sexta-feira, 27 de maio de 2011

O diario de Ane Frank


(Foto de judeus em campos na 2ª Guerra Mundial)
Pela vez enézima estou lendo " O diário de Ane Frank".
Aquele, da judiazinha que se esconde por mais de dois anos
no Anexo Secreto em Amsterdan mas que morre no final num campo nazista.
O que tem nesse livro que me faz lê-lo tantas vezes?
Simples, uma criatura exatamente como eu: Inquieta, auto-crítica, deslocada.
Super recomendo! Super lição de vida!
Bom gente, esse post é rápido pois estou com tendinite nos 2 pulsos!
Pois é. Levei um super sermão do médico "menos computador menina!".
Mas como se disserto digitando tudo?
Falando nisso, essa condição deve-se à conclusão do meu Cap.02 - enfim!
Foi um intensivão tão intensivo que deu nisso. rs.
Estava a 2 dias sem computador, quando vim parar aqui pra escrever esse post.
Tenho umas cositas mais pra falar mas fica pra próxima.
Bju
MARI

terça-feira, 17 de maio de 2011

Carinhoso

E não é que nesse domingo fui sorteada numa rifa?
Ganhei uma cesta recheada, com uma imagem de NªSª de Fátima
muito linda e muitas coisas mais relacionadas a ela.
Ora veja só, logo eu que nem bingo costumo ganhar!rsrs.
De noite, fomos a missa.
O evangélio parecia ter sido escrito sob medida pra mim:
A parábola do BOM pastor.
Me senti tocada, acolhida. Foi muito bom.
Ontem de noite, estive muito triste...sonhei, acordada claro.
E olha só minhas loucuras: No sonho, Jesus estava sentado
na soleira da minha porta com um violão, cantando assim:
"meu coração, eu SEI PORQUE, bate feliz quando te vê.
E os meus olhos, ficam sorrindo, e pelas ruas vão te seguindo...
mas mesmo assim, fogues de mim.
Ah se tu soubesses como sou tão carinhoso e muito muito que te quero,
e como é sincero o meu amor, eu sei que tu não fugirias mais de mim, vem, vem veeeeeeem!"
E acho que Deus nos fala de tantas formas.
Não é preciso que ele esteja conosco fisicamente e verbalize literalmente seus recados.
Só quem tem fé, acredita mesmo sem ver. Só quem tem fé, sente.
Eu sinto a presença de Deus na minha vida.
E sei que essa cesta e esse sonho (meio "moderno") tem muito a me dizer.
NªSª de Fátima está olhando por mim, intercedendo sempre.
Jesus há de me dá forças e coragem pra seguir meus caminhos com fé.
Nesse fim de semana ganhei um "plus" de energia.
E tinha melhor vitamina que essa?
Não posso desanimar, não estou sozinha.
MARI
:)
obs: só me incomoda os olhares piedosos das pessoas...as vezes sinto que pra elas,
me afastar dos movimentos significa fraqueza...é quase como se eu estive "encapetada" sabe?
Sim, porque quando estamos lá é porque Jesus "fez o chamado".
E porque quando precisamos nos afastar não pode ser o mesmo caso?
E se eu tiver "sido chamada" a um retiro particular, uma auto-reflexão?!
Alguns olhares me levam a crer as vezes, que preciso ser exorcisada.
É triste não ser compreendida...

domingo, 15 de maio de 2011

...de qualquer forma, condenados.

