Aquela que sempre cultivou o hábito da escrita diária no papel... agora divide com vocês os íntimos pensamentos na rede. Sejam bem Vindos!! Mari
terça-feira, 12 de junho de 2012
Vivendo feito Ostra
Tenho me sentido uma ostra.
Outro dia vi uma reportagem na tv...
cultivar ostras e fazer delas brotar pérolas, é uma arte e exige paciência.
Se daqui sairá uma pérola, eu não sei (É querer demais viu?!...), mas que ando virando ostra, ando.
Eles mergulham as bichinhas bem fechadinhas muito fundo e depois de um ano de esquecimento,
voltam lá na esperança de que elas tenham produzido uma pérola bem bonita.
Abrir a ostra depois de um ano isolada na profundidade do mar, é uma arte. Não é fácil.
Na minha vida de "ostra" acho que fui lançada a um mês na profundidade do oceano,
e pelo visto, ficarei por aqui - e queria mesmo ficar só aqui quietinha - até que um ano se passe.
Minha vontade era entrar dentro de uma ostra dessa, e dormir...dormir profundamente, e só acordar
um ano depois com uma "pérola" que fizesse principalmente a mim mesma bem feliz.
Também ando lendo. Lendo muito.
Andei lendo sobre "anos sabáticos" e como estão cada vez mais "na moda".
Gostaria muito, muito mesmo de tirar um "ano sabático" e ir, simplesmente ir.
Gostaria de ir pra qualquer lugar, sem rumo, sem prazo, sem meta. De ir.
Estou mesmo precisando ir, e chegando lá, encontrar comigo mesma.
Faz tanto tempo que eu me procuro, tanto tempo...
Preciso que minha vida de "ostra" me leve até lá.
MARI
domingo, 10 de junho de 2012
Haverá esperança?
Olha, vou vivendo e pensando e pensando...
nunca pensei que eu fosse querer tanto conhecer ao vivo este local da foto sabe?
Ultimamente, não tenho tido muito tempo livre pra planejar este momento -
o que é até bom porque assim, as expectativas serão menores - mas sempre encontro
5 minutinhos no fim do dia, quando me deito...ai, fecho os olhos e me vejo caminhando
nesta praia, tirando uma foto bem nesta casinha.
Me vejo vivendo o que eu nunca nem conseguiria imaginar aqui deste lado do mundo.
Me vejo diferente, bem diferente, MUITO diferente.
Me vejo bem, me vejo feliz.
É demais esperar a felicidade? É demais querer que "daqui pra frente tudo seja diferente?"
Será? Será que estou esperando demais?
Se é demais ou não, sei que é o que tem me alimentado: esperanças.
Esperanças de que tudo será no mínimo diferente, o que pra mim, já será bem melhor.
Tardezinha de domingo produtiva pra pensar e sonhar essa viu?
Por que como diria o Cumpadre Washington: "sonhar, nunca é demais".
MARI
:D
domingo, 3 de junho de 2012
Diagnóstico: independência exagerada!
"FICA A DICA
A independência exagerada, faz de você, uma pessoa isolada.
É como se vivesse em uma redoma de vidro. Onde ninguém consegue tocar.
E isso é Péssimo!!!
Se engana quem acha que pode viver só, sem ajuda de ninguém!
Atitudes e limites, devem andar juntas!
By Jobinho Costa ....:)"
O post de hoje, como puderam ver, começa com uma "filosofia de facebook" do meu
colega Jobinho Costa que involuntariamente prescreveu meu diagnóstico: independência exagerada.
Sim, admito, sou assim. Eu não ESTOU assim.
Eu Sou assim: exageradamente independente.
Fui criada assim e me conduzi assim a vida inteira.
Logo, esse comportamento é inerente a mim, é tão natural como se eu tossisse ou espirasse.
Isso sou eu.
Independentemente de qualquer coisa, muito consciente das escolhas que sempre fez.
Mari
A independência exagerada, faz de você, uma pessoa isolada.
É como se vivesse em uma redoma de vidro. Onde ninguém consegue tocar.
