocupar.
"Quero saber onde isso tudo vai parar! Um movimento sem liderança e sem pautas reivindicatórias nunca poderá negociar com ninguém. Vão negociar o que? Se não tem liderança, todos são líderes. Seria importante que cada um refletisse: "Se os governantes me chamassem para negociar, o que eu diria?". Falar em pautas genéricas como educação, saúde, segurança, combate à corrupção é simples. Todo mundo, no fundo, deseja isso. Mas o que as pessoas querem de concreto? O que pode ser negociado para que os governantes digam: "Ok, vamos atender seus pedidos em X tempo." Até o dia em que não existir uma pauta definida e, sobretudo, uníssona, não vai ter como se chegar a uma solução, a um momento em que todos se sintam contemplados e satisfeitos. E aí, indevidamente, alguém (que ainda não sabemos quem) vai se manifestar como Salvador da pátria. Foi isso que assistimos da última vez em que o povo foi às ruas com reivindicações dispersas. Tivemos um golpe militar. Inicialmente era algo disfarçado, que parecia ser o melhor caminho. E os livros de história nos mostram que não foi bem assim. Sabemos que ir às ruas e cantar o hino é muito bonito. Que sensação maravilhosa de patriotismo! Os jovens de hoje têm saudade daquilo que não viveram. Dos tempos em que as pessoas pintavam o rosto e se manifestavam. Mas precisamos lembrar que, tanto no caso das Diretas Já, quanto no Fora Collor os protestos tinham um objetivo final, tinham metas a serem alcançadas. Mas e agora? Vai parar onde e quando? A UNE (representante de todos os estudantes) foi chamada para negociar. Mas disse que não era a líder do movimento. O MPL que iniciou os protestos em SP já não é capaz de responder pela onda que se espalhou pelo país. Na verdade, poucas pessoas que estão na rua sabem o que é o MPL. Muitos nunca discutiram políticas públicas e vão às ruas impelidos pelo senso comum, sem terem consciência crítica. Virou cool se manifestar. Se toda essa multidão sair transformada, com anseio de depositar seus votos baseada em argumentos coerentes, terá valido à pena. Mas não sei se tais mudanças estão ocorrendo.
Temo onde isso tudo vai terminar, porque o movimento que assistimos não tem um lugar de chegada, um ponto que, quando alcançado, possamos dizer: "chegamos ao nosso objetivo". Será que esta multidão vai esperar as eleições de 2014 para se manifestar pelo voto? Será que só vai parar quando derrubarem todos os parlamentares, a presidenta e os governadores (que, diga-se de passagem, foram eleitos pelo voto universal)? E quem assumiria? Não sabemos. Não há líder nem uma causa clara. Alguém pode se apoderar indevidamente disso tudo (e já estão se apoderando) e caminharmos para uma nova ditadura, um golpe de estado. E não se iludam: será algo disfarçado. Tenho muito medo. Espero demasiadamente que tudo isso seja apenas um alerta aos políticos de que o povo está de olho (será que realmente está ou será que continuaremos a ver pessoas votando por interesses particulares e depois permanecerão sem acompanhar ou fiscalizar as ações dos eleitos?). Que tudo isso não abra espaço para um golpe de estado nascido e fortalecido no seio conservador de nosso país. Fiquemos atentos. Ou vocês querem um novo golpe? Que fique a reflexão..."
MARI
:/