As vezes me falta ânimo de ser, falta mesmo.
Chego a pensar se há necessidade...
Para que? Se de uma forma ou de outra estaremos sempre condenados mesmo?!
Pelo menos pra mim, a verdadezinha tem sido essa.
Não há o que se faça, os julgamentos alheios parece que sempre encontram
uma maneira de te condenar.
E não venha me dizer que simplesmente não se importa com o que os outros
dizem ou pensam.
Afinal coleguinha, vivemos em coletividade e INFELIZMENTE,
infelizmente mesmo por tantos aspectos, a opnião alheia precisa ser considerada,
nem que seja politicamente - se é que me entendem.
Ninguém pode viver sozinho, trancado e isolado
(que apesar de tudo, é meu maior desejo nos últimos meses).
Mas como viver em sociedade se não se adapta a ela e
a seus constantes e violentos julgamentos?!
As chego a sonhar acordada comigo numa praia assim, praticamente deserta.
Onde quase ninguém me conhece além dos pescadores locais.
Lá, eu tenho um quiosque modesto e refresco os eventuais turistas e surfistas
que descobrem o longíquo retudo...
Sonho demais com isso...muito mesmo.
E já me vi em diversas situações nesse local, onde meus maiores companheiros
seriam a natureza, o mar e os bichos.
E olha que eu nem faço muito o perfil "amante declarada da naturaza" -
apesar de super reconhecer e defender sua importância, preservação e necessidade...
Aliás, ultimamente tenho sonhado com tanta coisa, mas acordada, bem acordada.
Sonho e me vejo num lugar distante, bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbem longe mesmo.
Onde eu não conheça quase ninguém, onde eu viva de recepcionar as pessoas
e de bem servi-las de alguma maneira.
Ora estou trabalhando num quiosque, numa pousada, ora num aeroporto, ora num orfanato...
Mas de comum, as situações me apontam sempre a distancia de qualquer pessoa ou local
familiar e a transitoriedade das pessoas com as quais convivo.
Penso realmente que era disso tudo, o que eu mais precisava nesse momento.
E juro que não exitaria em pedir exatamente isso ao gênio da lâmpada caso ele me
aparecesse imadiatamente:
"me leva pra longe, bem longe daqui. Faz com que as pessoas não fiquem, faz com que passem por mim. Faz com que eu as sirva e que levem da estadia junto a mim só lembranças positivas, mas que vão embora quando ainda estiver tudo bom, tudo bem".
Se não há atitude que não possa ser vista ou imbuida de interesses políticos,
se nada pode ser dito, feito ou planejado de coração simplesmente...
De que adianta ser? Se já estamos condenados às conveniências e as desconfianças alheias?
Se já estamos sendo alvo de manipulações ou somos temidos manipuladores?
Que mundo é esse onde não se acredita, simplesmente, em mais ninguém?!
Estou tão farta da minha ingenuidade, de ser assim como sou.
E principalmente, de não conseguir, de maneira nenhuma, "entrar na dança".
Se assim o fosse, seria tudo tão mais simples, mais fácil.
Estou farta de ser um declive, de ser a pedra no meio do caminho.
Estou farta de me sentir deslocada e de não me sentir feliz.
Não vejo outra saída a não ser rezar e torcer para que o tal gênio não demore.
Sim, porque ao mesmo tempo em que me sinto "pedra",
também não consigo me adaptar e então, essa situação toda tem me matado
aos poucos, todo dia, todo dia, todo dia.
E tenho medo, que de mim, nada reste.
Porque sei: é triste ser cético, e não quero um dia ser assim.
MARI
:(

terça-feira, 10 de maio de 2011

De olhos bem abertos

Não sou criança, sei onde me meto, onde estou.
Pelo menos, da minha parte, sei. Porque confio em você, em suas palavras.
Sim, porque parto do princípio da honestidade das pessoas e de sua idoneidade.
Bom, ao menos, até que me provem o contrário.
Posso dizer também não que sou uma "raposa" do faro super
afiado, mas posso sim identificar o cheirinho de "nebulosidade" - vamos chamar assim - no ar.
Quando foi que as pessoas se acostumaram a viver na falsa segurança?
Até onde você administraria o tal jeitinho brasileiro na sua vida?
Será que não somos incoerentes quando apontamos as falcatruas, a
falta de transparência e a corrupção alheia,
quando nós mesmos no nosso cotidiano, nas pequenas atitudes as quais
nos deparamos, somos os primeiros a "fechar os olhos" e colocar a sujeira debaixo do tapete?!
Não sei não, mas realmente não consigo engolir esse tipo de situação.
Não é querendo ser santa, mas, é uma questão de "não bater o santo" sabe?!
Pode até paracer coisa pequena, coisa miúda, quase nada...mais esse quase, faz toda a diferença.
Não sei pra onde olhar, não sei mais em quem confiar...
Afinal, as pessoas são todas corrompíveis?! Eu espero mesmo que não.
Iludida? Espero que não.
Estou de olho bem aberto, principalmente quando há falta de clareza
e cheirinho de "suspeita" no ar.
MARI
:?/