E isso é Péssimo!!!
Se engana quem acha que pode viver só, sem ajuda de ninguém!
Atitudes e limites, devem andar juntas!
By Jobinho Costa ....:)"
O post de hoje, como puderam ver, começa com uma "filosofia de facebook" do meu
colega Jobinho Costa que involuntariamente prescreveu meu diagnóstico: independência exagerada.
Sim, admito, sou assim. Eu não ESTOU assim.
Eu Sou assim: exageradamente independente.
Fui criada assim e me conduzi assim a vida inteira.
Logo, esse comportamento é inerente a mim, é tão natural como se eu tossisse ou espirasse.
Isso sou eu.
Independentemente de qualquer coisa, muito consciente das escolhas que sempre fez.
Mari
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Foi imoral!
Olha o meu estado hoje quando cheguei em casa depois do DIA INTEIRO tentando
enfim fazer funcionar uma mera transferência pelo Banco do Brasil?! (FOTO ACIMA)
Meu amigo, e olha que estou "empacada" no Banco para fazer esta BENDITA transferência
desde o dia 17 desse mês, quer dizer, praticamente 15 dias e nada.
Hoje foi o dia viu? Nunca tive que respirar tão fundo e me controlar tanto.
Aguentei piadinha, olhares, grosseria e principalmente uma má vontade do caramba DOS FUNCIONÁRIOS dessa instituição.
Agora, isso por que sou cliente desde sempre e não estava pendindo um favor não,
estava somente querendo fazer uma operação com MEU dinheiro e ainda pagando
taxas ALTÍSSIMAS. Ainda assim, quase que não tem fim minha odisséia.
E aos que querem se aventurar em fazer uma transferência internacional pelo Banco do Brasil
em João Pessoa sugiro logo: NÃO FAÇAM!
Ninguém sabe fazer, tem má vontade e fazem tudo parecer como se você tivesse importunando a vida deles. Arrumem outro jeito de fazer esse dinheiro chegar ao destino, sei lá, amarrem num pé de pombo, talvez seja mais fácil.
obs:Para completar a "desgraçada" perdi a carteira com TODOS os documentos.
Mas ai, Deus que está sempre comigo, fez um anjo acha-la e me devolve-la EXATAMENTE como ela estava.
Ainda existe honestidade neste mundo.
Ainda existe gente do bem. Graças a Deus.
Olha, que dia viu? Que dia!
MARI
segunda-feira, 28 de maio de 2012
É um tesouro a nossa amizade!
"Não há memória em que ela não apareça.
Nem lembrança em que ela não esteja.
Tanto nos dias tristes e felizes,
foi com ela que eu ri e chorei.
Se está longe, eu a sinto por perto,
nunca ninguém vai nos separar.
Ela sabe TODOS os meus segredos,
é um tesouro a nossa amizade."
Mãe, de verdade, o que eu lhe disse hoje reeintero:
"...juntas somos mais fortes, unidas venceremos!".
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo
MARI
:D
sábado, 26 de maio de 2012
Fazendo tempestade
Foi tudo assim, de repente.
E agora entendo o que o "Tio Ali" queria dizer quando olhava fundo nos olhos da Jade
na novela O Clone e falava: "nunca, nunca faça nada de cabeça quente!".
Digo tudo isso por que passei por uma GRANDE nesta semana viu?
Possivelmente vivi o dia mais conflituoso e desnorteado da minha vida.
Tudo por que? Por que? Por que acreditei piamente no que meus olhos me mostraram.
Aí, fiquei em choque, paralisada. Fiquei arrasada. Fiquei decepcionada.
Fiquei simplesmente em pânico. Chorei, chorei muito.
Mas, ainda bem, me lembrei do Tio Ali sabe? "calma...ainda não faça nada. Respire, durma.
Depois, observe e investigue. Averigue o que apurou, ai sim, HAJA!".
DI-TO E FEI-TO!
Enxuguei as lágrimas, dormi. Esfriei a cabeça.
Observei, investiguei e apurei fatos.
E não é que tive resultados surpreendentes? Caraca, era tudo um TRISTE ENGANO!