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MAMA

"Mãezinha do céu, eu não sei rezar.
Só sei dizer, que quero te amar.
Azul é seu manto, branco é seu véu.
Mãezinha eu quero te ver lá no céu,
mãezinha eu quero te ver lá no céu".
Se tem alguém a quem deve muito, é a ela.
Ela que não há a dia, nem hora, sem situação, está sempre
pronta, SEMPRE, pra me dá a mão, e o coração.
Por mais que eu diga e demonstre, nunca será suficiente pra
lhe dizer o quanto sua presença em minha vida é determinante, fundamental.
Reconheço sua grandeza e tenho o maior orgulho em dizer, que você "é minha".
Não só te amo, como te admiro e tenho muito orgulho da mulher que você é.
Como passar o dia das mães sem pesar todas as vezes em que
fui grosseira ou chata com você?!
Logo você, que é maravilhosa e que me ama mesmo com TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOODOS os meus defeitos.
Me esforço muito, para ser tudo o que você merece que eu seja,
e espero que um dia eu consiga,
pois sei que não é menos que isso, o merecidamente justo.
AMO VOCÊ DEMAIS.
MARI
:)

sábado, 7 de maio de 2011

Novos tempos?

Tá aqui o primeiro registro de mim mesma na minha mais nova aquisição:
meu tão desejado notebook.
Acabei de compra-lo, a algumas horas, e por isso, não sei nem pra onde vai...
mas espero que isso seja resolvido com a lida do manual e com o uso diário.
Meu Deus, que tempos são esses?
Minha vida encontra-se a alguns dias, literalmente no olho do furacão!
Por quanto tempo mais suportarei? Não sei.
O que sei é que minhas forças, físicas mesmo, estão no limite.
E ando muito triste, triste mesmo. E como se já não bastassem os muitos motivos, a cada dia aparece mais um pra me tirar o sossego.
Meu maior desejo tem sido me trancar no quarto
e só sair de lá quando acabar essa dissertação que tanto consome minha paz.
É a minha meta: acaba-la, defende-la e comemorar minha libertação.
Meu Deus, porque eu fui inventar isso? Onde é que eu estava com a cabeça?
Me sinto oprimida pelas pessoas, pelos ambientes, pelas políticas e pelos interesses.
E me sinto cada vez mais "saco de batatas" manipulado e à merce dos humores, das necessidades.
Pouquíssimo ou quase nada reconhecida e na maioria das vezes cobrada, mais e mais.
É muito venha a nós, e pouco ao vosso reino sabe?
É muita pressão, muita. Não nasci pra isso, e me sinto completamente acuada, sofrida.
E nesse momento ando reavaliando mesmo se preciso disso pra viver...
É incrível, quanto mais me aproximo, menos quero estar lá.
Deus me ilumine e me dê forças pra ir até o fim, viva.
MARI
:/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

e a mágica aconteceu...

Fechei a porta.
Rodei a chave.
Chorei, chorei demais.
Chorei e pedi.
Pedi com tanta força que dormi.
Adormecida, com nada sonhei. Era tanta a angústia...apaguei.
No outro dia, acordei. E o silêncio eu ouvi. O santo, o desejado silêncio.
Estaria enfim, eu só?!
Duvidei.
Será que pedi mesmo com tanta força que, como nos filmes, deu certo? Aconteceu?
Rodei a chave, ansiosa, tensa. Mas ela não quis abrir.
Era preciso paciência. Tentei uma, tentei duas, e só na terceira vez a maçaneta se abriu.
E como num sonho, a mágica aconteceu!
Eu havia conseguido. Era eu comigo mesma, nada mais. NADA.
Comemorei com uma xícara de leite com nescau,
olhando a CL falar na TV sobre as maravilhas de ser mãe.
Aí, quando apurei o ouvido, percebi: eram passos, e se aproximavam.
E mesmo que estivesse na torcida "mental",
não demorei a ouvir o portão se abrindo: voltaram.
Pronto, acabou-se.
Era o fim do breve momento de realização.
Ilusão boa...
Mas foi bom. Sabia que não me arrependeria.
Essa noite, passarei mais tempo pedindo...quem sabe?
MARI
:]