Coisa tipo de novela sabe? Coisa que se eu contar, ninguém acredita.
Coisa de roteiro Hollywoodiano.
Coisa tão doida que me arrancou as lágrimas do mês, me deixou sem comer, me fez perder
o ânimo. Perdi o resto do dia e o sono.
Como me sinto agora? Aliviada claro! A tragédia não existe, por Deus!
Por outro lado, me sinto também envergonhada, afinal, mesmo que por 1 dia só,
acreditei naquilo que vi. Acreditei tanto que me pertubei, sofri.
E se as pessoas envolvidas na questão soubessem no que acreditei, afe... as magoaria tanto, tanto. Criaria um pandemônio sem tamanho.
Aprendi: 1) Nem tudo o que parece é e 2) Não basta ver, é preciso enxergar.
Deus sabe o que faz. Me fez ser paciente e esperar. E não me precipitar. Colhi bons frutos.
Passado o susto - talvez o maior da minha vida - só sei de uma coisa: antes de criarmos uma
tempestade num copo d´agua, vamos esperar pelo menos a chuva dar sinal que estar pra cair né?
MARI
:D
quarta-feira, 23 de maio de 2012
AVISO: Mulher solteira NÃO procura!
Estes dias estive com umas pessoas que MAIS uma vez reforçaram minha tese
sobre o "falso desenvolvimento feminista" das últimas décadas...
Por que SEMPRE entre as primeiras frases de uma conversa que alguém tem
comigo vem uma pergunta do tipo: "e o coração?", "e o namorado?", "e casa quando?".
Minha vontade é responder na lata: "Não tem namorado, muito menos casamento.
Meu coração como sempre bate independente de QUALQUER coisa. E não tem nem namorado
nem casamento simplesmente porque EU NÃO QUERO. ok?".
Caraca véi, em que década de fato as pessoas estão vivendo? A de 1910? Talvez a de 1930?
"Evoluimos", "Desenvolvemos", "Somos independend woman´s". SERÁ?!
Não sei não, não sei mesmo.
Por que ao que me parece as coisas não mudaram muito (pelo menos quando se fala de relacionamentos...)
As mulheres podem até não admitir - mas principalmente as jovens como eu - fazem da "caça"
ao "macho man" uma prioridade 24hs das suas vidas.
Vivem de olho nos homens, seja na padaria, na escada rolante, no trânsito ou até nas escolas de seus filhos...afinal, "nunca se sabe, "o cara" pode estar em qualquer lugar".
Muitas vezes eu acho até doentio sabe?
Pocha, não dá para olhar para o outro como uma pessoa de vez enquando?
Penso que das duas uma: ou estas mulheres "modernas" são huber carentes e não sabem mesmo
suprir isso se não atrelando-se a uma figura masculina mesmo que "só por diversão, por que eu sou "moderna" (ou por que "solteira sim, sozinha nunca") OU por que não tem nada mais interessante
para fazer das suas vidas do que no fundo, ficar lembrando do quanto poderia ser muito melhor
a vida se um "macho man" estivesse do lado delas (nem que seja por um noite).
Nestes casos, francamente, apesar do discurso de muitas do tipo "eu que sou demais, eu faço deles
gato e sapato, aproveito geral e depois mando passear!" o que eu tenho observado é bem o contrário. Elas fingem superioridade e gritam fazerem parte da moda do "descartável" na qual "vai um, vem oito. Uso um e jogo fora!" MMMMMMMAS, na minha opinião, são vítimas de si mesmas, coitadas. São "superiores" mesmo? Será?
Quem é que está usando quem neste mundo? Hum...não sei, viu?
Acho que do jeito que as coisas estão, ninguém tem "moral" para falar de ninguém.
As pessoas tem se "usado" coletivamente, e desculpa, mas é com isso que eu não me acostumo.
Bom, de concreto, o que posso dizer mesmo é de mim. Estou solteira, e NÃO estou "a procura".
Não quero um namorado. Não quero me casar. Nada disso nunca foi nem ainda é prioridade (até agora. O que não significa que no futuro isso possa mudar. Nem significa que mudando, eu entre
na "moda dos descartáveis". Por que eu AINDA acredito que possa existir casamento ou namoro sem "descartavismo", se é que vocês me entendem).
E pocha, me respeitem por isso. Isso é coisa minha, da minha vida. Que saco!
E mais, podem deixar as mentes maliciosas e maldosas de lado, não sou gay nem tenho disfunções hormonais ou qualquer outra "anormalidade" que me impeça de ser uma "devoradora insaciável".
(aproveito para dizer que não tenho nada contra os gays ou os casados. De verdade, os respeito muito.
Os respeito justamente por que acredito que TODOS nós devemos ser respeitados por nossas escolhas, e não ficar sendo eternamente cobrados por aquilo que simplesmente não somos).
Só por que as demais mulheres vivem loucas atrás de um par de calças a todo instante ou lugar,
ou porque se lamentam por que estão sozinhas ou ficam contando quantos meses fazem que o fulano as deixaram ou coisas afins, não significa que EU SOFRA disso tudo.
Estou bem sozinha, de verdade. Sempre estive. E até agradeço a Deus por isso. Não tenho essa falta,
esta necessidade louca de precisar de um homem do meu lado pra ser feliz. Não mesmo.
E pocha, me respeitem.
Eu nunca disse a ninguém "Ah, para com isso! Fica sozinha!" ou "Tá carente heim? Vai se tratar!".
Nunca. Eu simplesmente respeito as necessidades e escolhas alheias por que aceito que os outros
não são NEM PRECISAM ser iguais a mim. E cabe a mim conviver respeitosamente e em paz com os outros apesar de nossas escolhas e diferenças.
Pocha, é um saco isso, de verdade: "cadê o namoradão?"- MORREU! -
É como a bebiba sabe?
"-vai beber não Mari? Ah, mas só um golinho...deixa de ser boba!".
Tipo, "meu amigo, quer se enbebedar? BOA SORTE! Mas não me enche o saco pra ir na sua onda! Por acaso alguma vez já te enchi a paciência para que você não bebesse?!".
E outra coisa, não tenham pena de mim, tenham não.
Só porque eu não faço coleção de porres e de "peguetes", não significa que eu não sou feliz, que eu
não aproveito a vida ou que sou "pura, santa, ingênua, carola e infantil".
Me adjetivem disso tudo, por outros motivos, e não por que não bebo ou estou solteira. Não por isso.
Só por que eu vivi uma experiência, não significa que eu não possa saber o que ela significa ou exatamente como ela funciona. De verdade? Tolos daqueles queacreditam nisso.
Enfim, no final das contas, eu sei que a "anormal" - e não a errada, o que é BBBBBBBBEM DIFERENTE - sou mesmo eu e por isso mesmo as pessoas se espantam:
"Você não bebe? NADA?! Sério?!" ou "Não namora? Mas nem "fica" por ai? Tadinha...".
Mas quer saber? Não me incomodo mesmo com isso. Com minha "condição".
Se me incomodasse não a exporia com tanta naturalidade aqui ou em qualquer outra conversa que tenho com as pessoas. Assumo mesmo minhas particularidades e escolhas. E se os outros não sabem
lidar com isso, que pena, ou me excluam de suas vidas ou aprendam a viver com as diferenças.´
(Particularmente, recomendo a segunda opção, é o que tenho tentado fazer a minha vida inteira.
Afinal, quem é igual a mim? Quem é igual a você? Quem?).
Mulheres do meu Brasil, por que não pensar um pouco sobre tudo isso?
"Desenvolvemos" mesmo?
Por que andamos tão carentes?
Por que precisamos TANTO do outro, ou de usar outro ou de se deixar ser usada por outro, para sermos felizes?
Onde vamos parar desse jeito? Eu não sei, mas confesso que tenho medo do que o futuro nos reserva.
E mais uma vez repito: sou mesmo uma experiência do passado enviada para observar o presente, e não vejo a hora de ser abduzida de volta para o meu tempo, para o meu mundo.
MARI.
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